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Perguntarão qual é o caminho que leva a Sião, para onde voltarão o seu rosto. Vinde, liguemo-nos ao Senhor com uma eterna aliança, a qual jamais se apagará da memória. (Jeremias 50, 5)
Por isso os dragões virão morar nela com os chacais, nela habitarão os avestruzes. Não será jamais povoada, nunca mais aí se residirá. (Jeremias 50, 39)
Embriagarei (com o cálice da minha ira) os seus príncipes e os seus sábios, os seus capitães, os seus magistrados e os seus guerreiros, e eles dormirão um sono eterno, não despertarão jamais, diz o rei, cujo nome é Iavé dos exércitos. (Jeremias 51, 57)
Ordem dada pelo profeta Jeremias a Saraias, filho de Nérias, filho de Maasias, quando ia com o rei Sedecias para Babilônia, no quarto ano do seu reinado. Saraias era camareiro-mor. (Jeremias 51, 59)
Vinte e um anos tinha Sedecias, quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Amital, filha de Jeremias, de Lobna. (Jeremias 52, 1)
E logo que prenderam o rei, levaram-no ao rei de Babilônia, a Rebla que está na terra de Hamat, o qual pronunciou sentença contra ele. (Jeremias 52, 9)
O rei de Babilônia mandou-os matar a todos em Rebla, no país de Hamat. Assim Judá foi transferido para fora da sua terra (para a Caldeia). (Jeremias 52, 27)
BET. Chora sem cessar durante a noite e as suas lágrimas inundam as suas faces; não há quem a console entre todos os que a amavam; todos os seus amigos a atraiçoaram, tornaram-se seus inimigos. (Lamentações 1, 2)
DALET. Os caminhos de Sião estão de luto, porque não há mais quem venha às solenidades; todas as suas portas se acham destruídas, os seus sacerdotes gementes, as suas virgens desoladas, e ela oprimida de amargura. (Lamentações 1, 4)
AIN. Por isso eu choro, os meus olhos derramam lágrimas, porque se afastou de mim o consolador, que podia tornar-me a vida. Os meus filhos estão abatidos porque o inimigo prevaleceu. (Lamentações 1, 16)
SADE. O seu coração clama ao Senhor! Ó muralha da filha de Sião, faze correr uma como torrente de lágrimas de dia e de noite; não te dês descanso algum. não repouse a pupila dos teus olhos. (Lamentações 2, 18)
COF. Levanta-te, ergue clamores de noite, no princípio das vigílias; derrama o teu coração como água diante do Senhor; levanta as tuas mãos para ele, (chorando) pela vida dos teus filhinhos, que desfalecem de fome a todos os cantos das ruas. (Lamentações 2, 19)