Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No quinquagésimo dia, Êxodo 37–38 relata a conclusão dos móveis sagrados e do tabernáculo, símbolo da presença de Deus. Levítico 26 apresenta as bênçãos da obediência e as consequências da desobediência, destacando o amor disciplinador do Senhor. O Salmo 83 é uma oração por proteção contra os inimigos do povo de Deus. Estas passagens nos inspiram a viver em fidelidade, confiando que Deus abençoa os que guardam Sua aliança.
1. Beseleel fez a arca de madeira de acácia; seu comprimento era de dois côvados e meio, sua largura de um côvado e meio, e sua altura de um côvado e meio.
2. Cobriu-a de ouro puro por dentro e fez-lhe por fora, ao redor, uma bordadura de ouro.
3. Fundiu para ela quatro argolas de ouro e pô-las nos seus quatro pés, duas de um lado e duas de outro.
4. Fez varais de madeira de acácia, revestidos de ouro,
5. que passou nas argolas colocadas dos lados da arca, para poder transportá-la.
6. Fez uma tampa de ouro puro, cujo comprimento era de dois côvados e meio, e a largura de um côvado e meio.
7. Fez dois querubins de ouro, feitos de ouro batido, nas duas extremidades da tampa,
8. um de um lado, outro de outro, de maneira que faziam corpo com as duas extremidades da tampa.
9. Esses querubins, com as faces voltadas um para o outro, tinham as asas estendidas para o alto, e protegiam com elas a tampa para a qual tinham as faces inclinadas.
10. Fez a mesa de madeira de acácia; seu comprimento era de dois côvados, sua largura de um côvado e sua altura de um côvado e meio.
11. Recobriu-a de ouro puro e fez ao seu redor uma bordadura de ouro.
12. Cercou-a de uma orla de um palmo de largura, com uma bordadura de ouro corrente em toda a volta.
13. Fundiu para a mesa quatro argolas de ouro, que fixou aos quatro ângulos de seus pés.
14. Essas argolas, colocadas à altura da orla, eram destinadas a receber os varais que serviriam para transportar a mesa.
15. Fez varais de madeira de acácia revestidos de ouro, para servir ao transporte da mesa.
16. Fez de ouro puro os utensílios que deviam ser colocados sobre a mesa: os vasos, as xícaras, os copos e as taças necessários às libações.
17. Fez o candelabro de ouro puro, de ouro batido, com seu pé e sua haste: seus cálices, seus botões e suas flores formavam um todo com ele.
18. Seis braços saíam de seus lados, três de um lado e três de outro.
19. Em um braço havia três cálices em forma de flor de amendoeira, com um botão e uma flor; na segunda haste havia três cálices, em forma de flor de amendoeira, com um botão e uma flor, e assim por diante para os seis braços que saíam do candelabro.
20. No próprio candelabro havia quatro cálices em forma de flor de amendoeira, com seus botões e suas flores:
21. um botão sob os dois primeiros braços que saíam do candelabro, um botão sob os dois braços seguintes, e um botão sob os dois últimos; e assim era com os seis braços que saíam do candelabro.
22. Esses botões e esses braços faziam corpo com o candelabro, formando ao todo uma só peça de ouro puro batido.
23. Fez sete lâmpadas de ouro puro; e fez de ouro puro as suas espevitadeiras e os seus cinzeiros.
24. Empregou um talento de ouro puro na confecção do candelabro e seus acessórios.
25. Fez o altar dos perfumes de madeira de acácia. Seu comprimento foi de um côvado, e sua largura de um côvado; era quadrado e tinha dois côvados de altura; seus chifres faziam corpo com ele.
26. Cobriu de ouro puro a sua parte superior, os seus lados ao redor e os seus chifres; e pôs uma bordadura de ouro ao redor.
27. Fez para ele duas argolas de ouro, que foram colocadas abaixo da bordadura, dos dois lados, e serviriam para receber os dois varais destinados ao seu transporte.
28. Fez varais de madeira de acácia, revestidos de ouro,
29. e fez também o óleo para a unção santa e o perfume aromático, composto segundo a arte do perfumista.
