Plano Completo de Leitura
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No dia 175, 2 Reis 6-7 apresenta milagres de Eliseu que fortalecem a fé e a esperança do povo. Oséias 4-7 denuncia a corrupção e a infidelidade de Israel, chamando à reflexão e arrependimento. O Salmo 103 eleva nossa gratidão pela misericórdia e bondade de Deus, lembrando-nos de perdoar e confiar Nele diariamente.
1. Os filhos dos profetas disseram a Eliseu: “Vê, o lugar em que moramos contigo tornou-se estreito demais para nós.
2. Vamos até o Jordão, tomemos dali cada um de nós uma viga e construamos ali uma sala em que possamos habitar”. “Ide” – respondeu-lhes ele –.
3. “Mas vem também tu com os teus servos” – ajuntou um deles –. “Eu irei” – disse ele.
4. E partiu com eles. Chegados ao Jordão, puseram-se a cortar madeira.
5. Ora, estando um deles a cortar uma árvore, eis que o seu machado caiu na água. “Ah, meu senhor!” – exclamou ele. Porque o machado era emprestado.
6. “Onde caiu ele?” – perguntou o homem de Deus. Ele mostrou-lhe o lugar. Eliseu cortou um pedaço de madeira, jogou-o na água e o machado veio à tona.
7. “Tira-o” – disse ele. O homem estendeu a mão e tomou-o.
8. O rei da Síria, que estava em guerra contra Israel, teve conselho com os seus servos e disse-lhes: “Em tal e tal lugar estará o meu acampamento”.
9. Mandou então o homem de Deus dizer ao rei de Israel: “Guarda-te de passar por tal lugar, porque os sírios estão ali”.
10. O rei de Israel mandou homens ao lugar indicado pelo homem de Deus em sua mensagem. E o rei acautelou-se não apenas uma ou duas vezes.
11. O rei da Síria, alvoroçado por causa disso, chamou seus servos e disse-lhes: “Não me descobrireis quem dos nossos nos traiu junto do rei de Israel?”.
12. “Não foi ninguém, ó rei, meu senhor – respondeu um deles –, é o profeta Eliseu quem conta ao rei de Israel os planos que fazes em teu quarto de dormir.”
13. “Ide – disse o rei –, e vede onde ele está, para que eu o mande prender.” Disseram ao rei: “Ele está agora em Dotain”.
14. O rei enviou ali cavalos, carros e uma companhia importante; chegaram de noite e cercaram o lugar.
15. Na manhã seguinte, o homem de Deus, saindo fora, viu o exército que cercava a cidade com cavalos e carros. Seu servo disse-lhe: “Ai, meu senhor! Que vamos fazer agora?”.
16. “Não temas – respondeu Eliseu –, os que estão conosco são mais numerosos do que os que estão com eles.”
17. Orou Eliseu e disse: “Senhor, abri-lhe os olhos, para que veja”. O Senhor abriu os olhos do servo e este viu o monte cheio de cavalos e carros de fogo ao redor de Eliseu.
18. Entretanto, os sírios desciam para ele e Eliseu orou ao Senhor, dizendo: “Feri de cegueira estes homens”. E o Senhor, ouvindo a prece de Eliseu, feriu-os de cegueira.
19. Eliseu disse-lhes: “Não é por aqui o caminho nem é esta a cidade. Segui-me! Vou conduzir-vos ao homem que buscais”. E levou-os a Samaria.
20. Tendo eles entrado em Samaria, Eliseu disse: “Senhor, abri os olhos desses homens para que vejam”. O Senhor abriu-lhes os olhos e eles viram que estavam em Samaria.
21. O rei de Israel, tendo-os visto, disse a Eliseu: “Devo matá-los, meu pai?”.
22. “Não” – respondeu ele –. “Fere aos que capturares com tua espada e teu arco. A estes, porém, dá-lhes pão e água, para que restaurem as forças e voltem em seguida para junto de seu senhor.”
23. O rei mandou que se lhes servisse um grande banquete e depois que acabaram de comer e beber, deixou-os em liberdade e eles voltaram para o seu soberano. A partir de então, os guerrilheiros sírios cessaram as suas incursões nas terras de Israel.
