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Mas Amasias de nada quis saber. Então, o rei de Israel pôs-se a caminho e encontraram-se ele e Amasias, rei de Judá, em Bet-Sames, cidade de Judá. (II Reis 14, 11)
Tendo sido tramada contra ele uma conspiração em Jerusalém, Amasias fugiu para Laquis. Mas o perseguiram até ali e ele foi morto. (II Reis 14, 19)
Transportaram depois o seu corpo a Jerusalém em cima de cavalos e o sepultaram com seus pais na Cidade de Davi. (II Reis 14, 20)
Todavia, os lugares altos não desapareceram. O povo continuava sacrificando e oferecendo perfumes neles. (II Reis 15, 4)
O restante da história de Selum e a conspiração que tramou, tudo se acha consignado no Livro das Crônicas dos reis de Israel. (II Reis 15, 15)
Todavia, não desapareceram os lugares altos. O povo continuava sacrificando e queimando incenso ali. Joatão edificou a porta superior do Templo do Senhor. (II Reis 15, 35)
Então Rasin, rei da Síria e Pecá, filho de Romelias, rei de Israel, subiram e atacaram Jerusalém; cercaram Acaz, mas não o puderam vencer. (II Reis 16, 5)
Por aquele mesmo tempo, Rasin, rei da Síria, restituiu Elat aos edomitas, depois de ter expulsado dela os filhos de Judá e os edomitas voltaram a Elat, onde estão até o dia de hoje. (II Reis 16, 6)
Acaz tinha enviado delegados a Teglat-Falasar, rei da Assíria, para dizer-lhe: “Eu sou teu servo e teu filho. Vem e livra-me das mãos do rei da Síria e do rei de Israel, que se coligaram contra mim”. (II Reis 16, 7)
Queimou nele o seu holocausto e sua oblação, derramou libações e aspergiu o sangue de seus sacrifícios pacíficos. (II Reis 16, 13)
Depois ordenou ao sacerdote Urias: “Queimarás no grande altar o holocausto da manhã e a oblação da tarde, o holocausto do rei e a sua oblação, o holocausto do povo e a sua oblação e derramarás sobre ele todo o sangue dos holocaustos e dos sacrifícios. Quanto ao altar de bronze, deliberarei eu depois”. (II Reis 16, 15)
Mas tendo o rei da Assíria descoberto uma conspiração tramada por Oseias, o qual enviara mensageiros a Sais, rei do Egito, e cessara de pagar o tributo anual ao rei da Assíria, tomou-o e o pôs em grilhões numa prisão. (II Reis 17, 4)