1. Fez o altar dos holocaustos de ma- deira de acácia. Seu comprimento foi de cinco côvados, sua largura de cinco côvados (era quadrado), e sua altura de três côvados.
2. Em seus quatro ângulos pôs chifres, que faziam corpo com o altar; e cobriu-o de bronze.
3. Fez todos os utensílios do altar: os cinzeiros, as pás, as bacias, os garfos e os braseiros; tudo de bronze.
4. Fez no altar uma grelha de bronze em forma de gelosia, que colocou embaixo, sob o rebordo saliente do altar, até a metade de sua altura.
5. Para os quatro cantos da grelha de bronze, fundiu quatro argolas destinadas a receber os varais.
6. Fez os varais de madeira de acácia, revestidos de bronze.
7. Introduziu-os nas argolas ao longo do altar para poder transportá-lo. E fez o altar oco, de tábuas.
8. Fez a bacia de bronze e seu pedestal de bronze, com os espelhos das mulheres que faziam o serviço à entrada da tenda de reunião.
9. Depois fez o átrio. Do lado meridional, ao sul, fez cortinas de linho retorcido, numa extensão de cem côvados,
10. bem como vinte colunas sobre vinte pedestais de bronze; os pregos das colunas e suas vergas eram de prata.
11. Do lado norte, as cortinas tinham cem côvados de extensão, e havia vinte colunas com seus pedestais de bronze; os pregos das colunas e suas vergas eram de prata.
12. Do lado do ocidente, elas tinham cinquenta côvados, com dez colunas e seus dez pedestais.
13. Pela frente, do lado oriental, cinquenta côvados;
14. havia de um lado quinze côvados de cortina, com três colunas e três pedestais,
15. e do outro lado, isto é, de um e outro lado da porta do átrio, quinze côvados de cortinas com três colunas e três pedestais.
16. Todas as cortinas do recinto do átrio eram de linho retorcido.
17. Os pedestais das colunas eram de bronze, os pregos das colunas e suas vergas, de prata, e seus capitéis, recobertos de prata. Todas as colunas do átrio eram ligadas entre si por vergas de prata.
18. A cortina da porta do átrio era uma obra bordada, de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e linho retorcido; seu comprimento era de vinte côvados e tinha cinco côvados de altura, segundo a largura das cortinas do átrio.
19. Suas quatro colunas e seus quatro pedestais eram de bronze, os pregos e as vergas, de prata, e seus capitéis, revestidos de prata.
20. Todas as estacas para o tabernáculo e para o recinto do átrio eram de bronze.
21. Eis a soma dos materiais utilizados para o tabernáculo, o tabernáculo do testemunho, soma feita por ordem de Moisés e aos cuidados dos levitas, sob a direção de Itamar, filho do sacerdote Aarão.
22. Beseleel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, fez tudo o que o Senhor tinha ordenado a Moisés,
23. com a ajuda de Ooliab, filho de Aquisamec, da tribo de Dã, perito em escultura, em invenções e em bordados de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e linho fino.
24. Total do ouro utilizado para todos os trabalhos do santuário: o ouro das ofertas subiu a vinte e nove talentos e setecentos e trinta siclos (siclo do santuário).
25. A prata recolhida dos membros da assembleia que foram recenseados elevou-se a cem talentos e mil setecentos e setenta e cinco siclos (siclo do santuário).
26. Isso vinha a ser uma beca por cabeça (ou seja, meio siclo, peso do santuário), de todos os que foram recenseados, da idade de vinte anos para cima, ou seja, de seiscentos e três mil quinhentos e cinquenta homens.
27. Os cem talentos de prata serviram para fundir os suportes do santuário e os da cortina, cem pedestais para os cem talentos, ou seja, um talento por pedestal.
28. Com os mil setecentos e setenta e cinco siclos, fizeram-se os pregos para as colunas, o revestimento dos capitéis e as vergas de junção.
29. O bronze das ofertas subiu a setenta talentos e dois mil e quatrocentos siclos.
30. Com ele fizeram-se os pedestais colocados à entrada da tenda de reunião, o altar de bronze com sua grelha de bronze e todos os utensílios do altar,
31. os pedestais do recinto e da porta do átrio, todas as estacas do tabernáculo e todas as estacas do recinto do átrio.
