Mosaico decorativo

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  • E Daniel gozou, desde então, de uma alta consideração entre seus concidadãos. (Daniel 13, 64)

  • Ora, os babilônios tinham um ídolo chamado Bel, cuja despesa diária era de doze artabes de farinha, quarenta carneiros e seis medidas de vinho. (Daniel 14, 3)

  • O rei disse-lhe um dia: “Por que não adoras Bel?”. “Porque” – respondeu Daniel, “não venero ídolo feito pela mão do homem, mas sim o Deus vivo que criou o céu e a terra e que exerce seu poder sobre todo homem.” (Daniel 14, 5)

  • “Assim sendo” – continuou o rei –, “Bel não te parece ser um deus vivo! Não vês o que ele come e o que ele bebe todos os dias?” (Daniel 14, 6)

  • Daniel pôs-se a rir: “Desengana-te, ó rei” – disse ele –, “este deus é de barro por dentro e de bronze por fora, e ele nunca comeu coisa alguma”. (Daniel 14, 7)

  • Os sacerdotes de Bel eram setenta em número, sem contar suas mulheres e filhos. O rei foi com Daniel ao templo de Bel. (Daniel 14, 9)

  • Tinham completa confiança, porque debaixo da mesa haviam feito uma abertura secreta, pela qual pene­travam habitualmente para consumir as oferendas. (Daniel 14, 12)

  • Durante a noite, os sacerdotes introduziram-se como de costume (no templo) com suas mulheres e filhos, comeram e beberam tudo. (Daniel 14, 14)

  • “Vejo, de fato” – respondeu o rei – “passos de homens, de mulheres e de crianças.” E uma cólera violenta apoderou-se dele. (Daniel 14, 19)

  • Então, mandou prender os sacer­dotes com suas mulheres e filhos, os quais lhe mostraram as entradas secretas por onde se introduziam para vir consumir o que havia na mesa. (Daniel 14, 20)

  • Lá havia também um grande dragão, que os babilônios veneravam. (Daniel 14, 22)

  • O rei disse a Daniel: “Pretenderás também dizer que aquele é de bronze? Vive, come, bebe. Tu não podes negar que seja um deus vivo. (Daniel 14, 23)


"O trabalho é tão sagrado como a oração". São Padre Pio de Pietrelcina