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Ao romper da manhã, voltou ao templo e todo o povo veio a ele. Assentou-se e começou a ensinar. (São João 8, 2)
Essas palavras proferiu Jesus ensinando no templo, junto aos cofres de esmola. Mas ninguém o prendeu, porque ainda não era chegada a sua hora. (São João 8, 20)
Dito isso, cuspiu no chão, fez um pouco de lodo com a saliva e com o lodo ungiu os olhos do cego. (São João 9, 6)
Depois lhe disse: “Vai, lava-te na piscina de Siloé” (esta palavra significa emissário). O cego foi, lavou-se e voltou vendo. (São João 9, 7)
Perguntaram-lhe, então: “Como te foram abertos os olhos?”. (São João 9, 10)
Respondeu ele: “Aquele homem que se chama Jesus fez lodo, ungiu-me os olhos e disse-me: Vai à piscina de Siloé e lava-te. Fui, lavei-me e vejo”. (São João 9, 11)
Ora, era sábado quando Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos. (São João 9, 14)
Os fariseus indagaram dele novamente de que modo ficara vendo. Respondeu-lhes: “Pôs-me lodo nos olhos, lavei-me e vejo”. (São João 9, 15)
Perguntaram ainda ao cego: “Que dizes tu daquele que te abriu os olhos?” – “É um profeta” – respondeu ele.* (São João 9, 17)
Mas não sabemos como agora ficou vendo, nem quem lhe abriu os olhos. Perguntai-o a ele. Tem idade. Que ele mesmo explique.” (São João 9, 21)
Perguntaram-lhe ainda uma vez: “Que foi que ele te fez? Como te abriu os olhos?”. (São João 9, 26)
Respondeu aquele homem: “O que é de admirar em tudo isso é que não saibais de onde ele é, e entretanto ele me abriu os olhos. (São João 9, 30)