24. Depois disso, Ben-Adad, rei da Síria, mobilizou todo o seu exército e subiu para pôr cerco diante de Samaria.*
25. A fome alastrou-se pela cidade e o cerco foi tão rude que uma cabeça de jumento valia oitenta siclos de prata e a quarta parte de um cab de grãos, cinco siclos de prata.*
26. Um dia em que o rei circulava pela muralha, uma mulher gritou-lhe: “Socorre-me, ó rei, meu senhor!”.
27. O rei respondeu-lhe: “Se o Senhor não te salva, com que te poderei eu socorrer? Porventura, com a eira ou com o lagar?”.*
28. E ajuntou: “Que te aconteceu?”. Ela respondeu: “Esta mulher, que aqui vês, disse-me: ‘Dá-me o teu filho para o comermos hoje; amanhã comeremos o meu’.
29. Cozemos então o meu filho e o comemos. No dia seguinte, quando eu lhe disse: ‘Dá-me o teu filho para que o comamos’, ela o escondeu”.
30. Ouvindo o que lhe dizia a mulher, o rei rasgou as vestes, e como ia passando pela muralha, o povo viu que ele trazia um cilício sobre o corpo.
31. “Que Deus me trate com todo o rigor, se a cabeça de Eliseu, filho de Safat, lhe ficar ainda hoje sobre os ombros!”*
32. Ora, Eliseu achava-se em sua casa e os anciãos sentados com ele. O rei se fizera preceder por um emissário; mas, antes que este chegasse, Eliseu disse aos anciãos: “Vede como este filho de bandido manda alguém para cortar-me a cabeça? Atenção! Quando chegar o emissário, fechai-lhe a porta e repeli-o. Mas não se ouve já o ruído dos passos de seu amo, que o segue?”.
33. Não tinha ainda acabado de falar, quando o mensageiro se apresentou diante dele e disse-lhe: “Quando um tão grande mal nos vem do Senhor, que poderei eu esperar ainda?”.
1. Eliseu disse-lhe: “Ouvi o que diz o Senhor: ‘Amanhã, a esta mesma hora, uma medida de flor de farinha valerá um siclo à porta de Samaria e duas medidas de cevada, também um siclo”.*
2. O oficial, em cujo braço se apoiava o rei, respondeu ao homem de Deus: “Ainda que o Senhor fizesse janelas no céu, seria possível semelhante coisa?”. “Tu o verás com os teus olhos – respondeu Eliseu –, mas não comerás.”*
3. Ora, estavam quatro leprosos à porta da cidade, os quais disseram entre si: “Por que ficarmos nós aqui até morrermos?
4. Se formos para a cidade, morreremos, porque reina a fome ali; se ficarmos aqui, morreremos da mesma sorte. Vinde! Passemos ao acampamento dos sírios; quem sabe se eles nos pouparão a vida e viveremos? Se nos quiserem matar, pois bem, morreremos”.
5. Ao anoitecer, partiram para o acampamento dos sírios mas, ao chegarem aos limites do acampamento, viram que não havia mais ninguém.
6. O Senhor tinha feito ouvir no acampamento dos sírios um estrondo de carros, de cavalaria e de um grande exército e disseram uns aos outros: “Isso é certamente o rei de Israel que assalariou contra nós os reis dos hiteus e dos egípcios”.
7. Levantaram-se, pois, ao anoitecer e fugiram, deixando ali suas tendas, cavalos, jumentos, abandonando o acampamento tal como estava e só cuidando de salvar a própria vida.
8. Os leprosos, pois, chegando à extremidade do acampamento, entraram numa tenda e, depois de terem comido e bebido, tomaram consigo ouro, prata e vestes, que foram esconder para si. Voltaram em seguida e entraram noutra tenda e esconderam também o que puderam carregar dali.
9. Então, disseram um para o outro: “Não está bem o que fazemos. Hoje é um dia de boas novas. Se calarmos e esperarmos até o romper da aurora, seremos castigados. Vamos e informemos a casa do rei”.
