Plano Completo de Leitura
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
No quadragésimo nono dia, Êxodo 35–36 destaca a generosidade do povo e a habilidade dos artesãos na construção do tabernáculo. Levítico 25 introduz o ano do jubileu, tempo de libertação e restauração. O Salmo 82 denuncia a injustiça entre os poderosos e exorta à defesa dos oprimidos. Essas leituras nos lembram que a verdadeira adoração se expressa em santidade, generosidade e justiça social.
1. Moisés convocou toda a assem-bleia de Israel e disse-lhes: “Eis o que o Senhor ordenou:
2. Trabalharás durante seis dias, mas o sétimo será um dia de descanso completo consagrado ao Senhor. Todo o que trabalhar nesse dia será morto.
3. Não acendereis fogo em nenhuma de vossas casas nesse dia”.
4. Moisés disse a toda a assembleia dos israelitas: “Eis o que o Senhor ordenou:
5. Separai de entre vós uma oferta para o Senhor. Todo homem de coração reto trará esta oferta ao Senhor: ouro, prata, bronze,
6. púrpura violeta e escarlate, carmesim, linho fino, pele de cabra,
7. peles de carneiro tingidas de vermelho, peles de golfinho, madeira de acácia,
8. óleo para o candelabro, aromas para o óleo da unção e para o incenso odorífero,
9. pedras de ônix e pedras de engaste para o efod e o peitoral.
10. Venham todos aqueles dentre vós que são hábeis, e executem tudo o que o Senhor ordenou:
11. o tabernáculo, sua tenda, sua coberta, suas argolas, suas tábuas, suas travessas, suas colunas e seus pedestais;
12. a arca e seus varais; a tampa e o véu de separação;
13. a mesa com seus varais, todos os seus utensílios e os pães da proposição;
14. o candelabro e seus acessórios, suas lâmpadas e o óleo para a iluminação,
15. o altar dos perfumes e seus varais; o óleo para a unção e o perfume para as incensações; o véu para a porta de entrada do tabernáculo;
16. o altar dos holocaustos, sua grelha de bronze, seus varais e todos os seus acessórios; a bacia com seu pedestal;
17. as cortinas do átrio, suas colunas, seus pedestais e a cortina da porta do átrio;
18. as estacas do tabernáculo, as estacas do átrio com suas cordas;
19. as vestes litúrgicas para o serviço do santuário, os ornamentos sagrados do sumo sacerdote Aarão, e as vestes de seus filhos para as funções sacerdotais”.
20. Toda a assembleia dos israelitas retirou-se de diante de Moisés.
21. E então todas as pessoas de boa vontade e de coração generoso vieram trazer as suas ofertas ao Senhor, para a construção da tenda de reunião, para o seu culto e para a confecção dos ornamentos sagrados.
22. Homens e mulheres, todos aqueles que tinham o coração generoso trouxeram brincos, fivelas, anéis, colares, joias de ouro de toda a espécie, cada um apresentando a oferta de ouro que dedicava ao Senhor.
23. Todos os que tinham em sua casa púrpura violeta e escarlate, carmesim, linho fino, pele de cabra, peles de carneiro tingidas de vermelho e peles de golfinho, os trouxeram.
24. Todos os que puderam apresentar uma contribuição em prata ou em bronze, trouxeram-na ao Senhor. Todos os que tinham em sua casa madeira de acácia útil a serviço do culto, a trouxeram.
25. Todas as mulheres habilidosas fiaram com as suas próprias mãos e trouxeram seu trabalho: púrpura violeta e escarlate, carmesim e linho fino.
26. Todas as mulheres habilidosas que tinham o gosto de fiar os pelos de cabra, fizeram-no.
27. Os chefes do povo trouxeram pedras de ônix e outras pedras de engaste para o efod e o peitoral;
28. aromas e óleo para o candelabro, óleo da unção e incenso perfumado.
29. Todos os israelitas, homens ou mulheres, impelidos pelo seu coração a contribuir para alguma das obras que o Senhor tinha ordenado pela boca de Moisés, trouxeram espontaneamente suas ofertas ao Senhor.
30. Moisés disse aos israelitas: “Vede: o Senhor designou Beseleel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá;
31. encheu-o de um espírito divino para dar-lhe sabedoria, inteligência e habilidade para toda a sorte de obras:
32. invenções, trabalho em ouro, em prata e em bronze,
33. gravação de pedras de engaste, trabalho em madeira, execução de toda a espécie de obras.
