Plano Completo de Leitura
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No trigésimo primeiro dia, as pragas continuam a demonstrar o poder de Deus. Êxodo 8 descreve três pragas devastadoras: rãs cobrindo toda a terra, enxames de piolhos e moscas invadindo o Egito, enquanto Faraó endurece repetidamente seu coração. Levítico 6 fornece instruções detalhadas aos sacerdotes sobre como administrar os diversos sacrifícios e manter o fogo perpétuo no altar. O Salmo 48 celebra Jerusalém como a cidade do grande Rei, onde Deus estabeleceu Sua presença e defende Seu povo, contrastando com o Egito que está sendo julgado.
1. O Senhor disse a Moisés: “Dize a Aarão: Estende a tua mão com a tua vara sobre os rios, os canais e os lagos, e faze subir as rãs sobre a terra do Egito”.
2. Aarão levantou a mão sobre as águas do Egito, e as rãs subiram e cobriram a terra.
3. Os mágicos, porém, fizeram outro tanto com seus encantamentos: fizeram subir as rãs sobre a terra do Egito.
4. O faraó mandou chamar Moisés e Aarão: “Intercedei – disse-lhes ele – junto do Senhor, a fim de que afaste as rãs de mim e de meu povo, e deixarei partir o vosso povo para que ofereça sacrifícios ao Senhor”.
5. Moisés respondeu-lhe: “Digna-te dizer-me quando é que devo interceder por ti, por teus servos e por teu povo, para que o Senhor afaste as rãs de tua pessoa e de tuas casas, de sorte que fiquem somente no rio”.
6. “Seja amanhã” – disse ele. Moisés replicou: “Será feito segundo o teu desejo, para que saibas que não há ninguém como o Senhor, nosso Deus.
7. As rãs se afastarão de tua pessoa, de tuas habitações, de teus servos e de teu povo; e ficarão somente no Nilo”.
8. Moisés e Aarão saíram da casa do rei e Moisés invocou o Senhor a respeito das rãs que enviara contra o faraó.
9. Fez o Senhor o que pedia Moisés: morreram as rãs nas casas, nas praças e nos campos.
10. Ajuntaram-nas em montões e o país ficou poluído com isso.
11. Mas, vendo o faraó que havia descanso, endureceu o coração; e, como o Senhor havia predito, não ouviu Moisés e Aarão.
12. O Senhor disse a Moisés: “Dize a Aarão: Levanta a tua vara e fere o pó da terra para que se transforme em mosquitos em todo o Egito”.
13. Fizeram assim: Aarão estendeu a mão com sua vara, e feriu o pó da terra: houve mosquitos sobre os homens e os animais. Toda a poeira da terra se transformou em mosquitos em todo o Egito.
14. Os mágicos, usando de seus encantamentos, tentaram produzir mosquitos, mas não o puderam. Os mosquitos ficavam sobre os homens e os animais.
15. Então os mágicos disseram ao faraó: “Isso é o dedo de Deus”. Mas o coração do faraó permaneceu endurecido e, como o Senhor havia predito, não ouviu Moisés e Aarão.
16. O Senhor disse a Moisés: “Irás amanhã de manhã apresentar-te diante do faraó, quando ele sair para ir à margem do rio, e lhe dirás: Eis o que diz o Senhor: Deixa partir o meu povo, para me prestar culto.
17. Se recusares, mandarei moscas sobre tua pessoa, tua gente, teu povo, tuas casas: as casas dos egípcios serão todas invadidas por elas, bem como a terra em que moram.
18. Farei, porém, uma exceção naquele dia para a terra de Gessen, onde habita o meu povo. Ali não haverá moscas, para que saibas que eu, o Senhor, estou no meio da terra.
19. Farei, pois, uma distinção entre o meu povo e o teu. Amanhã terá lugar esse prodígio”.
20. Assim fez o Senhor: surgiu na casa do faraó, e na de sua gente, uma multidão de moscas e todo o Egito foi devastado pelas moscas.
21. Mandou então o faraó chamar Moisés e Aarão: “Ide – disse-lhes ele – oferecer sacrifícios ao vosso Deus, (mas) no país”.
22. Moisés respondeu: “Não convém que seja assim: os sacrifícios que oferecemos ao Senhor, nosso Deus, seriam uma abominação para os egípcios. Se oferecermos, sob os seus olhos, sacrifícios que lhes são abomináveis, não nos apedrejarão eles?
23. Havemos de ir ao deserto, a três dias de caminho, e ofereceremos (lá) sacrifícios ao Senhor, nosso Deus, conforme ele nos ordenou”.
24. “Consinto – replicou o faraó – em vos deixar partir: oferecereis sacrifícios ao Senhor, vosso Deus, no deserto; somente não ireis muito longe. Rogai por mim.”
25. Moisés respondeu: “Logo que eu sair de tua casa, intercederei junto ao Senhor, e amanhã as moscas se afastarão do faraó, de seus servos e de seu povo. Somente não continue o faraó a nos enganar, recusando-se deixar ir o povo para oferecer sacrifícios ao Senhor”.