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1. “Não fareis ídolos. Não levantareis estátuas nem estelas. Não poreis em vossa terra pedra alguma adornada de figuras, para vos prostrardes diante dela, porque eu sou o Senhor, vosso Deus.
2. Guardareis os meus sábados e reverenciareis o meu santuário. Eu sou o Senhor.
3. Se seguirdes minhas leis e guardardes os meus preceitos e os praticardes, eu vos darei a chuva nos seus tempos.
4. A terra dará o seu produto e as árvores da terra se carregarão de frutos.
5. A debulha do trigo se estenderá até a colheita da uva, e a colheita da uva até a sementeira; comereis o vosso pão à saciedade, e habitareis em segurança na vossa terra.
6. Darei paz à vossa terra e vosso sono não será perturbado. Afastarei da terra os animais nocivos, e a espada não passará pela vossa terra.
7. Quando perseguirdes os vossos inimigos, cairão sob vossa espada.
8. Cinco dentre vós perseguirão um cento, e cem dos vossos perseguirão dez mil, e os vossos inimigos cairão sob vossa espada.
9. Eu me voltarei para vós, e vos farei crescer; eu vos multiplicarei e ratificarei a minha aliança convosco.
10. Comereis as colheitas antigas, bem conservadas, e lançareis fora as velhas, para dar lugar às novas.
11. Porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma não vos rejeitará.*
12. Andarei entre vós: serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo.
13. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito para livrar-vos da escravidão. Quebrei as cadeias de vosso jugo e vos fiz andar com a cabeça erguida.
14. Mas se não me escutardes e não guardardes os meus mandamentos,
15. se desprezardes os meus preceitos e vossa alma aborrecer as minhas leis, de sorte que não pratiqueis todos os meus mandamentos e violeis minha aliança, eis como vos hei de tratar:
16. enviarei terríveis flagelos sobre vós: a tísica e a febre que enfraquecerão vossa vista e vos farão desfalecer. Debalde semeareis a vossa semente, porque vossos inimigos a comerão.
17. Voltarei minha face contra vós e sereis vencidos pelos vossos inimigos: eles vos dominarão, e fugireis sem que ninguém vos persiga.
18. Se nem ainda assim me ouvirdes, castigarei sete vezes mais pelos vossos pecados.
19. Quebrarei o orgulho de vosso poder, tornarei o vosso céu como ferro e a vossa terra como bronze.
20. Inutilmente se gastará a vossa força, pois vossa terra não dará os seus produtos, e as árvores da terra não produzirão os seus frutos.
21. Se me puserdes obstáculos e não quiserdes ouvir-me, vos ferirei sete vezes mais, conforme os vossos pecados.
22. Mandarei contra vós as feras do campo, que devorarão vossos filhos, matarão vossos animais e vos reduzirão a um pequeno número, de modo que os vossos caminhos se tornarão desertos.
23. Se apesar desses castigos não vos quiserdes corrigir, e vos obstinardes em resistir-me,
24. eu vos resistirei por minha vez e vos ferirei sete vezes mais, por causa dos vossos pecados.
25. Farei cair sobre vós a espada para vingar a minha aliança. Se vos ajuntardes em vossas cidades, lançarei a peste no meio de vós e sereis entregues nas mãos de vossos inimigos.
26. Quando eu vos tirar o sustentáculo do pão, dez mulheres o cozerão em um só forno e vo-lo entregarão por peso: comereis e não ficareis saciados.*
27. Se, apesar disso, não me ouvirdes, e me resistirdes ainda,
28. marcharei contra vós em meu furor e vos castigarei sete vezes mais, por causa dos vossos pecados.
29. Comereis a carne de vossos filhos e de vossas filhas.
30. Destruirei vossos lugares altos e quebrarei vossas imagens do sol; amontoarei vossos cadáveres sobre os de vossos ídolos e minha alma vos abominará.
31. Reduzirei a deserto as vossas cidades, devastarei vossos santuários e não aspirarei mais o suave odor de vossos perfumes.
