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À sua passagem, muitas pessoas estendiam seus mantos no caminho. (São Lucas 19, 36)
Nesse momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: “Mestre, repreende os teus discípulos”. (São Lucas 19, 39)
Ele respondeu: “Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!”. (São Lucas 19, 40)
“Oh! Se também tu, ao menos neste dia que te é dado, conhecesses o que te pode trazer a paz!... Mas não, isso está oculto aos teus olhos. (São Lucas 19, 42)
eles destruirão a ti e a teus filhos que estiverem dentro de ti, e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste o tempo em que foste visitada”.* (Mt 21,12s = Mc 11,15-19) (São Lucas 19, 44)
Disse ele: “Está escrito: A minha casa é casa de oração! Mas vós a fizestes um covil de ladrões” (Is 56,7; Jr 7,11). (São Lucas 19, 46)
Eles começaram a raciocinar entre si, dizendo: “Se dissermos: Do céu, ele dirá: Por que razão, pois, não crestes nele? (São Lucas 20, 5)
Se, porém, dissermos: Dos homens, todo o povo nos apedrejará, porque está convencido de que João era profeta”. (São Lucas 20, 6)
Replicou-lhes também Jesus: “Nem eu vos direi com que direito faço estas coisas”. (= Mt 21,33-46 = Mc 12,1-12) (São Lucas 20, 8)
Então, Jesus propôs-lhes esta parábola: “Um homem plantou uma vinha, arrendou-a a vinhateiros e ausentou-se por muito tempo para uma terra estranha. (São Lucas 20, 9)
No tempo da colheita, enviou um servo aos vinhateiros para que lhe dessem do produto da vinha. Estes o feriram e o reenviaram de mãos vazias. (São Lucas 20, 10)
Tornou a enviar outro servo; eles feriram também a este, ultrajaram-no e despediram-no sem coisa alguma. (São Lucas 20, 11)