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Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, volta, ó meu amado, como a gazela ou o cervozinho para os montes escarpados.* (Cântico dos Cânticos 2, 17)
– Que é aquilo que sobe do deserto como colunas de fumaça, exalando o perfume de mirra e de incenso, e de todos os aromas dos mercadores?* (Cântico dos Cânticos 3, 6)
É a liteira de Salomão, escoltada por sessenta guerreiros, sessenta valentes de Israel. (Cântico dos Cânticos 3, 7)
Suas colunas são feitas de prata, seu encosto, de ouro, seu assento, de púrpura. O interior é bordado pelo amor das filhas de Jerusalém. (Cântico dos Cânticos 3, 10)
– Tu és bela, minha querida, tu és formosa! Através do teu véu os teus olhos são como pombas, teus cabelos são como um rebanho de cabras, descendo impetuosas pela montanha de Galaad,* (Cântico dos Cânticos 4, 1)
Antes que sopre a brisa do dia, e se estendam as sombras, irei ao monte da mirra, e à colina do incenso. (Cântico dos Cânticos 4, 6)
Vem comigo do Líbano, ó esposa, vem comigo do Líbano! Olha dos cumes do Amaná, do cimo de Sanir e do Hermon, das cavernas dos leões, dos esconderijos das panteras. (Cântico dos Cânticos 4, 8)
Tu me fazes delirar, minha irmã, minha noiva, tu me fazes delirar com um só dos teus olhares, com um só colar do teu pescoço.* (Cântico dos Cânticos 4, 9)
– Entro no meu jardim, minha irmã, minha noiva, colho a minha mirra e o meu bálsamo, como o meu favo com meu mel, bebo o meu vinho com o meu leite. Amigos, comei e bebei; inebriai-vos, ó caríssimos.* (Cântico dos Cânticos 5, 1)
Levantei-me para abrir ao meu amado; a mirra escorria de minhas mãos, de meus dedos a mirra líquida sobre os trincos do ferrolho. (Cântico dos Cânticos 5, 5)
Seus olhos são como pombas à beira dos regatos, banhando-se em leite, pousadas nas praias. (Cântico dos Cânticos 5, 12)
Suas mãos são argolas de ouro incrustadas de pedrarias. Seu corpo é um bloco de marfim recoberto de safiras. (Cântico dos Cânticos 5, 14)