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Cada vez que, por meio dos levitas, era o cofre levado para a inspeção do rei – o que acontecia quando o dinheiro se acumulava –, o escriba real e um comissário do sumo sacerdote esvaziavam-no e depois os levitas iam colocá-lo no lugar. Assim faziam dia após dia, e recolheram dinheiro em abundância. (II Crônicas 24, 11)
O rei e Joiada entregavam o dinheiro ao empreiteiro das obras do templo. Este contratava os carpinteiros, os canteiros e os trabalhadores que modelavam o ferro e o bronze, para restaurar e reparar o Templo do Senhor. (II Crônicas 24, 12)
Enquanto lhe falava o profeta, Amasias lhe disse: “Foste tu nomeado conselheiro do rei? Vai-te embora, se não queres que eu te mate!”. O profeta retirou-se, dizendo: “Sei que Deus decretou tua perda, porque te portaste mal e não queres ouvir minha advertência”. (II Crônicas 25, 16)
Construiu também torres no deserto, onde cavou numerosos poços, pois possuía ali numerosos rebanhos, tanto na planície como no planalto. Tinha lavradores e vinhateiros nas montanhas e nos pomares, porque se interessava pela agricultura. (II Crônicas 26, 10)
Puseram-se a reunir seus irmãos e depois de se terem santificado, vieram, por ordem do rei e conforme as palavras do Senhor, purificar o templo. (II Crônicas 29, 15)
Em seguida, o rei e os chefes ordenaram aos levitas que cantassem um cântico ao Senhor, com as palavras de Davi e de Asaf, o vidente. Cantaram esse hino com júbilo. Depois, inclinaram-se em adoração. (II Crônicas 29, 30)
Ezequias então tomou a palavra: “Agora – disse ele – que estais consagrados ao Senhor, aproximai-vos e oferecei sacrifícios e ações de graças no Templo do Senhor”. E a multidão levou vítimas para oferecê-las em ações de graças, como também holocaustos, tanto quanto cada um queria oferecer voluntariamente. (II Crônicas 29, 31)
Também em Judá, a mão de Deus operou sobre os habitantes para dar-lhes um mesmo desejo de executar o mandato do rei e de seus chefes, conforme a palavra do Senhor. (II Crônicas 30, 12)
Ezequias dirigiu palavras de encorajamento a todos os levitas que se tinham mostrado compreensivos no serviço do Senhor. Durante sete dias comeram as vítimas da festa, ofereceram sacrifícios pacíficos e glorificaram o Senhor, o Deus de seus pais. (II Crônicas 30, 22)
Com ele está um braço de carne, conosco está o Senhor, nosso Deus, para nos auxiliar e combater conosco.” A estas palavras de Ezequias, rei de Judá, o povo recobrou confiança. (II Crônicas 32, 8)
Os homens de Senaquerib ajuntaram ainda muitas outras palavras contra o Senhor Deus e seu servo Ezequias, seu servo. (II Crônicas 32, 16)
Falavam do Deus de Jerusalém como dos deuses das nações pagãs que não passam de obras feitas pela mão do homem. (II Crônicas 32, 19)