Mosaico decorativo

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  • Então, um jovem que se achava escondido ali, aproximou-se e pecou com ela. (Daniel 13, 37)

  • Nós nos encontrávamos em um recanto do jardim. Diante de tal desvergonhamento, corremos para eles e os surpreendemos em flagrante delito. (Daniel 13, 38)

  • sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim. Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim”. (Daniel 13, 43)

  • Como a levassem para a morte, o Senhor suscitou o espírito íntegro de um adolescente chamado Daniel, (Daniel 13, 45)

  • Então, no meio de um círculo que se formava, disse: “Israelitas, estais loucos! Eis que condenais uma israelita sem interrogatório, sem conhecer a verdade! (Daniel 13, 48)

  • Recomeçai o julgamento, porque é um falso testemunho a declaração desses dois homens contra ela”. (Daniel 13, 49)

  • “Separai-os um do outro” – exclamou Daniel –, “e eu os julgarei.” Foram separados. (Daniel 13, 51)

  • Vamos! Se realmente a viste, dize-nos debaixo de qual árvore os viste juntos”. “Debaixo de um lentisco” – respondeu. (Daniel 13, 54)

  • Foi assim que sempre fizeste com as filhas de Israel, as quais, por medo, entravam em relação convosco. Mas eis uma filha de Judá que não consentiu no vosso crime.* (Daniel 13, 57)

  • Vamos, dize-me sob qual árvore os surpreendeste em intimidade”. “Sob um carvalho.” (Daniel 13, 58)

  • “Ótimo!” – respondeu Daniel – “Tu também proferiste uma mentira que vai te custar a vida. Eis aqui o anjo do Se­nhor, que empunha a espada, prestes a serrar-te pelo meio para te fazer perecer.”* (Daniel 13, 59)

  • De acordo com a Lei de Moisés, aplicaram o tratamento que tinham querido infligir ao seu próximo: foram mortos. Assim, naquele dia, foi poupada uma vida inocente. (Daniel 13, 62)


"Não sejamos mesquinhos com Deus que tanto nos enriquece." São Padre Pio de Pietrelcina