26. Moisés saiu da casa do faraó. Rogou ao Senhor,
27. e fez o Senhor o que lhe era pedido: as moscas afastaram-se do faraó, de sua gente, de seu povo e não restou uma sequer.
28. Mas ainda esta vez endureceu o faraó o seu coração, e não deixou ir o povo.
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1. O Senhor disse a Moisés: “Eis as ordenações que darás a Aarão e a seus filhos:
2. Esta é a lei do holocausto: O holocausto ficará na lareira do altar toda a noite até pela manhã, e se conservará ali aceso o fogo do altar.
3. O sacerdote, revestido da túnica de linho e com os calções de linho no corpo, tirará a cinza do fogo que houver consumido o holocausto sobre o altar e a porá ao lado.
4. Deixará suas vestes e porá outras para levar a cinza fora do acampamento, a um lugar limpo.
5. O fogo deverá ser alimentado no altar, sem jamais se apagar. O sacerdote nele acenderá lenha todas as manhãs; disporá sobre ele o holocausto e sobre ele queimará a gordura dos sacrifícios pacíficos.
6. O fogo se conservará perpetuamente aceso no altar, sem jamais se apagar.
7. Eis a lei da oblação: os filhos de Aarão a apresentarão ao Senhor diante do altar.
8. Tomarão dela um punhado de flor de farinha com o azeite e todo o incenso que está por cima, e queimarão sobre o altar como memorial, em oferta de agradável odor ao Senhor.
9. Aarão e seus filhos comerão o que sobrar da oblação. E o comerão sem fermento em um lugar santo, a saber: no átrio da tenda de reunião. Não será cozido com fermento.
10. Essa é a parte que lhes tenho dado das ofertas que me são feitas, consumidas pelo fogo. Essa é uma coisa santíssima, como o sacrifício pelo pecado e o sacrifício de reparação.
11. Todo varão entre os filhos de Aarão comerá dela. Essa é uma lei perpétua, no tocante às partes destinadas a vossos descendentes, das ofertas feitas pelo fogo ao Senhor. Todo aquele que tocar essas coisas será santo”.
12. O Senhor disse a Moisés:
13. “Eis a oferta que Aarão e seus filhos farão ao Senhor no dia em que receberem a unção: um décimo de efá de flor de farinha em oblação perpétua, metade pela manhã e metade à tarde.
14. Será preparada na assadeira com óleo; tu a trarás quando estiver misturada, e oferecerás os pedaços fritos da oferta dividida, em agradável odor ao Senhor.
15. O filho do sacerdote que lhe suceder e receber a unção fará também essa oblação. Essa é uma lei perpétua diante do Senhor; a oblação será consumida inteiramente.
16. Toda oferta de um sacerdote será consumida integralmente, e dela não se comerá nada”.
17. O Senhor disse a Moisés: “Dize o seguinte a Aarão e seus filhos:
18. Eis a lei do sacrifício pelo pecado: a vítima do sacrifício pelo pecado será imolada diante do Senhor, no lugar onde se imola a vítima do holocausto. Essa é uma coisa santíssima.
19. O sacerdote que oferecer a vítima do sacrifício pelo pecado a comerá em um lugar santo, a saber: no átrio da tenda de reunião.
20. Todo aquele que tocar a sua carne será santo; se se salpicar do seu sangue sobre uma veste, tu a lavarás em um lugar santo.
21. O vaso de barro em que se cozer a vítima será quebrado; mas, se o vaso for de bronze, será esfregado e lavado com água.
22. Todo varão entre os sacerdotes comerá dela; essa é uma coisa santíssima.
23. A vítima, porém, imolada pelo pecado, cujo sangue se leva à tenda de reunião para se fazer a expiação no santuário, não será de forma alguma comida, mas queimada no fogo”.
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1. Cântico. Salmo dos filhos de Coré.*
2. Grande é o Senhor e digno de todo louvor, na cidade de nosso Deus. O seu monte santo,
3. colina magnífica, é uma alegria para toda a terra. O lado norte do monte Sião é a cidade do grande rei.
4. Deus se mostrou em seus palácios um baluarte seguro.
5. Eis que se unem os reis para atacar juntamente.
6. Apenas a vêem, atônitos de medo e estupor, fogem.
7. Aí o terror se apodera deles, uma angústia como a de mulher em parto,
8. ou como quando o vento do oriente despedaça as naus de Társis.
9. Como nos contaram, assim o vimos na cidade do Senhor dos exércitos, na cidade de nosso Deus; Deus a sustenta eternamente!
10. Ó Deus, relembremos a vossa misericórdia no interior de vosso templo.
11. Como o vosso nome, ó Deus, assim vosso louvor chega até os confins do mundo. Vossa mão direita está cheia de justiça.
12. Que o monte Sião se alegre! Que as cidades de Judá exultem, à vista de vossos juízos!
13. Relanceai o olhar sobre Sião, dai-lhe a volta, contai suas torres,
14. considerai suas fortificações, examinai seus palácios, para narrardes às gerações futuras:
15. como Deus é grande, nosso Deus dos séculos eternos; é ele o nosso guia.
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"Devo fazer somente a vontade de Deus e, se lhe agrado, o restante não conta." São Padre Pio de Pietrelcina