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No ano cento e setenta e dois juntou o rei Demétrio o seu exército e foi à Média, para procurar ali socorros, a fim de fazer guerra a Trifão. (I Macabeus 14, 1)
Arsaces, rei da Pérsia e da Média, quando soube que Demétrio tinha entrado nas suas terras, enviou um dos seus generais para que o tomasse vivo e lho levasse. (I Macabeus 14, 2)
Além de todas as outras acções gloriosas que fez, tomou Jope para lhe servir de porto de saída para as ilhas do mar. (I Macabeus 14, 5)
escreveram-lhe em tábuas de bronze para renovarem a amizade e a aliança, que estabeleceram com Judas e com Jónatas, seus irmãos. (I Macabeus 14, 18)
O que eles nos disseram nas assembléias do povo, o escrevemos nos registos públicos, pelo teor seguinte: Numénio, filho de Antíoco, e Antípatro filho de Jasão, deputados dos Judeus, vieram até nós para renovar a sua amizade connosco. (I Macabeus 14, 22)
Pareceu bem ao povo receber estes homens honorificamente e pôr o traslado de suas palavras nos arquivos públicos, para que ficasse em lembrança ao povo de Esparta. Mandamos uma cópia de tudo isto a Simão, sumo pontífice. (I Macabeus 14, 23)
Simão, filho de Matatias, da prosápia de Jarib, e seus irmãos expuseram-se ao perigo e resistiram aos inimigos da sua nação, para susterem o seu santuário e a sua lei, elevando o seu povo a uma grande glória. (I Macabeus 14, 29)
Fortificou Jope, sitiada sobre a costa do mar, e Gazara, na fronteira de Azot, onde antes habitavam os inimigos, pôs nelas Judeus, e forneceu-as de todas as coisas necessárias para a sua defesa. (I Macabeus 14, 34)
Pôs ali soldados judeus, fortificou-a para segurança do país e da cidade, e alteou os muros de Jerusalém. (I Macabeus 14, 37)
que os Judeus e os seus sacerdotes haviam decidido que ele fosse seu chefe e sumo sacerdote para sempre, até que se levantasse um profeta fiel; (I Macabeus 14, 41)
Quero, pois, entrar nessas regiões para castigar aqueles que arruinaram as nossas terras e assolaram muitas cidades no meu reino. (I Macabeus 15, 4)
(quero) que Jerusalém e o santuário sejam livres e que todas as armas que mandaste fazer e todas as praças fortes que construíste e tens em teu poder, fiquem para ti. (I Macabeus 15, 7)