Löydetty 2395 Tulokset: Eva
O teu pescoço é como uma torre de marfim. Os teus olhos são como as piscinas de Hesebon, que estão situadas junto da porta de Bat-Rabim. O teu nariz é como a torre do Líbano, que olha para Damasco. A tua cabeça levanta-se como o monte Carmelo; os cabelos da tua cabeça são como a púrpura; um rei ficou preso às suas madeixas. (Cântico dos Cânticos 7, 4)
Levantemo-nos de manhã para ir às vinhas, vejamos se a vinha lançou rebentos, se as flores se abrem, se as romãzeiras estão em flor. Aí te darei o meu amor. (Cântico dos Cânticos 7, 12)
Quem me dera ter-te por irmão, amamentado aos seios de minha mãe, para que, encontrando-te fora, eu te pudesse beijar, sem que ninguém me desprezasse! Eu te tomaria e te levaria a casa de minha mãe. Dar-te-ia a beber vinho perfumado, mosto da minhas romãs. (ver nota) (Cântico dos Cânticos 8, 1)
Comparecerão medrosos com a lembrança dos seus pecados, e as suas iniquidades se levantarão contra eles para os acusar. (Sabedoria 4, 20)
Então o justo se levantará com grande afouteza, em presença daqueles que o atribularam, e que desprezaram os seus trabalhos. (Sabedoria 5, 1)
Com efeito a esperança do ímpio é como a poeira levada pelo vento, como a espuma ténue, espalhada pela tempestade, como o fumo, dissipado pela aragem, e como a lembrança do hóspede dum dia que passa. (Sabedoria 5, 15)
O sopro da Omnipotência se levantará contra eles, e como um redemoinho os espalhará; assim a iniquidade reduzirá a um deserto toda a terra, e a malícia deitará abaixo os tronos dos poderosos. (Sabedoria 5, 24)
Aquele que se levanta de manhã cedo para a possuir não terá trabalho, porque a encontrará sentada à sua porta. (Sabedoria 6, 15)
Por isso os justos levaram os despojos dos ímpios, celebraram, Senhor, o teu santo nome, e, unânimemente, cantaram a tua mão protectora, (Sabedoria 10, 20)
Não há rei nem tirano que possa levantar-se contra ti a pedir contas daqueles que castigaste. (Sabedoria 12, 14)
Um outro ainda, fazendo tenção de se fazer ao mar, preparando-se para atravessar as impetuosas ondas, invoca um madeiro mais frágil do que o barco que o leva. (Sabedoria 14, 1)
Não é o poder daqueles, por quem juraram, mas a pena devida aos pecadores que anda sempre no alcance da prevaricação dos injustos. (Sabedoria 14, 31)