Mosaico decorativo

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  • Então o rei ordenou a Doeg: “Vamos, fere-os”. E Doeg, o edomita, aproximou-se e foi ele quem matou os sacerdotes. Massacrou naquele dia oitenta e cinco homens que vestiam o efod de linho. (I Samuel 22, 18)

  • Davi consultou o Senhor: “Devo ferir os filisteus?”. O Senhor respondeu: “Vai; tu os ferirás e libertarás Ceila”. (I Samuel 23, 2)

  • Saul foi informado de que Davi se encontrava em Ceila e disse: “Deus entregou-o nas minhas mãos, pois foi encerrar-se em uma cidade com portas e ferrolhos”. (I Samuel 23, 7)

  • Dez dias depois Nabal, ferido pelo Senhor, morreu. (I Samuel 25, 38)

  • Que o rei, meu senhor, digne-se ouvir as palavras do seu servo: se é o Senhor quem te excita contra mim, receba ele o perfume de uma oferenda! Mas, se são homens, sejam eles malditos dian­te do Senhor; porque me expulsam para tirar minha parte da herança do Senhor! E dizem-me: ‘Vai servir a deuses estranhos!’. (I Samuel 26, 19)

  • A mulher tinha em casa um bezerro cevado. Matou-o depressa e, tomando farinha, amassou-a, fazendo com ela pães sem fermento. (I Samuel 28, 24)

  • Tendo Davi e seus homens chega-do a Siceleg ao terceiro dia, com sua tropa, tinham os amalecitas feito uma incursão no Negueb e em Siceleg, ferindo e incendiando a cidade. (I Samuel 30, 1)

  • Davi feriu-os do romper do dia à tarde do dia seguinte e só escaparam quatrocentos homens, que fugiram montados em camelos. (I Samuel 30, 17)

  • Entretanto, os filisteus atacaram Israel e os israelitas fugiram diante deles, caindo feridos de morte no monte de Gelboé. (I Samuel 31, 1)

  • A violência do combate concentrou-se contra Saul. Os arqueiros descobriram-no e ele foi ferido no ventre.* (I Samuel 31, 3)

  • E, chamando um dos seus homens, Davi disse-lhe: “Vem, mata-o!”. O homem o feriu e ele morreu. (II Samuel 1, 15)

  • mas com o sangue de feridos, com a gordura de guerreiros, o arco de Jônatas jamais recuou, a espada de Saul jamais brandiu em vão! (II Samuel 1, 22)


"O amor e o temor devem sempre andar juntos. O temor sem amor torna-se covardia; o amor sem temor torna-se presunção." São Padre Pio de Pietrelcina