Plano Completo de Leitura
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No dia 276, Neemias 8 nos inspira com a leitura pública da Lei, renovando a fé do povo de Jerusalém. Ester 4,14 desafia a coragem e a responsabilidade de agir em tempos críticos. Provérbios 21:5-8 destaca o valor do planejamento cuidadoso, da diligência e da busca constante pela justiça em nossas ações.
1. Todo o povo se reuniu então, como um só homem, na praça que ficava diante da porta da Água e pediu a Esdras, o escriba, que trouxesse o Livro da Lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel.
2. O sacerdote Esdras trouxe o Livro da Lei diante da assembleia de homens, mulheres e de todas (as crianças) que fossem capazes de compreender. Era o primeiro dia do sétimo mês.
3. Esdras fez então a leitura da Lei, na praça que ficava diante da porta da Água, desde a manhã até o meio-dia, na presença dos homens, das mulheres e das (crianças) capazes de compreender. Todos escutavam atentamente a leitura.
4. O escriba Esdras postou-se num estrado de madeira que tinham construído para a ocasião. A seu lado encontravam-se, à direita, Matatias, Sema, Anias, Urias, Helcias e Maasias; à sua esquerda estavam Fadaías, Misael, Melquias, Hasum, Hasbadana, Zacarias e Mesolam.
5. Esdras abriu o Livro à vista de todo o povo, pois estava em lugar mais elevado do que a multidão. Quando o escriba abriu o Livro, todo o povo se levantou.
6. Esdras bendisse o Senhor, o grande Deus; ao que todo o povo respondeu, levantando as mãos: “Amém! Amém!”. Depois inclinaram-se e prostraram-se diante do Senhor com a face por terra.
7. E Josué, Bani, Serebias, Jamin, Acub, Sabatai, Hodias, Maasias, Celita, Azarias, Jozabad, Hanã, Falaías e outros levitas explicavam a Lei ao povo e cada um ficou no seu lugar.
8. Liam distintamente no Livro da Lei de Deus e explicavam o sentido, de maneira que se pudesse compreender a leitura.
9. Depois Neemias, o governador, e Esdras, sacerdote e escriba, e os levitas que instruíam o povo, disseram a toda a multidão: “Este é um dia de festa consagrado ao Senhor, nosso Deus. Não haja nem aflição, nem lágrimas”. Porque todos choravam ao ouvir as palavras da Lei.
10. Neemias disse-lhes: “Ide para as vossas casas, fazei um bom jantar, tomai bebidas doces e reparti com aqueles que nada têm pronto; porque este dia é um dia de festa consagrado ao nosso Senhor; não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força”.
11. Os levitas acalmavam o povo. “Silêncio! – diziam eles – este é um dia santo! Nada de tristeza!”
12. E todo o povo se foi para beber e comer, dar porções aos pobres e entregar-se a grandes alegrias. Porque tinham compreendido o sentido das palavras que lhes foram explicadas.
13. No segundo dia, os chefes de família de todo o povo, os sacerdotes e os levitas reuniram-se junto do escriba Esdras para examinar o texto da Lei.
14. Encontraram escrito na Lei que o Senhor havia dito, pelo ministério de Moisés, que os israelitas deviam habitar debaixo de tendas durante a festa do Sétimo Mês*
15. e que se devia proclamar e publicar em todas as cidades e em Jerusalém o seguinte aviso: “Ide à montanha e trazei ramos de oliveira cultivada e de oliveira selvagem, ramos de mirta, ramos de palmeiras e de árvores frondosas para fazer cabanas, segundo está prescrito”.
16. Então, o povo foi e trouxe ramos. E construíram as cabanas nos terraços de suas casas, nos pátios, nos átrios do templo, na praça da porta da Água e na praça da porta de Efraim.
17. Todos aqueles que tinham voltado do cativeiro fizeram cabanas e nelas habitaram. Desde o tempo de Josué, filho de Nun, até aquele dia, os israelitas não tinham feito coisa semelhante. E houve por isso grande regozijo.
18. Foi feita a cada dia uma leitura da Lei de Deus, desde o primeiro dia da festa até o último. Celebraram a festa durante sete dias e, no oitavo dia, houve uma assembleia solene para encerramento, segundo prescrevia o rito.
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1. Quando Mardoqueu soube o que se tinha passado rasgou suas vestes, cobriu-se de saco e de cinza. Em seguida, percorreu a cidade, dando gritos de dor.
2. Veio desse modo até diante da porta do rei, pela qual ninguém tinha o direito de passar com vestes de luto.*
3. Em cada província, em toda a parte onde chegavam a ordem do rei e seu edito, havia grande desolação entre os judeus. Jejuaram, choraram e fizeram lamentações; e muitos se deitavam sobre o saco e a cinza.
4. As servas de Ester e seus eunucos vieram contar-lhe o que se passava, e isso lhe causou grande temor. Mandou roupas para revestir Mardoqueu, fazendo-lhe despir o saco de que estava coberto, mas ele não as aceitou.
5. Então, Ester, chamando Atac, um dos eunucos que o rei tinha colocado a seu serviço, encarregou-o de perguntar a Mardoqueu o que significavam aqueles sinais de dor.
