Löydetty 6114 Tulokset: Tod
Todo o homem que come, bebe e tira o bem do seu trabalho, recebe isto por um dom de Deus. (Eclesiastes 3, 13)
Aprendi também que todas as obras que Deus faz duram perpètuamente; nós não lhes podemos acrescentar nem tirar nada: Deus procede assim para que seja temido. (ver nota) (Eclesiastes 3, 14)
E disse no meu coração: Deus (um dia) julgará o justo e o ímpio, porque há um tempo para todas as coisas e para todas as obras. (Eclesiastes 3, 17)
Por isso os homens morrem como os brutos, e (em ter que morrer) é igual a condição de uns e outros; como morre o homem, assim morrem também os brutos; todos têm o mesmo sopro (de vida), e o homem não tem nada de mais do que o bruto; tudo é vaidade. (ver nota) (Eclesiastes 3, 19)
E todos vão parar a um mesmo lugar. De terra foram feitos e à terra voltam. (Eclesiastes 3, 20)
Pus-me então a considerar todas as opressões que se cometem debaixo do sol, as lágrimas dos inocentes, que ninguém consola. Os seus opressores exercem sobre eles violência, e não há quem os conforte. (Eclesiastes 4, 1)
Vi também que todo o trabalho e perícia numa obra, outra coisa não são que emulação de um homem em relação ao seu próximo; nisto há também vaidade e aflição de espírito. (Eclesiastes 4, 4)
Há um homem que é só, não tem ninguém consigo, nem filho nem irmão; todavia não cessa de trabalhar, nem os seus olhos se fartam de riquezas, (e não faz esta reflexão): Para quem trabalho eu, e me privo destes bens? Nisto há vaidade e trabalho ingrato. (Eclesiastes 4, 8)
Eu vi todos os viventes, que andam debaixo do sol, com o jovem (príncipe) que se elevava a ocupar o lugar (do velho rei). (ver nota) (Eclesiastes 4, 15)
Todos aqueles, à frente dos quais ele estava, (e o encheram de aplausos) eram um povo infinito em número. Contudo os descendentes (desse povo) não se hão-de regozijar nele; até isto é vaidade e aflição de espírito. (Eclesiastes 4, 16)
e há além disso um rei que impera sobre toda a terra que lhe está sujeita. (Eclesiastes 5, 8)
Todos os dias da sua vida comeu nas trevas (do infortúnio), no meio de muitos cuidados, em miséria e tristeza. (Eclesiastes 5, 16)