Encontrados 54 resultados para: Mardoqueu

  • Voltaram com Zorobabel, Josué, Neemias, Saraías, Rae­laías, Naamani, Mardoqueu, Belsã, Mesfar, Beguai, Reum e Baana. Número dos homens do povo de Israel: 335 filhos de Faros: dois mil cento e setenta e dois; filhos de Safatias: trezentos e setenta e dois; filhos de Area: setecentos e setenta e cinco; filhos de Faat-Moab, descendentes de Josué e de Joab: dois mil oitocentos e doze; filhos de Elam: mil duzentos e cinquenta e quatro; filhos de Zetua: novecentos e quarenta e cinco; filhos de Zacai: setecentos e sessenta; filhos de Bani: seiscentos e quarenta e dois; filhos de Bebai: seiscentos e vinte e três; filhos de Azgad: mil duzentos e vinte e dois; filhos de Adonicam: seissentos e sessenta e seis; filhos de Beguai: dois mil e cinquenta e seis; filhos de Adin: quatrocentos e cinquenta e quatro; filhos de Ater do ramo de Ezequias: 98; filhos de Besai: trezentos e vinte e três; filhos de Jora: cento e doze; filhos de Hasum: duzentos e vinte e três; filhos de Gebar: noventa e cinco; filhos de Belém: cento e vinte e três; os homens de Netofa: cinquenta e seis; os homens de Anatot: cento e vinte e oito; filhos de Bet-Azmot: quarenta e dois; filhos de Cariatarim, de Cafira e de Berot: setecentos e quarenta e três; filhos de Ramá e de Geba: seiscentos e vinte e um; homens de Macmas: cento e vinte e dois; filhos de Betel e de Hai: duzentos e vinte e três; filhos de Nebo: cinquenta e dois; filhos de Megbis: cento e cinquenta e seis; filhos de outro Elam: mil duzentos e cinquenta e quatro; filhos de Harim: trezentos e vinte; filhos de Lod, de Hadid e de Ono: setecentos e vinte e cinco; filhos de Jericó: trezentos e quarenta e cinco; filhos de Senaá: três mil seiscentos e trinta. (Esdras 2, 2)

  • Voltaram sob o comando de Zorobabel, Josué, Neemias, Azarias, Raamias, Naamani, Mardoqueu, Belsã, Mesfarat, Beguai, Naume, Baana. (Neemias 7, 7)

  • Ora, havia na fortaleza de Susa, um judeu chamado Mardoqueu, filho de Jair, filho de Semei, filho de Cis, da tribo de Benjamim, (Ester 2, 5)

  • Era o tutor de Edissa – isto é, Ester –, filha de seu tio, órfã de pai e mãe. A moça era de belo porte e agradável de aspecto; na morte de seus pais, Mardoqueu a tinha adotado por filha.* (Ester 2, 7)

  • Ester não tinha revelado sua raça nem sua família, porque Mardoqueu lhe tinha proibido falar disso. (Ester 2, 10)

  • Na segunda vez que reuniram as jovens, Mardoqueu se achava sentado à porta do rei. (Ester 2, 19)

  • Obedecendo à proibição de seu tutor, Ester não tinha revelado nem sua família, nem sua raça. Obedecia ainda a Mardoqueu, como quando estava sob a sua tutela. (Ester 2, 20)

  • Naquele tempo, pois, Mardoqueu se sentava à porta do palácio. Ora, dois eunucos do rei, Gabata e Tares, guardas da entrada, cedendo ao ressentimento, pensaram levantar sua mão contra o rei. (Ester 2, 21)

  • Mardoqueu o soube e deu parte à rainha Ester, e esta o referiu ao rei em nome de Mardoqueu. (Ester 2, 22)

  • Todos os servos do rei, que estavam a serviço de sua porta, dobravam o joelho e prostravam-se diante de Amã, por ordem expressa do rei. Mardoqueu, porém, não queria nem dobrar o joelho, nem prostrar-se. (Ester 3, 2)

  • E como lhe repetissem isso todos os dias, sem que ele fizesse conta, denunciaram-no a Amã, para ver se Mardoqueu persistiria em sua resolução, pois ele lhes havia dito que era judeu. (Ester 3, 4)

  • Amã viu que Mardoqueu não queria nem inclinar-se, nem prostrar-se diante dele e isso o pôs em cólera. (Ester 3, 5)


“Que Nossa Senhora nos obtenha o amor à cruz, aos sofrimentos e às dores.” São Padre Pio de Pietrelcina