Löydetty 858 Tulokset: Desejo De Vida
Quem sabe o que é bom para o homem na vida. durante os dias da sua vida de vaidade, que passa como a sombra? Ou quem lhe poderá mostrar o que está para suceder depois dele debaixo do sol? (Eclesiastes 7, 1)
Porque, assim como a sabedoria protege, assim também protege o dinheiro; mas a sabedoria tem a vantagem de dar a vida (sobrenatural) ao seu possuidor. (Eclesiastes 7, 13)
A felicidade não é para o mau; como a sombra, não terá largos dias de vida, porque não teme ao Senhor. (Eclesiastes 8, 13)
Portanto louvei a alegria (do justo), visto não ter o homem debaixo do sol outro bem, senão comer, beber e alegrar-se; é isto que o acompanha no seu trabalho, durante os dias de vida, que Deus lhe dá debaixo do sol. (ver nota) (Eclesiastes 8, 15)
Isto é o que há de pior entre tudo o que se passa debaixo do sol; que haja para todos a mesma sorte; daqui vem que os corações dos filhos dos homens se enchem de malícia e que a loucura habita no seu coração, durante a vida; depois disto, (serão conduzidos) à habitação dos mortos. (Eclesiastes 9, 3)
Goza da vida, com tua amada companheira, durante todos os dias da tua vida fugaz, que (Deus) te dá debaixo do sol durante todo o tempo da tua vaidade (vida frágil), porque esta é a tua parte na vida e no trabalho com que te afadigas debaixo do sol. (Eclesiastes 9, 9)
Fazem-se festins para haver satisfação; o vinho alegra a vida e o dinheiro serve para tudo. (Eclesiastes 10, 19)
Nessa altura (da vida) terão medo também (de subir) aos lugares altos, terão sobressaltos no caminho. A amendoeira florescerá, o gafanhoto engordará, e a alcaparra perderá as suas propriedades, porque o homem irá para a 'casa da sua eternidade, enquanto os carpidores percorrem as ruas. (Eclesiastes 12, 5)
Não procureis ansiosos a morte com os descaminhos da vossa vida, nem atraiais a perdição com as obras das vossas mãos. (ver nota) (Sabedoria 1, 12)
Dizem, com efeito, (os ímpios) no desvairamento dos pensamentos: O tempo da nossa vida é curto e cheio de tédio, não há remédio quando chega a morte, e também não se conhece ninguém que tenha voltado da morada dos mortos. (Sabedoria 2, 1)
Por acaso viemos à existência, e depois desta vida seremos como se nunca tivéramos sido. A respiração nos nossos narizes é um fumo, e o pensamento é uma centelha (que salta) do bater do nosso coração. (Sabedoria 2, 2)
Apagada ela, será o nosso corpo reduzido a cinza, e o espírito se dissipará como um ar subtil. A nossa vida se desvanecerá como o rasto duma nuvem, e se dissipará como um nevoeiro, afugentado pelos raios do sol, desfeito pelo seu calor. (Sabedoria 2, 3)