Mosaico decorativo

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  • Pois, quem pode saber o que é bom para o homem na vida, durante os dias de sua vã existência, que ele atravessa como uma sombra? Quem poderá dizer ao homem o que acontecerá depois dele debaixo do sol? (Eclesiastes 6, 12)

  • Mas não haverá felicidade para o ímpio que, como sombra, não prolongará sua vida, porque ele não teme a Deus. (Eclesiastes 8, 13)

  • Tudo o que tua mão encontra para fazer, faze-o com todas as tuas faculdades, pois que na região dos mortos, para onde vais, não há mais trabalho, nem ciência, nem inteligência, nem sabedoria. (Eclesiastes 9, 10)

  • Não digas mal do rei, nem mesmo em pensamento! Mesmo dentro de teu quarto, não digas mal do poderoso. Porque um passarinho do céu poderia levar tua palavra, e as aves repetirem tuas frases. (Eclesiastes 10, 20)

  • Semeia a tua semente desde a manhã e não deixes tuas mãos ociosas até a noite. Porque não sabes o que terá bom êxito, se isto ou aquilo, ou se ambas as coisas são igualmente úteis. (Eclesiastes 11, 6)

  • Arrasta-me após ti; corramos! O rei introduziu-me nos seus aposentos. Exultaremos de alegria e de júbilo em ti. Tuas carícias nos inebriarão mais que o vinho. Quanta razão há de te amar! (Cântico dos Cânticos 1, 4)

  • Tuas faces são graciosas entre os brincos, e o teu pescoço entre colares de pérolas. (Cântico dos Cânticos 1, 10)

  • – Como a macieira entre as árvores da floresta, assim é o meu amado entre os jovens; gosto de sentar-me à sua sombra, e seu fruto é doce à minha boca. (Cântico dos Cânticos 2, 3)

  • Como são deliciosas as tuas carícias, minha irmã, minha noiva! Mais deliciosos que o vinho são teus amores, e o odor dos teus perfumes excede o de todos os aromas! (Cântico dos Cânticos 4, 10)

  • Teus lábios, ó noiva, destilam o mel; há mel e leite sob a tua língua. O perfume de tuas vestes é como o perfume do Líbano. (Cântico dos Cânticos 4, 11)

  • – Como são graciosos os teus pés nas tuas sandálias, filha de príncipe! A curva de teus quadris assemelha-se a um colar, obra de mãos de artista;* (Cântico dos Cânticos 7, 2)

  • A passagem de uma sombra: eis a nossa vida, e nenhum reinício é possível uma vez chegado o fim, porque o selo lhe é aposto e ninguém volta. (Sabedoria 2, 5)


"Diante de Deus ajoelhe-se sempre." São Padre Pio de Pietrelcina