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A violência do combate concentrou-se contra Saul. Os arqueiros descobriram-no e ele foi ferido no ventre.* (I Samuel 31, 3)
Cortaram-lhe a cabeça, despojaram-no de suas armas e as enviaram por toda a terra dos filisteus, para que se publicasse essa boa-nova nos templos de seus ídolos e entre o povo. (I Samuel 31, 9)
puseram-se a caminho os mais valentes dentre eles e andaram toda a noite. Tiraram das muralhas de Betsã os cadáveres de Saul e de seus filhos e voltaram a Jabes, onde os queimaram. (I Samuel 31, 12)
Depois da morte de Saul, Davi voltou da derrota dos amalecitas e esteve dois dias em Siceleg. (II Samuel 1, 1)
Ora, voltando-se, viu-me e chamou-me. Eu disse: ‘Eis-me aqui’. (II Samuel 1, 7)
Montanhas de Gelboé, não haja sobre vós nem orvalho nem chuva! Campos assassinos, onde foi maculado o escudo dos heróis! O escudo de Saul estava ungido não com óleo,* (II Samuel 1, 21)
Como caíram os heróis? Em pleno combate Jônatas tombou sobre as tuas colinas. (II Samuel 1, 25)
Travou-se uma violenta batalha naquele dia, tendo Abner e os homens de Israel cedido diante dos homens de Davi. (II Samuel 2, 17)
“És tu, Asael?” – disse-lhe Abner, voltando-se –. “Sim” –. (II Samuel 2, 20)
“Volta-te à direita ou à esquerda, ataca um desses homens e leva-lhe os despojos” –. Mas Asael não quis deixá-lo. (II Samuel 2, 21)
Joab e AbJessé continuaram a perseguir Abner. O sol se punha quando chegaram à colina de Ama, ao oriente de Gaia, no caminho para o deserto de Gabaon. (II Samuel 2, 24)
Então os benjaminitas, que se tinham ajuntado atrás de Abner, formaram-se numa tropa e fizeram alto no cimo de uma colina. (II Samuel 2, 25)