34. Concedeu-lhe também o dom de ensinar, assim como a Ooliab, filho de Aquisamec, da tribo de Dã.
35. Dotou-os de talento para executar toda a sorte de obras de escultura e de arte, de bordados em estofo de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e de linho fino, e para a execução assim como o projeto de toda a espécie de trabalhos”.
1. Beseleel, Ooliab e todos os homens prudentes que o Senhor dotou de inteligência e habilidade, para saberem executar todos os trabalhos necessários a serviço do santuário, conformaram-se inteiramente às instruções recebidas do Senhor.
2. Moisés chamou Beseleel, Ooliab e todos os homens prudentes que o Senhor tinha dotado de inteligência, todos os que eram impelidos pelo seu coração a empreender a execução desse trabalho.
3. Levaram todas as ofertas que os israelitas haviam trazido a Moisés para a execução dos trabalhos necessários a serviço do santuário. E, como o povo continuasse, cada manhã, a trazer espontaneamente ofertas,
4. os homens prudentes que executavam os trabalhos do santuário deixaram a obra que estavam fazendo, e vieram dizer a Moisés:
5. “O povo traz muito mais do que é necessário para a execução do trabalho que o Senhor ordenou”.
6. Então, por ordem de Moisés, fez-se no acampamento esta proclamação: “Que ninguém, nem homem nem mulher, traga mais ofertas para o santuário”. Assim, o povo foi proibido de trazer mais.
7. O material trazido era mais que suficiente para tudo o que tinha que ser feito.
8. Os mais hábeis entre os operários construíram o tabernáculo: dez cortinas de linho fino retorcido, púrpura violeta e escarlate, e carmesim com querubins artisticamente bordados.
9. O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, sua largura de quatro côvados; e tinham todas as mesmas dimensões.
10. Juntaram as cortinas cinco por cinco.
11. Laços de púrpura violeta foram colocados na orla da cortina que rematava esses dois grupos.
12. Foram postos cinquenta laços na primeira cortina, e cinquenta na extremidade da última cortina do segundo grupo, situadas bem em face umas das outras.
13. As cortinas foram presas umas às outras, por meio de cinquenta colchetes de ouro, de modo que o tabernáculo formou um todo.
14. Fizeram-se, em seguida, cortinas de peles de cabra, para formar uma tenda sobre o tabernáculo; foram feitas onze dessas cortinas.
15. O comprimento de uma delas era de trinta côvados, e sua largura de quarenta côvados; e tinham todas as mesmas dimensões.
16. Cinco dessas cortinas foram juntadas de um lado, e seis de outro.
17. Cinquenta colchetes foram colocados na orla da última cortina de um desses grupos e cinquenta na orla da última cortina do segundo.
18. Depois fizeram cinquenta colchetes de bronze para unir as peças, de modo que a tenda formasse um todo.
19. Foi feita a cobertura da tenda de peles de carneiros tingidas de vermelho, sobre as quais se colocou uma cobertura de peles de golfinhos.
20. As tábuas do tabernáculo foram feitas de madeira de acácia, colocadas verticalmente.
21. As tábuas tinham dez côvados de comprimento e um côvado e meio de largura.
22. Cada tábua tinha dois encaixes ligados um ao outro. Assim se fez com todas as tábuas do tabernáculo.
23. Fizeram para o lado meridional do tabernáculo, ao sul, vinte tábuas.
24. Puseram sob essas vinte tábuas quarenta suportes de prata, dois sob cada tábua, para seus dois encaixes.
25. Para o segundo lado do tabernáculo, ao norte, fizeram vinte tábuas,
26. com quarenta suportes de prata, à razão de dois por tábua.
27. Para o fundo do tabernáculo, ao ocidente, fizeram seis tábuas.
28. Para os ângulos do tabernáculo, ao fundo, fizeram duas tábuas.
29. Elas eram emparelhadas desde a base, formando juntas um só todo até o alto, na primeira argola. O mesmo se fez com as duas tábuas colocadas nos ângulos.
30. Havia, pois, oito tábuas com seus suportes de prata, em número de dezesseis, dois sob cada tábua.
31. Fizeram em seguida cinco travessas de madeira de acácia para as tábuas de um dos lados do tabernáculo,
32. cinco para as tábuas do segundo lado e cinco para as que estavam do lado posterior do tabernáculo, ao ocidente.
33. A travessa central estendia-se ao longo das tábuas, de uma extremidade à outra.
34. Recobriram de ouro essas tábuas e se lhes puseram argolas de ouro, pelas quais passaram as travessas, recobertas também de ouro.
