Löydetty 869 Tulokset: Mel
Leva-me atrás de ti: correremos ao odor dos teus perfumes. O rei introduziu-me nos seus aposentos; nós nos regozijaremos, nos alegraremos em ti, cantaremos os teus amores, melhores do que o vinho. Quanta razão há de te amar! (Cântico dos Cânticos 1, 3)
O meu amado é semelhante a uma gazela e a um veadinho. Ei-lo que está por detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando através das gelosias. (Cântico dos Cânticos 2, 9)
Antes que chegue o fresco do dia e se inclinem as sombras, volta! Sê semelhante, amado meu, à gazela e ao veadinho, (que corre) sobre os montes de Beter. (Cântico dos Cânticos 2, 17)
Que deliciosas são as tuas carícias, irmã minha esposa! Quanto melhor é o teu amor que o vinho, e quanto o odor dos teus perfumes excede o de todos os aromas. (Cântico dos Cânticos 4, 10)
Os teus lábios, ó esposa, são como um favo, que destila mel; e o mel e o leite estão debaixo da tua língua, e o odor dos teus vestidos é como o odor (suave) do incenso. (Cântico dos Cânticos 4, 11)
nardo e açafrão, canela e cinamono, com todas as árvores de incenso, e todos os melhores balsameiros, com mirra e aloés, (Cântico dos Cânticos 4, 14)
Venha o meu amado para o seu jardim, e coma dos seus belos frutos! Eu vim para o meu jardim, irmã minha esposa; colhi a minha mirra e o meu bálsamo; comi o favo com o meu mel; bebi o meu vinho com o meu leite. Comei, amigos, e bebei, inebriai-vos caríssimos. (Cântico dos Cânticos 5, 1)
O teu pescoço é como uma torre de marfim. Os teus olhos são como as piscinas de Hesebon, que estão situadas junto da porta de Bat-Rabim. O teu nariz é como a torre do Líbano, que olha para Damasco. A tua cabeça levanta-se como o monte Carmelo; os cabelos da tua cabeça são como a púrpura; um rei ficou preso às suas madeixas. (Cântico dos Cânticos 7, 4)
Quão formosa e encantadora és, meu amor, minhas delícias! A tua figura é semelhante a uma palmeira, os teus seios são como cachos. (Cântico dos Cânticos 7, 6)
Foge, amado meu, e sê semelhante a uma gazela e ao veadinho, sobre os montes dos balsameiros. (ver nota) (Cântico dos Cânticos 8, 14)
só o vê-lo nos é insuportável, porque a sua vida não é semelhante à dos outros, os seus caminhos são completamente diferentes. (Sabedoria 2, 15)
Também eu por certo sou um homem mortal, semelhante a todos os outros, e da descendência daquele que primeiro foi formado de terra. (Sabedoria 7, 1)