Plano Completo de Leitura
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No dia 344, acompanhamos Paulo enfrentando a prisão e conflitos em Atos 23. Em 2 Coríntios 12-13, ele compartilha sua experiência de sofrimento e confiança em Deus, enquanto Provérbios 29:8-11 nos ensina a agir com prudência e discernimento diante de situações desafiadoras.
1. Paulo, fitando os olhos nos membros do conselho, disse: “Irmãos, eu tenho procedido diante de Deus com toda a boa consciência até o dia de hoje...”.
2. Mas Ananias, sumo sacerdote, mandou aos que estavam ao seu lado que lhe batessem na boca.
3. Então, Paulo lhe disse: “Deus te ferirá também a ti, hipócrita! Tu estás aí assentado para julgar-me segundo a Lei, e contra a Lei mandas que eu seja ferido?”*
4. Os assistentes disseram: “Tu injurias o sumo sacerdote de Deus”.
5. Respondeu Paulo: “Não sabia, irmãos, que é o sumo sacerdote, pois está escrito: Não falarás mal do príncipe do teu povo” (Ex 22,28).
6. Paulo sabia que uma parte do Sinédrio era de saduceus e a outra de fariseus e disse em alta voz: “Irmãos, eu sou fariseu, filho de fariseus. Por causa da minha esperança na ressurreição dos mortos é que sou julgado”.
7. Ao dizer ele estas palavras, houve uma discussão entre os fariseus e os saduceus, e dividiu-se a assembleia.
8. (Pois os saduceus afirmam não haver ressurreição, nem anjos, nem espíritos, mas os fariseus admitem uma e outra coisa.)
9. Originou-se, então, grande vozearia. Levantaram-se alguns escribas dos fariseus e contestaram ruidosamente: “Não achamos mal algum neste homem. (Quem sabe) se não lhe falou algum espírito ou um anjo...”.
10. A discussão fazia-se sempre mais violenta. O tribuno temeu que Paulo fosse despedaçado por eles e mandou aos soldados que descessem, que o tirassem do meio deles e o levassem para a cidadela.
11. Na noite seguinte, apareceu-lhe o Senhor e lhe disse: “Coragem! Deste testemunho de mim em Jerusalém, assim importa também que o dês em Roma.
12. Quando amanheceu, coligaram-se alguns judeus e juraram com imprecações não comer nem beber nada, enquanto não matassem Paulo.
13. Eram mais de quarenta as pessoas que fizeram essa conjuração.
14. Foram apresentar-se aos sumos sacerdotes e aos cidadãos, dizendo: “Juramos solenemente nada comer enquanto não matarmos Paulo.
15. Vós, pois, ide com o conselho requerer do tribuno que o conduza à vossa presença, como se houvésseis de investigar com mais precisão a sua causa; e nós estamos prontos para matá-lo durante o trajeto”.
16. Mas um filho da irmã de Paulo, inteirado da cilada, dirigiu-se à cidadela e o comunicou a Paulo.
17. Este chamou a si um dos centuriões e disse-lhe: “Leva este moço ao tribuno, porque tem alguma coisa a lhe transmitir”.
18. Ele o introduziu à presença do tribuno e lhe disse: “O preso Paulo rogou-me que trouxesse este moço à tua presença, porque tem alguma coisa a dizer-te”.
19. O tribuno, tomando-o pela mão, retirou-se com ele à parte e perguntou: “Que tens a dizer-me.
20. Respondeu-lhe ele: “Os judeus têm combinado rogar-te amanhã que apresentes Paulo ao Grande Conselho, como se houvessem de inquirir dele alguma coisa com mais precisão.
21. Mas tu não creias, porque mais de quarenta homens dentre eles lhe armam traição. Juraram solenemente nada comer, nem beber, enquanto não o matarem. Eles já estão preparados e só esperam a tua permissão”.
22. Então, o tribuno despediu o moço, ordenando-lhe que a ninguém dissesse que o havia avisado.
23. Depois disso, chamou ele dois centuriões e disse-lhes: “Preparai duzentos soldados, setenta cavaleiros e duzentos lanceiros para irem a Cesareia à terceira hora da noite.*
24. Aprontai também cavalgaduras para Paulo, que tendes de levar com toda a segurança ao governador Félix”.
25. E ele escreveu uma carta nestes termos:
26. “Cláudio Lísias ao excelentíssimo governador Félix, saudações!
27. Esse homem foi preso pelos judeus e estava a ponto de ser morto por eles, quando eu, sobrevindo com a tropa, o livrei, ao saber que era romano.
28. Então, querendo saber a causa por que o acusavam, levei-o ao Grande Conselho.
29. Soube que era acusado sobre questões da Lei deles, sem haver nele delito algum que merecesse morte ou prisão.
30. Mas, como tivesse chegado a mim a notícia das traições que maquinavam contra ele, envio-o com urgência a ti, intimando também aos acusadores que recorram a ti”.
31. Os soldados, conforme lhes fora ordenado, tomaram Paulo e o levaram de noite a Antipátride.
32. No dia seguinte, voltaram para a guarnição, deixando que os soldados da cavalaria o escoltassem.
33. À sua chegada a Cesareia, entregaram ao governador a carta e apresentaram-lhe também Paulo.
