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Se, porém, não observardes meus preceitos acerca da santificação do sábado, e a respeito da abstenção de transportar fardos pelas portas da cidade no dia de sábado, porei fogo nessas portas, e ele consumirá os palácios de Jerusalém, sem que ninguém possa extingui-lo”. (Jeremias 17, 27)
Assim, portanto, dirige-te agora nestes termos à gente de Judá e aos habitantes de Jerusalém: Eis o que diz o Senhor: nutro o desígnio de lançar-vos uma desgraça, tenciono um projeto contra vós. Voltai todos, portanto, do mau caminho, emendai vosso proceder e vossos atos. (Jeremias 18, 11)
Tu lhes dirás, então: Escutai a palavra do Senhor, reis de Judá e vós todos, habitantes de Jerusalém. Eis o que diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Sobre este lugar vou mandar desgraça tamanha que fará tinir os ouvidos a quem dela ouvir falar. (Jeremias 19, 3)
Aí aniquilarei os planos de Judá e Jerusalém, e ordenarei que caiam seus habitantes sob a espada dos inimigos e pelas mãos daqueles que odeiam a sua vida. Entregarei seus cadáveres como pasto às aves do céu e aos animais da terra. (Jeremias 19, 7)
As casas de Jerusalém e os palácios dos reis de Judá ficarão imundos como o solo de Tofet, casas sobre cujos tetos foi queimado o incenso às milícias dos céus e oferecidas libações a deuses estranhos”. (Jeremias 19, 13)
Sua pompa fúnebre será qual a do asno, e o arrastarão, jogando-o para fora das portas de Jerusalém. (Jeremias 22, 19)
Mas entre os profetas de Jerusalém vejo coisas hediondas: adultério e hipocrisia. Encorajam os maus, para que nenhum se converta da maldade. A meus olhos são todos iguais a Sodoma e seus congêneres semelhantes a Gomorra.* (Jeremias 23, 14)
Por isso, eis o oráculo do Senhor dos exércitos, contra os profetas: vou nutri-los com absinto, e dar-lhes de beber águas contaminadas. Porquanto, é pela atitude dos profetas de Jerusalém que a impiedade invadiu a terra. (Jeremias 23, 15)
Fez-me o Senhor contemplar esta visão: colocadas diante do Templo do Senhor estavam duas cestas de figos. Isso foi depois que Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia deportado de Jerusalém Jeconias, filho de Joaquin, rei de Judá, juntamente com os chefes de Judá, e seus carpinteiros e serralheiros.* (Jeremias 24, 1)
E, à semelhança do que acontece aos maus figos, que por demais estragados já não são comíveis, assim também farei, diz o Senhor, de Sedecias, rei de Judá, dos seus chefes e do resto da população de Jerusalém que permanece nesta terra ou que no Egito se haja refugiado. (Jeremias 24, 8)
e que o profeta Jeremias tornou conhecido de todo o povo de Judá e dos habitantes de Jerusalém: (Jeremias 25, 2)
Jerusalém e as cidades de Judá, seus reis e chefes, para transformar tudo em um deserto, em uma desolação ante a qual se há de escarnecer, exemplo que será citado entre as maldições, como hoje se vê; (Jeremias 25, 18)