10. Foram e contaram o sucedido aos guardas da porta da cidade, dizendo-lhes: “Entramos no acampamento dos sírios. Não há ali ninguém, nem uma voz humana sequer, só há cavalos, jumentos amarrados e as tendas tais como foram levantadas”.
11. Os guardas da porta deram sinais e a boa-nova foi levada ao interior do palácio real.
12. Era noite. O rei levantou-se e disse aos seus servos: “Vou dizer-vos o que tramam os sírios: eles sabem que estamos famintos; por isso, deixaram o acampamento e foram armar emboscadas no campo, pensando prender-nos vivos e penetrar em seguida na cidade, uma vez que tenhamos saído dela”.
13. Mas um dos servos do rei tomou a palavra: “Tomemos cinco dos cavalos que nos restam e mandemo-los para ver o que há – sua sorte será a de todo o povo de Israel que ficou e que vai perecer”.
14. Escolheram dois carros com os cavalos e o rei os enviou para seguirem as pisadas do exército sírio, dizendo-lhes: “Ide ver”.
15. Eles seguiram os rastos dos sírios até o Jordão. Todo o caminho estava repleto de vestes e outros objetos que os sírios tinham abandonado em sua precipitação. Os mensageiros voltaram e contaram-no ao rei.
16. Saiu então o povo e pilhou o acampamento dos sírios. E vendeu-se uma medida de flor de farinha por um siclo e igualmente por um siclo duas medidas de cevada, como o Senhor o dissera.
17. O rei confiara a guarda da porta ao oficial em cujo braço se apoiava. Mas a porta, com os empurrões do povo, caiu e o povo o esmagou; e ele morreu, como havia predito o homem de Deus, quando o rei descera à sua casa.
18. O homem de Deus tinha dito ao rei: “Amanhã, a esta mesma hora, duas medidas de cevada valerão um siclo, na porta de Samaria e uma medida de flor de farinha, um siclo igualmente”.
19. E o oficial tinha respondido ao homem de Deus: “Ainda que o Senhor fizesse janelas no céu, seria possível tal coisa?”. Ao que Eliseu replicara: “Tu o verás com os teus olhos, mas não comerás”.
20. Foi o que lhe aconteceu, pois o povo o atropelou à porta e ele morreu.
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1. Ouvi a palavra do Senhor, filhos de Israel! Porque o Senhor está em litígio com os habitantes da terra. Não há sinceridade nem bondade, nem conhecimento de Deus na terra.*
2. Juram falso, assassinam, roubam, cometem adultério, usam de violência e acumulam homicídio sobre homicídio.
3. Por isso, a terra está de luto e todos os seus habitantes perecem; os animais selvagens, as aves do céu, e até mesmo os peixes do mar desaparecem.
4. Entretanto, ninguém poderá acusar o povo, nem o repreender, mas eu censuro a ti, ó sacerdote.
5. Tu tropeçarás em pleno dia, assim como o profeta durante a noite. Eu te farei perecer,*
6. porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, te excluirei de meu sacerdócio; já que esqueceste a Lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.*
7. Quanto mais se multiplicaram, mais pecaram contra mim, transformaram em infâmia o que era a sua glória.
8. Eles se nutrem do pecado de meu povo, e são ávidos de suas iniquidades.
9. O sacerdote será tratado como o povo. Eu o castigarei pelo seu comportamento. Irei tratá-lo segundo as suas obras.
10. Comerão, mas não hão de saciar-se; irão se prostituir, mas não hão de multiplicar-se, porque abandonaram o culto do Senhor.
11. O mau proceder, o vinho e o mosto abafam a razão.
12. Meu povo consulta o seu pedaço de pau, e o seu cajado lhe faz revelações, porque o espírito de infidelidade o perde e eles se prostituem, afastando-se de seu Deus.
13. Sacrificam nos cimos das montanhas, queimam ofertas nas colinas, debaixo dos carvalhos, dos álamos e dos terebintos, sentindo-se bem à sua sombra. Assim, quando vossas filhas se prostituem e vossas noras adulteram,
14. não castigarei as vossas filhas prostitutas, nem vossas noras adúlteras, porque eles mesmos coabitam com meretrizes e sacrificam com hieródulas. O povo insensato lança-se à perdição!
