Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No sexagésimo oitavo dia, somos lembrados da necessidade de purificação espiritual. Números 19-20 fala da água da purificação, da desobediência de Moisés ao ferir a rocha e da morte de Miriã e Arão. Deuteronômio 21 aborda leis de justiça social e respeito à dignidade humana. O Salmo 100 é um convite jubiloso a toda a terra para servir ao Senhor com alegria e gratidão, reconhecendo-O como Criador e Pastor.
1. O Senhor disse a Moisés e a Aarão:
2. “Eis a prescrição legal que o Senhor vos dá: Dize aos israelitas que te tragam uma vaca vermelha sem defeito, sem mancha e que não tenha ainda levado o jugo.
3. Entregareis ao sacerdote Eleazar, o qual, levando-a para fora do acampamento, a imolará à vista de todos.
4. O sacerdote Eleazar tomará o sangue do animal com o dedo e fará com ele sete aspersões para o lado da entrada da tenda de reunião.
5. A vaca será em seguida queimada à vista de todos. Serão queimados o couro, a carne, o sangue e os excrementos.
6. O sacerdote tomará pau de cedro, hissopo e carmesim e os jogará na chama em que arde a vaca.
7. O sacerdote lavará suas vestes e a banhará em água. Depois disso, voltará ao acampamento e será impuro até a tarde.
8. Aquele que tiver queimado a vaca lavará suas vestes e se banhará em água, e será impuro até a tarde.
9. Um homem puro recolherá a cinza da vaca e a deporá em um lugar puro fora do acampamento, onde será guardada pela assembleia dos israelitas para a água lustral. Esse é um sacrifício pelo pecado.*
10. Aquele que tiver recolhido a cinza da vaca lavará suas vestes e será impuro até a tarde. Essa será uma lei perpétua para os israelitas e para o estrangeiro que habita no meio deles.
11. Quem tocar o cadáver de um homem qualquer será impuro sete dias.
12. Deverá purificar-se com essa água ao terceiro e ao sétimo dia, e ficará puro; mas se ele não se purificar ao terceiro e ao sétimo dia, não ficará puro.
13. Todo que tiver tocado o cadáver de um homem qualquer, e não se purificar, manchará a casa do Senhor. Essa pessoa será eliminada de Israel. Não tendo corrido sobre ela a água lustral, ficará impura, e sua impureza permanecerá sobre ela.
14. Esta é a lei: Tudo o que penetrar na tenda em que morrer um homem será impuro durante sete dias, e igualmente tudo o que ali se encontrar.
15. O vaso aberto, sem tampa, será também impuro.
16. Se alguém, em pleno campo, tocar em um homem morto pela espada, em um cadáver, em ossos humanos, ou em um sepulcro, será impuro durante sete dias.
17. Para quem se tiver assim manchado, se tomará da cinza da vítima queimada pelo pecado, e se despejará por cima dela, dentro de um vaso, água viva.
18. Em seguida, um homem puro, depois de ter molhado nela um hissopo, aspergirá com ele a tenda, todo o seu mobiliário, todas as pessoas que aí se encontram, bem como a pessoa que tocou nos ossos, ou no homem assassinado, ou no cadáver, ou no sepulcro.
19. O homem puro aspergirá o impuro ao terceiro e ao sétimo dia e o purificará no sétimo dia. Lavará as suas vestes e a si mesmo, e à tarde será puro.
20. O homem impuro que não se purificar será eliminado da assembleia, porque ele mancha o santuário do Senhor. Não tendo corrido sobre ele a água lustral, ele permanece impuro.
21. Essa será para eles uma lei perpétua. Aquele que tiver feito a aspersão com a água lustral deverá lavar suas vestes. Todo o que tocar a água lustral será impuro até a tarde.*
22. Todo o que tocar o impuro será manchado, e a pessoa que o tocar ficará impura até a tarde”.
1. Toda a assembleia dos filhos de Israel chegou ao deserto de Sin no primeiro mês. O povo ficou em Cades; ali morreu Maria, que foi sepultada no mesmo lugar.
2. Como não houvesse água para a assembleia, o povo se ajuntou contra Moisés e Aarão,
3. procurou disputar com Moisés e gritou: “Oxalá tivéssemos perecido com nossos irmãos diante do Senhor!
