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ela respondeu: “Eis o que diz o Senhor, Deus de Israel: ‘Dizei àquele que vos mandou ter comigo: (II Reis 22, 15)
Assim fala o Senhor: Vou mandar a calamidade sobre esse lugar e sobre os seus habitantes, conforme todas as ameaças do livro que o rei de Judá leu, (II Reis 22, 16)
porque eles me abandonaram e queimaram incenso a deuses estrangeiros, irritando-me com a sua conduta; minha indignação inflamou-se contra essa terra e não se extinguirá mais’. (II Reis 22, 17)
Quanto ao rei de Judá, que vos mandou consultar o Senhor, lhe falarei: ‘Isto diz o Senhor: (II Reis 22, 18)
Porque ouviste as palavras do livro e o teu coração se abrandou e te humilhaste diante do Senhor ao ouvir minha sentença contra esse lugar e contra os seus habitantes, condenando-os a ser objeto de espanto e de maldição, porque rasgaste as tuas vestes e choraste diante de mim, eu também te ouvi, diz o Senhor. (II Reis 22, 19)
Por isso, vou reunir-te a teus pais e serás sepultado em paz no teu sepulcro, para que os teus olhos não vejam as calamidades que vou mandar sobre essa terra’.” Eles referiram ao rei o que a profetisa respondera. (II Reis 22, 20)
O rei, de pé na tribuna, renovou a aliança em presença do Senhor, comprometendo-se a seguir o Senhor, a observar os seus mandamentos, suas instruções e suas leis, de todo o seu coração e de toda a sua alma e a cumprir todas as cláusulas da aliança contida no livro. Todo o povo concordou com essa aliança. (II Reis 23, 3)
Mandou tirar do Templo do Senhor o ídolo Asserá e levá-lo para fora de Jerusalém, para o vale do Cedron, onde o queimaram. Depois de tê-lo reduzido a cinzas, mandou-as lançar sobre os sepulcros do povo. (II Reis 23, 6)
O rei destruiu os altares que tinham sido construídos pelos reis de Judá no terraço da câmara superior de Acaz e os que Manassés tinha levantado nos dois átrios do Templo do Senhor; quebrou-os, levou-os dali e lançou as cinzas deles na torrente do Cedron. (II Reis 23, 12)
Seus servos transportaram seu cadáver num carro, de Meguido a Jerusalém, e o sepultaram em seu túmulo. O povo elegeu então Joacaz, filho de Josias, que foi ungido e aclamado rei em lugar de seu pai. (II Reis 23, 30)
O faraó Necao acorrentou-o em Rebla, na terra de Emat, de modo que ele não reinou mais em Jerusalém e impôs à terra uma contribuição de cem talentos de prata e um talento de ouro. (II Reis 23, 33)
Joaquim deu ao faraó a prata e o ouro exigidos. Mas, para fornecer o peso estipulado, exigiu-o do povo, fixando a quantia que cada um devia pagar e levantou essa contribuição de ouro e de prata para dar ao faraó Necao. (II Reis 23, 35)