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e, como o rei lhe perguntasse que homem julgava ele que pudesse enviar ainda uma vez a Jerusalém, respondeu: (II Macabeus 3, 37)
Prometia-lhe, além disso, pagar outros cento e cinquenta talentos, se lhe fosse dado o poder de fundar um ginásio e uma efebia e de receber as inscrições dos antioquenos de Jerusalém.* (II Macabeus 4, 9)
o ímpio Jasão mandou um grupo de antioquenos de Jerusalém levar trezentas dracmas de prata para o sacrifício de Héracles, mas os próprios portadores julgaram a coisa inconveniente e acharam melhor empregá-las em outras despesas. (II Macabeus 4, 19)
Apolônio, filho de Menesteu, tinha sido enviado ao Egito, por ocasião da posse do rei Filométor. Antíoco soube que este rei se lhe tornara hostil e procurou pôr-se em segurança. Veio, pois, a Jope e de lá dirigiu-se a Jerusalém. (II Macabeus 4, 21)
Ora, em Jerusalém, Lisímaco, de acordo com Menelau, multiplicou os roubos sacrílegos e, divulgado o rumor, o povo revoltou-se contra Lisímaco, porque muitos objetos de ouro haviam sido levados. (II Macabeus 4, 39)
Contudo, por motivo de seu ódio para com os judeus, deixou atrás de si oficiais com a incumbência de molestar o povo. Em Jerusalém, Filipe, da Frígia, mais bárbaro ainda que seu senhor; (II Macabeus 5, 22)
Chegou pois este a Jerusalém, fingindo intenções pacíficas. Esperou até o dia santo de sábado e, apanhando os judeus desocupados, ordenou às suas tropas pegarem em armas. (II Macabeus 5, 25)
Mandou-o também profanar o templo de Jerusalém, dedicá-lo a Júpiter Olímpico e consagrar o do monte Garizim, segundo o caráter dos habitantes do lugar, a Júpiter Hospitaleiro.* (II Macabeus 6, 2)
As armas que eles haviam recolhido foram colocadas diligentemente em lugares seguros e levaram a Jerusalém o resto dos despojos. (II Macabeus 8, 31)
Quando celebraram a festa da vitória em Jerusalém, queimaram, dentro de uma pequena casa onde se haviam refugiado, Calístenes e os que haviam incendiado as portas do templo, infligindo-lhes assim o justo castigo de seu sacrilégio. (II Macabeus 8, 33)
E ele, que tinha prometido pagar o tributo aos romanos com o dinheiro que tiraria da venda dos cativos de Jerusalém, publicou que os judeus possuíam um protetor e que se tornavam invulneráveis quando observavam as leis estabelecidas por esse defensor. (II Macabeus 8, 36)
Num arroubo de cólera, resolveu desforrar imediatamente nos judeus o mal que lhe haviam feito os que o tinham obrigado a fugir. Deu ordem ao condutor de seu carro de prosseguir sem parar, a fim de conseguir o mais depressa possível seu intento. Na realidade, a sentença do céu já havia caído sobre ele. Exclamava com presunção: “Assim que chegar, farei de Jerusalém o sepulcro dos judeus”. (II Macabeus 9, 4)