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Os levitas da linhagem de Caat e de Coré levantaram-se para louvar o Senhor, Deus de Israel, em alta voz. (II Crônicas 20, 19)
Então, avançou Josafá com seu exército para despojá-los e encontraram riquezas, vestimentas e objetos preciosos em abundância. Agarraram em tal quantidade que não puderam levar tudo. A pilhagem durou três dias, pois o despojo era enorme. (II Crônicas 20, 25)
Os homens de Judá e de Jerusalém, tendo à frente deles Josafá, retomaram alegres o caminho da cidade, pois o Senhor tinha levado ao máximo sua alegria, livrando-os de seus inimigos. (II Crônicas 20, 27)
Eles subiram a Judá, irromperam por toda a parte, pilharam todas as riquezas que estavam amontoadas no palácio real e levaram seus filhos com suas mulheres, de modo que só lhe ficou Joacaz, o filho mais novo.* (II Crônicas 21, 17)
Agarraram então o próprio Ocozias e o prenderam em Samaria, estava escondido. Levaram-no a Jeú e este o mandou matar. Foi-lhe dada uma sepultura, porque os homens diziam: “É um filho daquele Josafá, que buscara o Senhor de todo o seu coração”. Assim, não havia ninguém da família de Ocozias que estivesse em condições de reinar. (II Crônicas 22, 9)
Em seguida, publicou-se em Judá e em Jerusalém que levassem ao Senhor a contribuição imposta a Israel no deserto, por Moisés, servo do Senhor. (II Crônicas 24, 9)
Cada vez que, por meio dos levitas, era o cofre levado para a inspeção do rei – o que acontecia quando o dinheiro se acumulava –, o escriba real e um comissário do sumo sacerdote esvaziavam-no e depois os levitas iam colocá-lo no lugar. Assim faziam dia após dia, e recolheram dinheiro em abundância. (II Crônicas 24, 11)
Entretanto, os homens da tropa que Amasias tinha licenciado, não os deixando ir para a guerra com ele, saquearam as cidades de Judá desde Samaria até Bet-Horon. Mataram três mil homens e levaram um considerável despojo. (II Crônicas 25, 13)
Apoderou-se de todo o ouro e prata, assim como dos utensílios que se encontravam no templo, em casa de Obed-Edom e nos tesouros do palácio real; e retornou a Samaria, levando reféns. (II Crônicas 25, 24)
Levantou torres fortificadas em Jerusalém, na porta do ângulo, na porta do vale e no ângulo. (II Crônicas 26, 9)
Resistiram ao rei Ozias e lhe disseram: “Não compete a ti, Ozias, queimar incenso ao Senhor, mas aos sacerdotes da estirpe de Aarão, que foram consagrados para esse fim. Sai do santuário, porque prevaricaste e isso não será para ti honra diante do Senhor Deus”. (II Crônicas 26, 18)
Fez guerra ao rei dos amonitas e venceu-os. Nesse ano, os amonitas pagaram-lhe um tributo de cem talentos de prata, dez mil coros de trigo e dez mil de cevada. Fizeram o mesmo no segundo e no terceiro anos. (II Crônicas 27, 5)