34. Ele, depois de lê-la e perguntar de que província ele era, sabendo que era da Cilícia, disse:
35. “Eu te ouvirei quando chegarem teus acusadores.” Mandou, então, que Paulo fosse guardado no pretório de Herodes.
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1. Importa que me glorie? Na verdade, não convém! Passarei, entretanto, às visões e revelações do Senhor.
2. Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado até o terceiro céu. Se foi no corpo, não sei. Se fora do corpo, também não sei; Deus o sabe.
3. E sei que esse homem – se no corpo ou se fora do corpo, não sei; Deus o sabe –
4. foi arrebatado ao paraíso e lá ouviu palavras inefáveis, que não é permitido a um homem repetir.
5. Desse homem eu me gloriarei, mas de mim mesmo não me gloriarei, a não ser das minhas fraquezas.
6. Pois, ainda que me quisesse gloriar, não seria insensato, porque diria a verdade. Mas abstenho-me, para que ninguém me tenha em conta de mais do que vê em mim ou ouve dizer de mim.
7. Demais, para que a grandeza das revelações não me levasse ao orgulho, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás para me esbofetear e me livrar do perigo da vaidade.*
8. Três vezes roguei ao Senhor que o apartasse de mim.
9. Mas ele me disse: “Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força”. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo.
10. Eis por que sinto alegria nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições, no profundo desgosto sofrido por amor de Cristo. Porque, quando me sinto fraco, então é que sou forte.
11. Tenho-me tornado insensato! Vós a isso me obrigastes. Vós é que deveríeis fazer o meu elogio, visto que em nada fui inferior a esses eminentes apóstolos, se bem que nada sou.
12. Os sinais distintivos do verdadeiro apóstolo se realizaram em vosso meio com uma paciência a toda prova, de sinais, prodígios e milagres.
13. Em que fostes inferiores às outras igrejas, senão no fato de que a vós não vos fui pesado? Relevai-me esta injúria!...
14. Eis que estou pronto a ir ter convosco pela terceira vez. Não vos serei oneroso, porque não busco os vossos bens, mas sim a vós mesmos. Com efeito, não são os filhos que devem entesourar para os pais, mas os pais para os filhos.
15. De muito boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós.
16. Mas seja! Não vos fui pesado. Como, porém, sou esperto, apanhei-vos pela astúcia...
17. Acaso tirei proveito de vós por meio de algum daqueles que vos enviei?
18. Roguei a Tito, e com ele enviei um irmão que conheceis. Por acaso tirou Tito de vós alguma coisa? Não andamos nós com o mesmo espírito, sobre as mesmas pegadas?
19. Já há muito pensais que nos justificamos diante de vós. Perante Deus, em Cristo, é que nós falamos; mas tudo isso, meus caríssimos, para vossa edificação.
20. Temo que, quando for, não vos ache quais eu quisera, e que vós me acheis qual não quereríeis. Receio encontrar entre vós contendas, invejas, rixas, dissensões, calúnias, murmurações, arrogâncias e desordens.
21. Receio que à minha chegada entre vós Deus me humilhe ainda a vosso respeito; e tenha de chorar por muitos daqueles que pecaram e não fizeram penitência da impureza, fornicação e dissolução que cometeram.
1. É esta a terceira vez que vou visitar-vos. Pelo depoimento de duas ou três testemunhas se resolve toda a questão.*
2. Quando de minha segunda visita, já adverti àqueles que pecaram, e hoje, que estou ausente, torno a repeti-lo a eles e aos demais: se eu for outra vez, não usarei de perdão!
3. Simplesmente porque exigis a prova de que é Cristo que fala em mim. Ora, para convosco ele não é fraco, mas exerce o seu poder entre vós.
4. É verdade que ele foi crucificado por fraqueza, mas está vivo pelo poder de Deus. Também nós somos fracos nele, mas com ele viveremos, pelo poder de Deus para atuar entre vós.
5. Examinai-vos a vós mesmos, se estais na fé. Provai-vos a vós mesmos. Acaso não reconheceis que Cristo Jesus está em vós? A menos que a prova vos seja, talvez, desfavorável.
6. Mas espero que reconhecereis que ela não é contra nós.
7. Entretanto, rogamos a Deus que não façais mal algum, não para que pareçamos aprovados, mas para que vós façais o bem, embora nós sejamos tidos como reprovados.
8. Contra a verdade não temos poder algum; temo-lo apenas em prol da verdade.
9. Alegramo-nos de ver-vos fortes, enquanto nós somos fracos. E até oramos por vossa perfeição.
10. Eis por que eu vos escrevo de longe para que, estando presente, não tenha de usar de rigor, em vista do poder que o Senhor me conferiu para edificar, e não para destruir.
11. Por fim, irmãos, vivei com alegria. Tendei à perfeição, animai-vos, tende um só coração, vivei em paz, e o Deus de amor e paz estará convosco.
12. Saudai-vos uns aos outros no ósculo santo. Todos os santos vos saúdam.
13. A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!
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8. Os escarnecedores ateiam fogo na cidade, mas os sábios acalmam o furor.
9. Discute um sábio com um tolo? Que ele se zangue ou que ele se ria não terá paz.
10. Os homens sanguinários odeiam o íntegro, mas os homens retos tomam cuidado com sua vida.
11. O insensato desafoga toda sua ira, mas o sábio a domina e a recalca.
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"O amor nada mais é do que o brilho de Deus nos homens". São Padre Pio de Pietrelcina