15. Se procederes mal, Israel, que ao menos Judá não se torne culpado! Não vades a Guilgal, não subais a Bet-Áven, e não jureis “pela vida de Deus!”
16. Porque Israel se rebela como uma novilha insubmissa, o Senhor vai conduzi-lo agora a pastar como um cordeiro em uma planície aberta.*
17. Efraim aliou-se aos ídolos: deixa-o!
18. Logo que cessam de beber, entregam-se à prostituição;* seus chefes preferem a ignomínia.
19. O vento os envolverá nas suas asas, e serão cobertos de vergonha por causa de seus altares.
1. Ouvi isto, ó sacerdotes, sede atentos, chefes de Israel, escuta, gente de casa do rei! Contra vós será feito o julgamento, porque vos tornastes um laço para a sentinela, uma rede estendida no Tabor.
2. Os perseguidores levaram ao extremo a maldade, mas vou castigá-los todos.
3. Conheço Efraim, e Israel não me é oculto. Ora, Efraim transviou-se e Israel maculou-se;
4. seu proceder não lhes permite voltar ao seu Deus, porque um espírito de prostituição os possui; eles desconhecem o Senhor.
5. A arrogância de Israel dá testemunho contra ele, Israel e Efraim tropeçarão em sua iniquidade, e também Judá cairá com eles.
6. Irão buscar o Senhor com suas ovelhas e seus bois, mas não o encontrarão:
7. o Senhor retirou-se deles porque o traíram, porque geraram filhos bastardos. O destruidor vai devorá-los, eles e seus campos.
8. Tocai a corneta em Gabaá, a trombeta em Ramá, dai o alarme em Bet-Áven, alertai Benjamim!
9. Efraim será devastado no dia do castigo. Sobre as tribos de Israel profiro um decreto irrevogável:
10. os chefes de Judá procedem como aqueles que mudam os marcos. Derramarei sobre eles as torrentes do meu furor.
11. Efraim é opressor, transgride o direito porque se compraz em abandonar a regra.*
12. Serei para Efraim como a tinha, e para a casa de Judá, como a cárie.
13. Efraim verá o seu mal, e Judá a sua chaga; Efraim recorrerá à Assíria e Judá se dirigirá ao grande rei. Mas este não vos poderá curar nem dar remédio à vossa chaga,
14. porque serei como um leão para Efraim, como um leão para a casa de Judá; eu, eu mesmo despedaçarei a presa e partirei; eu a levarei e ninguém de mim a arrebatará.
15. Regressarei à minha morada, até que se arrependam de seus pecados e me procurem, e em sua miséria recorram a mim.
1. “Vinde, voltemos ao Senhor, ele feriu-nos, ele nos curará; ele causou a ferida, ele a pensará.
2. Ele nos dará de novo a vida em dois dias; ao terceiro dia ele nos levantará e viveremos em sua presença.
3. Apliquemo-nos a conhecer o Senhor; sua vinda é certa como a da aurora; ele virá a nós como a chuva, como a chuva da primavera que irriga a terra.”*
4. Que te farei, Efraim? Que te farei, Judá? Vosso amor é como a nuvem da manhã, como o orvalho que logo se dissipa.
5. Por isso, é que os castiguei pelos profetas, e os matei pelas palavras de minha boca, e meu juízo resplandece como o relâmpago,*
6. porque eu quero o amor mais que os sacrifícios, e o conhecimento de Deus mais que os holocaustos.*
7. Mas eles violaram vergonhosamente a aliança e traíram-me.*
8. Galaad é uma cidade de malfeitores, cheia de traços de sangue;
9. os bandidos são a força dela, uma quadrilha de sacerdotes; assassinam no caminho de Siquém, porque seu proceder é criminoso.*
10. Vi horrores na casa de Israel: ali cresce a prostituição de Efraim, ali se mancha Israel.*
11. Apesar de tudo, Judá há de ter boa colheita, quando eu restaurar o meu povo, quando eu curar Israel.*
1. A iniquidade de Efraim foi desvendada, bem como a maldade de Samaria, porque cometem fraudes. O ladrão penetra nas casas, e a quadrilha de salteadores anda por aí impunemente.
