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“Eis a prescrição legal que o Senhor vos dá: Dize aos israelitas que te tragam uma vaca vermelha sem defeito, sem mancha e que não tenha ainda levado o jugo. (Números 19, 2)
Um homem puro recolherá a cinza da vaca e a deporá em um lugar puro fora do acampamento, onde será guardada pela assembleia dos israelitas para a água lustral. Esse é um sacrifício pelo pecado.* (Números 19, 9)
Aquele que tiver recolhido a cinza da vaca lavará suas vestes e será impuro até a tarde. Essa será uma lei perpétua para os israelitas e para o estrangeiro que habita no meio deles. (Números 19, 10)
Quem tocar o cadáver de um homem qualquer será impuro sete dias. (Números 19, 11)
Todo que tiver tocado o cadáver de um homem qualquer, e não se purificar, manchará a casa do Senhor. Essa pessoa será eliminada de Israel. Não tendo corrido sobre ela a água lustral, ficará impura, e sua impureza permanecerá sobre ela. (Números 19, 13)
Esta é a lei: Tudo o que penetrar na tenda em que morrer um homem será impuro durante sete dias, e igualmente tudo o que ali se encontrar. (Números 19, 14)
Se alguém, em pleno campo, tocar em um homem morto pela espada, em um cadáver, em ossos humanos, ou em um sepulcro, será impuro durante sete dias. (Números 19, 16)
Para quem se tiver assim manchado, se tomará da cinza da vítima queimada pelo pecado, e se despejará por cima dela, dentro de um vaso, água viva. (Números 19, 17)
Em seguida, um homem puro, depois de ter molhado nela um hissopo, aspergirá com ele a tenda, todo o seu mobiliário, todas as pessoas que aí se encontram, bem como a pessoa que tocou nos ossos, ou no homem assassinado, ou no cadáver, ou no sepulcro. (Números 19, 18)
Essa será para eles uma lei perpétua. Aquele que tiver feito a aspersão com a água lustral deverá lavar suas vestes. Todo o que tocar a água lustral será impuro até a tarde.* (Números 19, 21)
Clamamos ao Senhor, ele nos ouviu, e mandou-nos um anjo que nos tirou do Egito. Eis-nos agora aqui em Cades, cidade situada nos confins de teu território.* (Números 20, 16)
Disseram-lhe os israelitas: “Tomaremos a estrada comum, e se bebermos de tua água, eu e os meus rebanhos, te pagarei o preço. Não há perigo algum; só queremos passar”. (Números 20, 19)