4. Por que conduziste a assembleia do Senhor a este deserto, para nos deixar morrer aqui com os nossos rebanhos?
5. Por que nos fizeste sair do Egito e nos trouxeste a este péssimo lugar, em que não se pode semear, e onde não há figueira, nem vinha, nem romãzeira, e tampouco há água para beber?”.
6. Moisés e Aarão deixaram a assembleia e dirigiram-se à entrada da tenda de reunião, onde se prostraram com a face por terra. Apareceu-lhes a glória do Senhor,
7. e o Senhor disse a Moisés:
8. “Toma a tua vara e convoca a assembleia, tu e teu irmão Aarão. Ordenareis ao rochedo, diante de todos, que dê as suas águas; farás brotar a água do rochedo e darás de beber à assembleia e aos seus rebanhos”.
9. Tomou Moisés a vara que estava diante do Senhor, como ele lhe tinha ordenado.
10. Em seguida, tendo Moisés e Aarão convocado a assembleia diante do rochedo, disse-lhes Moisés: “Ouvi, rebeldes: Acaso faremos nós brotar água deste rochedo?”.
11. Moisés levantou a mão e feriu o rochedo com a sua vara duas vezes; as águas jorraram em abundância, de sorte que beberam, o povo e os animais.
12. Em seguida, disse o Senhor a Moisés e Aarão: “Porque faltastes à confiança em mim para fazer brilhar a minha santidade aos olhos dos israelitas, não introduzireis esta assembleia na terra que lhe destino”.
13. Estas são as águas de Meriba, onde os israelitas se queixaram do Senhor, e onde este fez resplandecer a sua santidade.*
14. De Cades, Moisés enviou mensageiros ao rei de Edom: “Eis – disseram-lhe eles – as palavras que te dirige o teu irmão Israel: Tu sabes todos os males que temos passado.
15. Nossos pais tinham descido ao Egito, onde habitamos durante muito tempo. Os egípcios, porém, nos maltrataram, a nós e a nossos pais.
16. Clamamos ao Senhor, ele nos ouviu, e mandou-nos um anjo que nos tirou do Egito. Eis-nos agora aqui em Cades, cidade situada nos confins de teu território.*
17. Deixa-nos passar pela tua terra. Não atravessaremos os campos, nem as vinhas e não beberemos a água dos poços; mas seguiremos a estrada real sem nos desviarmos nem para a direita nem para a esquerda, até que tenhamos passado o teu território”.
18. Edom respondeu: “Tu não passarás pela minha terra; do contrário, sairei ao teu encontro com a espada na mão”.
19. Disseram-lhe os israelitas: “Tomaremos a estrada comum, e se bebermos de tua água, eu e os meus rebanhos, te pagarei o preço. Não há perigo algum; só queremos passar”.
20. Edom replicou: “Tu não passarás”. E veio em massa ao encontro deles com as armas na mão.
21. Recusando Edom a passagem através do seu território, Israel tomou outra direção.
22. Partiram de Cades. Toda a assembleia dos israelitas chegou ao monte Hor.
23. Nesse lugar, que está nas fronteiras da terra de Edom, o Senhor disse a Moisés e a Aarão:
24. “Aarão vai ser reunido aos seus, porque ele não entrará na terra que destino aos filhos de Israel, visto terdes sido rebeldes à minha ordem nas águas de Meriba.
25. Toma Aarão e seu filho Eleazar, e leva-os ao monte Hor.
26. Despojarás Aarão de suas vestes e revestirás com elas o seu filho Eleazar. Aarão será reunido aos seus, e aí morrerá”.
27. Moisés fez como ordenou o Senhor: Subiram ao monte Hor à vista da assembleia.
28. Despojando Aarão de suas vestes, Moisés revestiu com elas Eleazar, filho do sacerdote. Aarão morreu ali, no cimo do monte. Moisés e Eleazar desceram de novo,
29. e toda a assembleia, ao saber da morte de Aarão, chorou-o durante trinta dias.
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1. “Quando, na terra cuja possessão te há de dar o Senhor, teu Deus, encontrar-se estendido no campo o cadáver de um homem assassinado sem que se saiba quem o feriu,
2. virão teus anciãos e teus juízes e medirão a distância que separa o cadáver das cidades dos arredores.