2. Não é com sinceridade que dizem que me lembro de todas as suas maldades. Agora suas más obras os envolvem, e eu os tenho diante de meus olhos.
3. Alegram o rei com suas maldades, e os príncipes com suas mentiras.
4. São todos uns adúlteros, semelhantes a um forno aceso; o padeiro cessa de atiçar o fogo depois que trabalhou a massa, até que esta se levede.
5. O dia de nosso rei, os príncipes o profanam com o calor do vinho. Conseguirá sua mão deter os insolentes? Quando conspiram, seu coração é como um forno;
6. toda a noite dorme o calor de seu ressentimento, mas pela manhã ele queima com uma chama viva.
7. Todos eles ardem como um forno e consomem os seus juízes. Todos os seus reis caíram, sem que nenhum deles me tenha invocado.*
8. Efraim mistura-se com os outros povos, Efraim é uma torta que não foi virada.*
9. Estrangeiros o consomem sem que ele se dê conta; as cãs se lhe multiplicam, sem que ele o perceba.
10. A arrogância de Israel dá testemunho contra ele; não se voltam para o Senhor, seu Deus, e, apesar de tudo, não o buscam.
11. Efraim é como uma pomba ingênua, sem inteligência; apelam para o Egito, vão à Assíria...
12. Se ali forem, estenderei sobre eles a minha rede, irei prendê-los como aves do céu e os punirei para advertência de sua assembleia.
13. Ai deles, porque fogem de mim! Serão arruinados porque se afastam de mim. Enquanto eu os queria salvar, proferiam mentiras contra mim.
14. Não me invocam do fundo de seus corações, mas se lamentam em seus leitos; laceram-se pelo trigo e pelo vinho, e revoltam-se contra mim.
15. Eu os adverti e fortifiquei seus braços, mas eles meditam o mal contra mim.
16. Não é para o Altíssimo que eles se voltam, são como um arco desarmado; seus chefes cairão pela espada em punição de sua língua, e se rirá deles na terra do Egito.*
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1. Salmo de Davi. Bendize, ó minha alma, o Senhor, e tudo o que existe em mim bendiga o seu santo nome.*
2. Bendize, ó minha alma, o Senhor, e jamais te esqueças de todos os seus benefícios.
3. É ele que perdoa as tuas faltas, e sara as tuas enfermidades.
4. É ele que salva tua vida da morte, e te coroa de bondade e de misericórdia.
5. É ele que cumula de benefícios a tua vida, e renova a tua juventude como a da águia.
6. O Senhor faz justiça, dá o direito aos oprimidos.
7. Revelou seus caminhos a Moisés, e suas obras aos filhos de Israel.
8. O Senhor é bom e misericordioso, lento para a cólera e cheio de clemência.*
9. Ele não está sempre a repreender, nem eterno é o seu ressentimento.
10. Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos castiga em proporção de nossas faltas,
11. porque tanto os céus distam da terra quanto sua misericórdia é grande para os que o temem;
12. tanto o oriente dista do ocidente quanto ele afasta de nós nossos pecados.
13. Como um pai tem piedade de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que o temem,
14. porque ele sabe de que é que somos feitos, e não se esquece de que somos pó.
15. Os dias do homem são semelhantes a erva, ele floresce como a flor dos campos.
16. Apenas sopra o vento, já não existe, e nem se conhece mais o seu lugar.
17. É eterna, porém, a misericórdia do Senhor para com os que o temem. E sua justiça se estende aos filhos de seus filhos,
18. sobre os que guardam a sua aliança, e, lembrando, cumprem seus mandamentos.
19. Nos céus estabeleceu o Senhor o seu trono, e o seu império se estende sobre o universo.
20. Bendizei o Senhor todos os seus anjos, valentes heróis que cumpris suas ordens, sempre dóceis à sua palavra.
21. Bendizei o Senhor todos os seus exércitos, ministros que executais sua vontade.
22. Bendizei o Senhor todas as suas obras, em todos os lugares onde ele domina. Bendize, ó minha alma, o Senhor.
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"Não nos preocupemos quando Deus põe à prova a nossa fidelidade." São Padre Pio de Pietrelcina