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O homem disse-lhe: Retiraram-se deste lugar, e ouvi-lhes dizer: Vamos para Dotain. Partiu, pois, José atrás de seus irmãos e encontrou-os em Dotain. (Gênesis 37, 17)
Eles, porém, tendo-o visto ao longe, antes que se aproximasse, resolveram matá-lo. (Gênesis 37, 18)
Ruben, porém, ouvindo isto, esforçava-se por o livrar das suas mãos, dizendo: (Gênesis 37, 21)
Não lhe tireis a vida, nem lhe derrameis o sangue, mas lançai-o nesta cisterna, que está no deserto, e conservai puras as vossas mãos. Diria isto porque queria livrá-lo das suas mãos e restitui-lo a seu pai. (Gênesis 37, 22)
Logo que (José) chegou junto de seus irmãos, despiram-no da túnica talar de várias cores (Gênesis 37, 23)
Depois, sentando-se para comer pão, viram uns viajantes Ismaelitas, que vinham de Galaad, com seus camelos carregados de aromas, resina e mirra, para o Egito. (Gênesis 37, 25)
Quando passaram os negociantes Madianitas, tiraram-no da cisterna e venderam-no por vinte dinheiros de prata aos Ismaelitas: estes levaram-no para o Egito. (Gênesis 37, 28)
Rasgadas as suas vestes, foi ter com seus irmãos-e disse: O rapaz não aparece, e eu para onde irei? (Gênesis 37, 30)
mandaram-na levar ao pai, e dizer-lhe: Encontrámos esta túnica: vê se é a túnica de teu filho, ou não. (Gênesis 37, 32)
O pai, tendo-a reconhecido, disse: A túnica é de meu filho, uma cruel fera o comeu, uma besta devorou José. (Gênesis 37, 33)
Rasgadas as suas vestes, cobriu-se de cilício, chorando seu filho por muito tempo. (Gênesis 37, 34)
E, tendo-se juntado todos os seus filhos para suavizarem a dor do pai, ele não quis admitir consolação, mas disse: Chorando, descerei até junto de meu filho, à morada dos mortos. (Gênesis 37, 35)