6. Atac foi ter com Mardoqueu, que estava na praça da cidade, diante da porta do rei.
7. Soube dele tudo o que tinha acontecido e a quantia de dinheiro que Amã tinha prometido depositar no tesouro real, em troca da destruição dos judeus.
8. Mardoqueu lhe entregou também uma cópia do edito, publicado em Susa, para exterminá-los. Devia mostrá-la a Ester, para que ficasse informada de tudo e movê-la a ir ter com o rei para implorar sua graça e interceder junto dele em favor do povo.
9. Atac veio relatar a Ester as palavras de Mardoqueu,
10. mas a rainha mandou Atac responder-lhe:
11. “Todos os servos do rei e o povo de suas províncias sabem bem que, para quem quer que seja, homem ou mulher, que penetrar sem ser chamado na câmara interior do palácio, há uma lei real condenando-o à morte, exceção feita somente àquele para o qual o rei estender seu cetro de ouro, conservando-lhe a vida. E eis que são já trinta dias que não sou chamada à presença do rei”.
12. As palavras de Ester foram referidas a Mardoqueu, que lhe mandou responder:
13. “Não imagines que serás a única entre todos os judeus a escapar, por estares no palácio.
14. Se te calares agora, o socorro e a libertação virão aos judeus de outra parte; mas tu e a casa de teu pai perecereis. E quem sabe se não foi para essas circunstâncias que chegaste à realeza?”.
15. Ester mandou responder a Mardoqueu:
16. “Vai reunir todos os judeus de Susa. Jejuai por mim sem comer nem beber durante três dias e três noites. Eu e minhas servas também jejuaremos. Depois disso, apesar da lei, irei ter com o rei. Se for preciso morrer, morrerei”.*
17. Mardoqueu se retirou e fez o que Ester pediu.
1. Por sua parte, a rainha Ester, tomada de uma angústia mortal, recorreu ao Senhor.
2. Depôs suas vestes suntuosas e vestiu-se com roupas de aflição e de luto. No lugar de essências preciosas, cobriu a cabeça com cinzas e poeira. Afligiu duramente seu corpo e por todos os lugares onde costumava alegrar-se espalhou os cabelos que se arrancava.
3. Dirigiu esta prece ao Senhor, Deus de Israel: “Meu Senhor, nosso Rei, assisti-me no meu desamparo, porque não tenho outro socorro senão vós
4. e o perigo que me ameaça eu o toco já com as mãos.
5. Aprendi desde a infância, no seio da minha família, que vós, Senhor, tendes escolhido Israel entre todas as nações e nossos pais entre todos os seus antepassados, para deles fazer vossa herança perpétua e que tendes executado todas as vossas promessas.
6. Agora pecamos na vossa presença e nos tendes entregado nas mãos de nossos inimigos,
7. por termos adorado seus deuses. Vós sois justo, Senhor!
8. Ora, presentemente não lhes basta a amargura de nossa escravidão, mas colocaram suas mãos sobre as mãos dos ídolos,
9. em sinal de que querem abolir o que vossos lábios decretaram, aniquilar vossa herança, fechar a boca daqueles que vos louvam, extinguir a glória de vosso templo e de vosso altar,
10. a fim de proclamar pela boca dos povos pagãos o poder de seus ídolos e de magnificar eternamente um rei de carne.
11. Ó Senhor, não entregueis vosso cetro àqueles que não existem! Que eles não se riam de nossa ruína! Fazei cair sobre eles o seu projeto e tornai um exemplo para todo aquele que por primeiro nos atacou.
12. Lembrai-vos de nós, Senhor! Manifestai-vos no dia da tribulação! Dai-nos coragem, Senhor, Rei dos deuses e dominador de todo principado!
13. Colocai em seus lábios palavras prudentes na presença do leão e fazei passar seu coração para o ódio daquele que nos é hostil, a fim de que ele pereça, ele e todos os seus parceiros.
14. E a nós, que a vossa mão nos livre! Assisti-me no meu abandono, a mim que não tenho senão a vós, Senhor. Conheceis tudo:
15. sabeis que detesto a glória dos ímpios e que tenho horror ao leito dos incircuncisos e estrangeiros.
16. Conheceis a necessidade a que estou reduzida e como abomino a insígnia da dignidade que está sobre minha cabeça nos dias em que devo aparecer em público. Sim, eu a abomino como um pano manchado e não a levo nos dias de meu retiro.
17. Vossa serva não comeu à mesa de Amã, nem honrou com sua presença os banquetes do rei, nem bebeu o vinho das libações.
18. Jamais, desde o dia de sua elevação até hoje, vossa serva não experimentou alegria a não ser em vós, Senhor, Deus de Abraão.
19. Ó Deus, que sois poderoso sobre todas as coisas, ouvi a voz daqueles que não têm outra esperança; livrai-nos das mãos dos malvados e livrai-me de minha angústia”.
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5. Os planos do homem ativo produzem abundância; a precipitação só traz penúria.
6. Tesouros adquiridos pela mentira: vaidade passageira para os que procuram a morte.
7. A violência dos ímpios os conduz à ruína, porque se recusam a praticar a justiça.
8. O caminho do perverso é tortuoso, mas o inocente age com retidão.
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"Quanto mais se caminha na vida espiritual, mais se sente a paz que se apossa de nós." São Padre Pio de Pietrelcina