Löydetty 4595 Tulokset: Loucura De Deus
Mas os que se não emendaram com uma correcção irrisória, experimentarão um castigo digno de Deus. (Sabedoria 12, 26)
Irritados pelo que sofriam, sentindo-se atormentados pelas mesmas coisas que julgavam deuses, ao verem que antes recusavam conhecer reconheceram-no como verdadeiro Deus. Por isso caiu sobre eles o extremo da condenação. (ver nota) (Sabedoria 12, 27)
São insensatos por natureza todos os homens que ignoraram Deus, e que pelos bens visíveis não chegaram a conhecer Aquele que é, nem, considerando as obras, reconheceram o Artista. (Sabedoria 13, 1)
Todavia estes homens são menos repreensíveis, porque, porventura, caem no erro buscando a Deus e desejando encontrá-lo. (Sabedoria 13, 6)
Usa com ele desta precaução, para que não caia, pois reconhece que (o deus) se não pode ajudar a si mesmo: Com efeito, é uma estátua, que precisa de apoio. (ver nota) (Sabedoria 13, 16)
mas o ídolo, obra das mãos (do homem), é maldito, ele e o seu autor; este, porque de facto o fabricou, e aquele, porque, sendo uma coisa corruptível foi chamado deus. (Sabedoria 14, 8)
Deus aborrece, de facto, igualmente o ímpio e a sua impiedade. (Sabedoria 14, 9)
Por esta causa serão também julgados os ídolos das nações, porque, no meio da criação de Deus, tornaram-se uma abominação, objecto de escândalo para as almas dos homens, e um laço para os pés dos insensatos. (ver nota) (Sabedoria 14, 11)
Foi a vaidade dos homens que os introduziu no mundo, e por isso, em breve, se verá o seu fim, decidido por Deus. (Sabedoria 14, 14)
Penetrado um pai de dor amarga, fez a imagem de seu filho, que prematuramente lhe tinha sido arrebatado, e aquele, que não era mais que um morto, começou a adorar como deus, transmitindo aos seus servos ritos secretos e cerimônias. (Sabedoria 14, 15)
o vulgo, seduzido pela beleza da obra, tomou por um Deus aquele que até ali tinha honrado como homem. (Sabedoria 14, 20)
Como se não bastasse terem errado acerca do conhecimento de Deus, os homens, vivendo em grande guerra de ignorância, deram o nome de paz a tão grandes males. (ver nota) (Sabedoria 14, 22)