Löydetty 5891 Tulokset: Fé
Então, pegando em seu filho primogênito, que havia de reinar depois dele, ofereceu-o em holocausto sobre a muralha. Houve uma grande indignação em Israel, e logo (os Israelitas) se retiraram dali e voltaram para o seu país. (II Reis 3, 27)
Ora uma mulher, dentre as mulheres dos filhos dos profetas, gritou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu, e tu sabes que teu servo era temente ao Senhor; agora veio o credor para me levar os meus dois filhos para os fazer seus escravos. (II Reis 4, 1)
depois entra e fecha a tua porta, quando estiveres de dentro tu e teus filhos, e deita do azeite em todas estas vasilhas; à medida que se forem enchendo, vai-as pondo à parte. (II Reis 4, 4)
Foi, pois, a mulher, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; os filhos chegavam-lhe as vasilhas, e ela as enchia. (II Reis 4, 5)
Foi, então, ela, e referiu tudo ao homem de Deus. Ele disse; Vai, vende o azeite e paga ao teu credor. Depois disso, tu e teus filhos vivei do resto. (II Reis 4, 7)
Aconteceu também que Eliseu, um dia, passava por Sunam, onde havia uma mulher rica, a qual o deteve para tomar alimento. Depois, todas as vezes que ali passava, ia pousar em sua casa, para tomar a sua refeição. (II Reis 4, 8)
E o menino cresceu. Tendo ido um dia ter com seu pai, que estava com os ceifeiros, (II Reis 4, 18)
Ela subiu, pôs o menino em cima da cama do homem de Deus, fechou a porta e saiu. (II Reis 4, 21)
Quando, porém, chegou junto do homem de Deus, no monte, abraçou os seus pés. Gliezi aproximou-se para a retirar, mas o homem de Deus disse-lhe: Deixa-a, porque a sua alma está em amargura, e o Senhor mo encobriu, nada me manifestou. (II Reis 4, 27)
Depois de entrar, cerrou a porta sobre si e sobre o menino, e fez oração ao Senhor. (II Reis 4, 33)
Eliseu voltou para Galgala. Ora neste país havia fome. Como os filhos dos profetas habitavam com ele, disse a um dos seus criados: Pega numa panela grande e faze de comer para os filhos dos profetas. (II Reis 4, 38)
Deram delas aos companheiros para comerem. Eles, tendo provado do cozido, gritaram, dizendo: Homem de Deus, a panela tem coisa mortífera. E não puderam comer. (II Reis 4, 40)