32. Desolarei vossa terra e vossos inimigos ficarão estupefatos com ela quando a habitarem.
33. Eu vos dispersarei entre as nações, e desembainharei a espada atrás de vós; vossa terra será devastada e vossas cidades se tornarão desertas.
34. Então gozará a terra os seus sábados enquanto durar a sua solidão, quando estiverdes na terra de vossos inimigos; então a terra gozará os seus sábados e repousará.
35. Nos dias em que for devastada, ela terá o repouso que não gozou nos sábados do tempo em que a habitáveis.
36. Naqueles dentre vós que sobreviverem, porei tal espanto em seus corações na terra de seus inimigos, que o ruído de uma folha agitada pelo vento os porá em fuga: fugirão como se foge diante da espada e cairão sem que ninguém os persiga.
37. Sem que ninguém os persiga, tropeçarão uns sobre os outros, como diante da espada. Não podereis resistir diante de vossos inimigos.
38. Perecereis entre as nações e a terra inimiga vos consumirá.
39. Os que sobreviverem definharão por causa de suas iniquidades na terra de seus inimigos, e serão também consumidos por causa das iniquidades de seus pais, que levarão sobre si.
40. Eles confessarão, então, as suas iniquidades e as de seus pais, as transgressões cometidas contra mim, porque me resistiram;
41. e, por isso, eu também lhes resisti e os levei para a terra de seus inimigos. Se, então, humilharem o seu coração incircunciso e sofrerem a pena de sua iniquidade,
42. eu me lembrarei de minha aliança com Jacó, de minha aliança com Isaac e com Abraão, e me lembrarei dessa terra.
43. E, depois que eles a tiverem deixado, essa terra gozará os seus sábados enquanto for devastada longe deles; eles sofrerão a pena de suas iniquidades, porque desprezaram os meus mandamentos e a sua alma feriu as minhas leis.
44. Apesar de tudo isso, quando estiverem na terra de seus inimigos, não os rejeitarei, nem os abominarei a ponto de exterminá-los e de romper minha aliança com eles; porque eu sou o Senhor, seu Deus.
45. Eu me lembrarei de minha aliança com seus pais, quando os tirei do Egito à vista das nações, para ser o seu Deus. Eu sou o Senhor.”
46. Tais são as ordenações, os mandamentos e as leis que o Senhor estabeleceu entre ele e os israelitas, por intermédio de Moisés, no monte Sinai.
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1. Cântico. Salmo de Asaf*
2. Senhor, não fiqueis silencioso, não permaneçais surdo, nem insensível, ó Deus.
3. Porque eis que se tumultuam vossos inimigos, levantam a cabeça aqueles que vos odeiam.
4. Urdem tramas para o vosso povo, conspiram contra vossos protegidos.
5. “Vinde – dizem eles –, exterminemo-lo dentre os povos, desapareça a própria lembrança do nome de Israel.”
6. Com efeito, eles conspiram de comum acordo e contra vós fazem coalizão:
7. os nômades de Edom e os ismaelitas, Moab e os agarenos,
8. Gebal, Amon e Amalec, a Filisteia com as gentes de Tiro.
9. Também os assírios a eles se uniram, e aos filhos de Lot ofereceram a sua força.
10. Tratai-os como Madiã e Sísara, e Jabin junto à torrente de Cison!*
11. Eles pereceram todos em Endor e serviram de adubo para a terra.*
12. Tratai seus chefes como Oreb e Zeb; como Zebá e Sálmana, seus príncipes,*
13. que disseram: “Tomemos posse das terras onde Deus reside”.
14. Ó meu Deus, fazei deles como folhas que o turbilhão revolve, como a palha carregada pelo vento,
15. Como o fogo que devora a mata, como a labareda que incendeia os montes;
16. Persegui-os com a vossa tempestade, apavorai-os com o vosso furacão.
17. Cobri-lhes a face da ignomínia, para que, vencidos, busquem, Senhor, o vosso nome.
18. Enchei-os de vergonha e de humilhação eternas, que eles pereçam confundidos.
19. E que reconheçam que só vós, cujo nome é Senhor, sois o Altíssimo sobre toda a terra.
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"Invoquemos sempre o auxílio de Nossa Senhora." São Padre Pio de Pietrelcina