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Então, ouvi o homem vestido de linho, que estava em cima do rio, jurar, levantando para o céu sua mão esquerda bem como sua mão direita: “Pelo eterno vivo, será em um tempo, tempos e na metade de um tempo, no momento em que a força do povo santo for inteiramente rompida, que todas estas coisas se cumprirão”.* (Daniel 12, 7)
Muitos serão limpos, acrisolados e provados. Os ímpios agirão com perversidade, mas nenhum deles compreenderá, enquanto que os sábios compreenderão. (Daniel 12, 10)
Havia um homem chamado Joaquin, que habitava na Babilônia. (Daniel 13, 1)
Tinha desposado uma mulher chamada Suzana, filha de Helcias, de grande beleza, e piedosa, (Daniel 13, 2)
Joaquin era sumamente rico. Junto à sua casa havia um pomar. Os judeus reuniam-se frequentemente em casa dele, porque gozava de uma particular consideração entre seus compatriotas. (Daniel 13, 4)
Tinham vergonha de declarar um ao outro o desejo que sentiam de possuí-la. (Daniel 13, 11)
Uma vez disseram um ao outro: “Vamos para casa; está na hora do almoço”. Saíram cada um para seu lado. (Daniel 13, 13)
Mas, havendo ambos retrocedido, encontraram-se novamente no mesmo lugar. Perguntando um ao outro qual o motivo de sua volta, confessaram-se sua concupiscência. Combinaram, então, um encontro onde a pudessem surpreender sozinha. (Daniel 13, 14)
Enquanto calculavam qual seria o momento propício, eis que Suzana chegou como de costume, com duas empregadas, e tomou a resolução de banhar-se, pois fazia calor. (Daniel 13, 15)
Se recusares, iremos denunciar-te: diremos que havia um jovem contigo, e que foi por isso que fizeste sair tuas servas.” (Daniel 13, 21)
Não! Prefiro cair, sem culpa alguma, em vossas mãos, do que pecar contra o Senhor”. (Daniel 13, 23)
E um deles, correndo às portas do jardim, abriu-as. (Daniel 13, 25)