3. Os anciãos da cidade mais próxima onde foi encontrada a vítima tomarão uma novilha, com a qual não se tenha ainda trabalhado e que não tenha ainda levado o jugo,
4. e a conduzirão a um vale banhado por um córrego, cujas águas nunca sequem, onde não haja nem cultura nem sementeiras. E ali, no córrego, lhe quebrarão a nuca.
5. Chegarão em seguida os sacerdotes levíticos, porque foi a eles que o Senhor, teu Deus, escolheu para serem seus ministros. E abençoarão em seu nome, pois são eles que julgam todo litígio e todo caso de ferimento.
6. Então todos os anciãos da cidade encontrada mais próxima do cadáver lavarão suas mãos sobre a novilha cuja nuca quebraram no vale,
7. e dirão estas palavras: ‘Nossas mãos não derramaram este sangue, nem o viram os nossos olhos.
8. Ó Senhor, perdoai o vosso povo de Israel que resgatastes. Não lhe imputeis o sangue inocente’. Assim será o homicídio expiado por eles.
9. E, desse modo, tirarás do meio de ti o sangue inocente, e farás o que é reto aos olhos do Senhor.”
10. “Quando fores à guerra contra os teus inimigos e o Senhor, teu Deus, os entregar em tuas mãos, se os fizeres cativos,
11. e vires entre eles uma mulher formosa da qual te enamores e a queiras tomar por esposa,
12. tu a conduzirás à tua casa. Ela rapará os cabelos, cortará as unhas,*
13. deporá o vestido com que foi aprisionada e permanecerá em tua casa, chorando o seu pai e a sua mãe durante um mês. Depois disso, irás procurá-la, serás seu marido e ela será tua mulher.
14. Se ela cessar de te agradar, tu a deixarás partir como lhe aprouver, mas não poderás vendê-la por dinheiro, nem maltratá-la, pois fizeste dela tua mulher.”
15. “Se um homem tiver duas mulheres, uma que ele ama, outra que ele desdenha, e lhe tiverem dado filhos, tanto a que é amada como a que é desdenhada e se o filho desta última for o filho primogênito,*
16. esse homem, no dia em que repartir seus bens entre os seus filhos, não poderá dar o direito de primogenitura ao filho da que é amada, em detrimento do primogênito, filho da mulher desdenhada.
17. Mas reconhecerá por primogênito o filho da mulher desprezada, dando-lhe uma porção dupla de todos os seus bens, porque esse filho é o primeiro fruto de seu vigor, é a ele que pertence o direito de primogenitura.”
18. “Se um homem tiver um filho indócil e rebelde, que não atenda às ordens de seu pai nem de sua mãe, permanecendo insensível às suas correções,
19. seu pai e sua mãe o tomarão e o levarão aos anciãos da cidade à porta da localidade onde habitam,*
20. e lhes dirão: ‘Este nosso filho é indócil e rebelde; não nos ouve, e vive na embriaguez e na dissolução’.
21. Então, todos os homens da cidade o apedrejarão até que ele morra. Assim, tirarás o mal do meio de ti, e todo o Israel, ao sabê-lo, será possuído de temor.”
22. “Quando um homem tiver cometido um crime que deve ser punido com a morte, e for executado por enforcamento numa árvore,
23. o seu cadáver não poderá ficar ali durante a noite, mas tu o sepultarás no mesmo dia; pois aquele que é pendurado é um objeto de maldição divina. Assim, não contaminarás a terra que o Senhor, teu Deus, te dá por herança.”*
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1. Salmo de ação de graças. Aclamai o Senhor, por toda a terra.*
2. Servi o Senhor com alegria. Vinde, entrai exultantes em sua presença.
3. Sabei que o Senhor é Deus: ele nos fez, e a ele pertencemos. Somos o seu povo e as ovelhas de seu rebanho.
4. Entrai cantando sob seus pórticos, vinde aos seus átrios com cânticos; glorificai-o e bendizei o seu nome,
5. porque o Senhor é bom, sua misericórdia é eterna e sua fidelidade se estende de geração em geração.
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"Onde não há obediência, não há virtude. Onde não há virtude, não há bem, não há amor; e onde não há amor, não há Deus; e sem Deus não se chega ao Paraíso." São Padre Pio de Pietrelcina