35. Foi feito o véu de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e linho retorcido, onde foram bordados artisticamente alguns querubins.
36. Fizeram para ele quatro colunas de madeira de acácia revestidas de ouro, com pregos de ouro e fundiram para elas quatro pedestais de prata.
37. Para a entrada da tenda foi feito o véu de púrpura violeta e escarlate, de carmesim e linho retorcido, artisticamente bordado.
38. Fizeram, para suspender esse véu, cinco colunas munidas de ganchos; recobriram de ouro seus capitéis e suas vergas; seus cinco pedestais foram feitos de bronze.
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
1. O Senhor disse a Moisés no monte Sinai: “Dize aos israelitas o seguinte:
2. Quando tiverdes entrado na terra que vos hei de dar, a terra repousará: esse será um sábado em honra do Senhor.
3. Durante seis anos semearás a tua terra, durante seis anos podarás a tua vinha e recolherás os seus frutos.
4. Mas o sétimo ano será um sábado, um repouso para a terra, um sábado em honra do Senhor: não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha;
5. não colherás o que nascer dos grãos caídos de tua ceifa, nem as uvas de tua vinha não podada, porque é um ano de repouso para a terra.
6. Mas o que a terra der espontaneamente durante o seu sábado, vos servirá de alimento, a ti, ao teu servo e à tua serva, ao teu operário ou ao estrangeiro que mora contigo;
7. tudo o que nascer servirá de alimento também ao teu rebanho e aos animais que estão em tua terra.
8. Contarás sete anos sabáticos, sete vezes sete anos, cuja duração fará um período de quarenta e nove anos.
9. Tocarás então a trombeta no décimo dia do sétimo mês: tocareis a trombeta no dia das Expiações em toda a vossa terra.
10. Santificareis o quinquagésimo ano e publicareis a liberdade na terra para todos os seus habitantes. Será o vosso jubileu. Voltareis cada um para as suas terras e para a sua família.
11. O quinquagésimo ano será para vós um jubileu: não semeareis, não ceifareis o que a terra produzir espontaneamente, e não vindimareis a vinha não podada,
12. pois é o jubileu que vos será sagrado. Comereis o produto de vossos campos.
13. Nesse ano jubilar, voltareis cada um à sua possessão.
14. Se venderdes ou comprardes alguma coisa de vosso próximo, ninguém dentre vós cause dano ao seu irmão.
15. Comprarás ao teu próximo segundo o número de anos decorridos desde o jubileu, e ele te venderá segundo o número de anos de colheita.
16. Aumentarás o preço em razão dos anos que restarem, e o abaixarás à medida que os anos diminuírem, porque é o número de colheitas que ele te vende.
17. Ninguém prejudique o seu próximo. Teme o teu Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus.
18. Obedecereis às minhas leis; guardareis os meus preceitos e os cumprireis, a fim de habitardes em segurança na terra.
19. A terra vos dará os seus frutos, comereis até vos saciardes e vivereis em segurança.
20. Se disserdes: ‘Que comeremos nós no sétimo ano, se não semearmos, nem recolhermos os nossos frutos?’.
21. Eu vos darei a minha bênção no sexto ano, e a terra produzirá uma colheita para três anos.
22. Semeareis no oitavo ano, e comereis da antiga colheita até o ano-novo: comereis da antiga colheita até que venha a nova”.
23. “A terra não se venderá para sempre, porque a terra é minha, e vós estais em minha casa como estrangeiros ou hóspedes.
24. Portanto, em todo o território de vossa propriedade, concedereis o direito de resgatar a terra.
25. Se teu irmão se tornar pobre e vender uma parte de seu bem, seu parente mais próximo que tiver o direito de resgate se apresentará e resgatará o que o seu irmão vendeu.
26. Se um homem não tiver ninguém que tenha o direito de resgate, mas procurar ele mesmo os meios de fazer o seu resgate,
27. contará os anos desde que fez a venda, restituirá o excedente ao comprador, e se reintegrará na sua propriedade.
28. Se não encontrar, porém, meios de indenizar, a terra vendida ficará nas mãos do comprador até o ano jubilar. Sairá do poder deste, no ano do jubileu, e voltará à posse do seu antigo dono.
29. Se um homem vender uma casa de habitação situada dentro de uma cidade murada, terá o direito de resgatá-la até o fim do ano que se segue à venda: seu direito de resgate será de um ano completo.
