Mosaico decorativo

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  • O levita Coré, guarda da porta oriental, estava encarregado dos dons voluntários feitos a Deus, da distribuição das oferendas feitas ao Senhor e das coisas consagradas. (II Crônicas 31, 14)

  • Foram essas as medidas tomadas por Ezequias em toda a terra de Judá. Praticou o bem, leal e fielmente diante do Senhor, seu Deus. (II Crônicas 31, 20)

  • Em tudo o que empreendeu para o serviço do templo, para a lei e as prescrições, só procurou a vontade de Deus, pondo na sua obra todo o seu coração. Em tudo foi bem-sucedido. (II Crônicas 31, 21)

  • Com ele está um braço de carne, conosco está o Senhor, nosso Deus, para nos auxiliar e combater conosco.” A estas palavras de Ezequias, rei de Judá, o povo recobrou confiança. (II Crônicas 32, 8)

  • Não vedes que Ezequias vos engana para vos fazer perecer de fome e sede, quando vos diz: O Senhor, nosso Deus, nos salvará das mãos do rei da Assíria? (II Crônicas 32, 11)

  • Entre todos os deuses dessas nações que meus pais exterminaram, qual deles subtraiu sua nação de meu poder, para que vosso Deus vos possa livrar do meu braço? (II Crônicas 32, 14)

  • Não vos deixeis, portanto, iludir por Ezequias, nem seduzir. Não confieis nele. Nenhum deus de nenhuma nação nem de algum reino pôde livrar seu povo de minha mão, nem da mão de meus pais. Quanto menos vossos deuses poderiam livrar-vos da minha!”. (II Crônicas 32, 15)

  • Os homens de Sena­querib ajuntaram ainda muitas outras palavras contra o Senhor Deus e seu servo Ezequias, seu servo. (II Crônicas 32, 16)

  • Ele escreveu também uma carta cheia de ultrajes contra o Senhor, Deus de Israel, na qual o atacava dizendo: “Assim como os deuses das nações não puderam subtraí-las de minha mão, assim também o Deus de Ezequias não poderá livrar seu povo da minha”. (II Crônicas 32, 17)

  • Falavam do Deus de Jerusalém como dos deuses das nações pagãs que não passam de obras feitas pela mão do homem. (II Crônicas 32, 19)

  • E o Senhor enviou um anjo que exterminou todo o exército do rei da Assíria, no próprio acampamento, com os chefes e os generais. E o rei voltou para a sua terra inteiramente confuso. Quando ele entrava no templo de seu deus, seus filhos, saídos de sua própria carne, assassinaram-no com um golpe de espada. (II Crônicas 32, 21)

  • Todavia, quando os chefes da Babilônia lhe enviaram mensageiros para se informar do prodígio que tinha acontecido na terra, Deus o abandonou para provar e conhecer o âmago de seu coração. (II Crônicas 32, 31)


"Submeter-se não significa ser escravo, mas ser livre para receber santos conselhos." São Padre Pio de Pietrelcina