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E como os assírios iam fugindo desordenadamente, os israelitas que os perseguiam juntos, formados em batalhão, destroçavam todos os que podiam atingir. (Judite 15, 4)
Não havia para os judeus senão felicidade, alegria e cantos de triunfo. (Ester 8, 16)
como sendo dias em que tinham sido postos a salvo dos ataques de seus inimigos e mês em que sua angústia tinha sido trocada em alegria e sua dor em felicidade. Deviam, pois, nesses dias, oferecer alegres banquetes, dar-se presentes e praticar generosidade com os pobres. (Ester 9, 22)
Porque o judeu Mardoqueu era o primeiro depois do rei Assuero. Ele gozava de grande consideração entre os judeus e era amado pela multidão de seus irmãos. Procurava o bem de seu povo e falava a favor da felicidade de toda a sua nação. Traduzi com toda a fidelidade o que se acha no texto hebraico. As passagens que seguem encontrei-as apenas na edição “vulgata” (isto é, “divulgada”) em língua e caracteres gregos e as coloquei aqui no fim do livro, marcadas – como é nosso costume – com o óbelo, quero dizer, o sinal distintivo à margem: (Ester 10, 3)
Tenho, pois, perguntado a meus conselheiros como isso se podia realizar e um deles, chamado Amã, superior a todos por sua sabedoria e fidelidade, que ocupa o primeiro lugar depois do rei, (Ester 13, 3)
Apoiava-se sobre uma, como uma pessoa delicada, (Ester 15, 6)
“Falas – respondeu-lhe ele – como uma insensata. Se aceitamos de Deus a felicidade, não deveríamos também aceitar a infelicidade?” Em tudo isso, Jó não pecou por palavras. (Jó 2, 10)
Três amigos de Jó – Elifaz de Temã, Baldad de Suás e Sofar de Naamat – souberam de todo o mal que lhe tinha sucedido, vieram cada um de sua terra e combinaram ir juntos exprimir sua simpatia e suas consolações. (Jó 2, 11)
Por que concede ele a luz aos infelizes e a vida àqueles cuja alma está desconsolada, (Jó 3, 20)
Elifaz de Temã tomou a palavra nestes termos: (Jó 4, 1)
Volta a esperança ao infeliz, e é fechada a boca da iniquidade. (Jó 5, 16)
Lembra-te de que minha vida nada mais é do que um sopro, de que meus olhos não mais verão a felicidade;* (Jó 7, 7)