30. Se a casa situada na cidade murada não for resgatada antes do fim do ano completo, ela pertencerá sempre ao comprador e aos seus descendentes: não sairá de suas mãos no jubileu.
31. Entretanto, as casas das povoações que não têm muros serão consideradas como fazendo parte do fundo de terras; poderão ser resgatadas e serão livres no ano do jubileu.
32. Quanto às cidades dos levitas e às casas que possuem, terão eles um direito de resgate perpétuo.
33. Quem comprar dos levitas uma casa, sairá no jubileu da casa vendida e da cidade em que a possua, porque as casas das cidades dos levitas são sua propriedade no meio dos israelitas.
34. Os campos dos arrabaldes das cidades dos levitas não serão vendidos, porque são sua propriedade perpétua.”
35. “Se teu irmão se tornar pobre junto de ti, e as suas mãos se enfraquecerem, sustenta-o, mesmo que se trate de um estrangeiro ou de um hóspede, a fim de que ele viva contigo.
36. Não receberás dele juros nem ganho; mas temerás o teu Deus, para que o teu irmão viva contigo.
37. Não lhe emprestarás com juros o teu dinheiro, e não lhe darás os teus víveres por amor ao lucro.
38. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, para vos dar a terra de Canaã e para ser o vosso Deus.
39. Se teu irmão se tornar pobre junto de ti e se se vender a ti, não exigirás dele um serviço de escravo.
40. Estará em tua casa como um operário, e como um hóspede estará a teu serviço até o ano jubilar.
41. E sairá então de tua casa, ele e seus filhos com ele; voltará para a sua família e para a herança de seus pais.
42. Porque são meus servos que tirei do Egito, não devem ser vendidos como se vende um escravo.
43. Não dominarás sobre ele com rigor, mas temerás o teu Deus.
44. Vossos escravos, homens ou mulheres, os tomareis dentre as nações que vos cercam; delas comprareis os vossos escravos, homens ou mulheres.
45. Podereis também comprá-los dentre os filhos dos estrangeiros que habitam no meio de vós, das suas famílias que moram convosco dentre os filhos que eles tiverem gerado em vossa terra serão vossa propriedade.
46. Podereis deixá-los por herança a vossos filhos depois de vós, para que os possuam plenamente como escravos perpétuos. Mas, quanto a vossos irmãos, os israelitas, não dominareis com rigor uns sobre os outros.
47. Se se tornar rico o estrangeiro, estabelecido no meio de ti, e teu irmão, seu vizinho, se tornar pobre e se vender a esse estrangeiro que vive no meio de ti,
48. haverá para aquele que se vende um direito de resgate: um de seus irmãos poderá resgatá-lo.
49. Seu tio, o filho de seu tio, ou um de seus próximos parentes poderá também resgatá-lo. Ou então ele mesmo se resgatará, se conseguir os meios de fazê-lo.
50. Com aquele que o tiver comprado, fará a conta desde o ano em que se vendeu a ele até o ano jubilar, e o preço de venda se estimará segundo o número dos anos, avaliando seus dias de trabalho como os de um operário.
51. Se houver ainda muitos anos, pagará o seu resgate em razão desses anos, segundo o preço pelo qual foi comprado;
52. e se faltarem poucos anos até o ano jubilar, fará a conta disso, e pagará o seu resgate em proporção ao número desses anos.
53. Ele estará em sua casa como um operário que trabalha ano por ano, e o comprador não o tratará com rudeza à tua vista.
54. Se ele não for resgatado de nenhuma dessas maneiras, sairá livre no ano jubilar, ele e seus filhos,
55. porque os filhos de Israel são meus servos. São meus servos que tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, vosso Deus.”
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
1. Salmo de Asaf. Levanta-se Deus na assembleia divina, entre os deuses profere o seu julgamento.*
2. “Até quando julgareis iniquamente, favorecendo a causa dos ímpios?
3. Defendei o oprimido e o órfão, fazei justiça ao humilde e ao pobre,
4. livrai o oprimido e o necessitado, tirai-o das garras dos ímpios.”
5. Eles não querem saber nem compreender, andam nas trevas, vacilam os fundamentos da terra.
6. Eu disse: “Sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo.*
7. Contudo, morrereis como simples homens e, como qualquer príncipe, caireis”.
8. Levantai-vos, Senhor, para julgar a terra, porque são vossas todas as nações.*
Baixe o guia com todas as leituras organizadas por dia e acompanhe seu progresso ao longo do ano.
"Vive-se de fé, não de sonhos." São Padre Pio de Pietrelcina