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As palavras amáveis são um favo de mel, doçura para a alma, saúde para os ossos (ou corpo). (Às vezes) um caminho parece direito ao homem, e contudo o seu termo é a morte. (Provérbios 16, 24)
O homem que trabalha, para si trabalha, porque a sua boca o constrange a isso. O homem ímpio cava a desgraça, e nos seus lábios se vai ateando o fogo. (Provérbios 16, 26)
Uma dádiva é uma pedra preciosa aos olhos de quem a recebe; para qualquer parte que ele se volta, é (ou crê ser) bem sucedido. (Provérbios 17, 8)
O que gera um insensato, sofrerá amarguras; o pai dum estulto não se poderá alegrar. O espírito alegre é para o corpo remédio salutar, o espírito triste seca os ossos. (Provérbios 17, 21)
O ímpio recebe presentes ocultamente, para perverter as veredas da justiça. (Provérbios 17, 23)
O que quer separar-se do seu amigo busca ocasiões (para isso); será coberto de opróbrio em todo o tempo. O insensato não gosta das palavras de prudência, mas sòmente de manifestar os seus pensamentos. (Provérbios 18, 1)
As palavras que saem da boca do homem são como uma água profunda; a fonte da sabedoria é como a corrente que trasborda. Não é bom ter considerações com a pessoa do ímpio, para prejudicar o justo julgamento. (Provérbios 18, 4)
A boca do insensato é a sua ruína, os seus lábios são um laço para a sua alma. (Provérbios 18, 7)
Há amigos (que servem) só para fazer companhia, mas também os há mais dedicados que um irmão. (Provérbios 18, 24)
São muitos os que adulam o homem generoso, e todos são amigos de quem dá. Todos os irmãos do homem pobre aborrecem-no; com maior razão os seus amigos se retirarão para longe dele. (Provérbios 19, 6)
Ouve o conselho e recebe a correcção, para que sejas sábio para futuro. (Provérbios 19, 20)
Estão preparados os juízos (de Deus) para (castigar) os mofadores, e os açoutes para o dorso dos insensatos. (Provérbios 19, 29)