Encontrados 4499 resultados para: Że
Vamos, dize-me sob qual árvore os surpreendeste em intimidade”. “Sob um carvalho.” (Daniel 13, 58)
“Ótimo!” – respondeu Daniel – “Tu também proferiste uma mentira que vai te custar a vida. Eis aqui o anjo do Senhor, que empunha a espada, prestes a serrar-te pelo meio para te fazer perecer.”* (Daniel 13, 59)
Logo a assembleia se pôs a clamar ruidosamente e a bendizer a Deus por salvar aqueles que nele põem sua esperança. (Daniel 13, 60)
Ora, os babilônios tinham um ídolo chamado Bel, cuja despesa diária era de doze artabes de farinha, quarenta carneiros e seis medidas de vinho. (Daniel 14, 3)
Daniel pôs-se a rir: “Desengana-te, ó rei” – disse ele –, “este deus é de barro por dentro e de bronze por fora, e ele nunca comeu coisa alguma”. (Daniel 14, 7)
Irritado, o rei mandou vir seus sacerdotes e lhes disse: “Se não me disserdes quem come essas oferendas, morrereis. Mas se me provardes que é Bel quem as absorve, será Daniel quem morrerá, pois terá blasfemado contra ele”. Daniel respondeu ao rei: “Que se faça segundo tu o dizes!”. (Daniel 14, 8)
Os sacerdotes disseram: “Nós saímos. Manda trazer, ó rei, os alimentos e o vinho misturado; depois fecha a porta e lacra-a com teu sinete. (Daniel 14, 10)
Mas, após a saída deles, quando o rei acabava de depor as oferendas diante de Bel, Daniel ordenou aos criados trazerem cinza, a qual espalhou pelo templo todo na presença do rei. A seguir saíram, fecharam a porta e, depois de tê-la lacrado com o sinete real, retiraram-se. (Daniel 14, 13)
O rei disse a Daniel: “Pretenderás também dizer que aquele é de bronze? Vive, come, bebe. Tu não podes negar que seja um deus vivo. (Daniel 14, 23)
Ó rei, dá-me licença para fazê-lo, e, sem espada nem bastão, matarei o dragão.” “Eu te concedo” – disse o rei. (Daniel 14, 25)
Palavra do Senhor dirigida a Oseias, filho de Beeri, no tempo de Ozias, de Joatã, (de Acaz e de Ezequias), reis de Judá, e no tempo de Jeroboão, filho de Joás, rei de Israel. (Oséias 1, 1)
Os filhos de Israel serão tão numerosos como a areia do mar, que não se pode medir nem contar. Em lugar de lhes dizer: Lo-Ami, serão chamados “Filhos do Deus vivo”. (Oséias 2, 1)