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No dia seguinte, segundo dia da lua, o lugar de Davi continuava vazio. Saul disse ao seu filho Jônatas: “Por que o filho de Jessé não veio comer, nem ontem nem hoje?”. (I Samuel 20, 27)
Enquanto viver esse homem na terra, não estarás seguro, nem tu nem o teu trono. Vamos! Vai buscá-lo e traze-mo; ele merece a morte!”.* (I Samuel 20, 31)
Davi respondeu-lhe: “O rei confiou-me uma missão, com a ordem de não revelar a ninguém o motivo por que me enviou. Combinei com os meus servos um encontro em certo lugar. (I Samuel 21, 2)
Disse Davi a Abimelec: “Tens aqui à mão uma lança ou uma espada? Nem sequer tive tempo de tomar minha lança e minhas armas, tão apressado estava o rei”. (I Samuel 21, 8)
“Tenho a espada do filisteu Golias – respondeu o sacerdote –, que tu mesmo mataste no vale do Terebinto. Está embrulhada num pano, atrás do efod. Se quiseres, podes tomá-la, pois não há aqui nenhuma outra.” “Não há outra igual – replicou Davi –; dá-me a espada!” (I Samuel 21, 9)
Apresentou-os, pois, ao rei de Moab e ficaram com ele durante todo o tempo em que Davi permaneceu no fortim. (I Samuel 22, 4)
Foi porventura hoje que comecei a consultar Deus por ele? Longe de mim qualquer ideia de revolta! Não atribua o rei crime algum ao seu servo, nem à sua família! Teu servo nada soube de tudo isto, nem pouco nem muito”. (I Samuel 22, 15)
E ajuntou: “Senhor, Deus de Israel, vosso servo sabe que Saul pretende penetrar em Ceila para destruir a cidade por causa de mim. (I Samuel 23, 10)
Davi permaneceu no deserto, em lugares bem protegidos e habitou no monte do deserto de Zif. Saul procurava-o sem cessar; mas Deus não o entregou nas suas mãos. (I Samuel 23, 14)
Saul partiu com seus homens à sua procura. Mas Davi, informado disso, desceu à rocha e permaneceu no deserto de Maon. Saul o soube e foi persegui-lo ali. (I Samuel 23, 25)
Chegando perto dos apriscos de ovelhas que havia ao longo do caminho, entrou Saul numa gruta para satisfazer suas necessidades. Ora, no fundo dessa mesma gruta se encontrava Davi com seus homens,* (I Samuel 24, 4)
Olha, meu pai, vê a ponta de teu manto em minha mão. Se eu cortei este pano do teu manto e não te matei, reconhece que não há perversidade nem revolta em mim. Jamais pequei contra ti e tu procuras matar-me. (I Samuel 24, 12)