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Exclamei, então: “Ah! Senhor Javé, dizem de mim que falo sempre por parábolas!”. (Ezequiel 21, 5)
“Filho do homem, volta-te para Jerusalém e profere um oráculo contra o santuário, um oráculo contra a terra de Israel. (Ezequiel 21, 7)
É porque quero exterminar do teu meio o justo e o malévolo que do Sul ao Norte desembainhei a espada contra todo homem. (Ezequiel 21, 9)
“Filho do homem, pronuncia o seguinte oráculo: assim fala o Senhor: dize: A espada! A espada está afiada e polida. (Ezequiel 21, 14)
Afiada para o massacre; polida a ponto de desprender clarões: então haveremos de alegrar-nos? O cetro do meu filho sobrepuja todo madeiro. (Ezequiel 21, 15)
Foi polida para empunhá-la na mão; está ela aguçada e limpa para ser entregue ao degolador. (Ezequiel 21, 16)
Volta-te para trás, à direita e à esquerda, diante de ti: (Ezequiel 21, 21)
porque o rei da Babilônia se detém na encruzilhada do caminho, à frente dos dois caminhos, para consultar à sorte: ele agita as flechas, interroga os ídolos domésticos, examina o fígado das vítimas.* (Ezequiel 21, 26)
Em sua mão direita, detém ele a sorte que designa Jerusalém, para aí colocar os carneiros, para aí dar ordens de carnificina e arrancar gritos de guerra, para conduzir os aríetes contra as portas, para suspender terraços e construir torres. (Ezequiel 21, 27)
Isso significa aos olhos dos habitantes de Jerusalém um presságio mentiroso. Prestaram juramento, mas o rei da Babilônia lhes recorda a lembrança de suas iniquidades, mandando capturá-los.* (Ezequiel 21, 28)
Sobre ti desencadearei a minha cólera; soprarei sobre ti o fogo do meu furor; eu te entregarei nas mãos de homens brutais, artífices de destruição. (Ezequiel 21, 36)
Dize-lhe: eis o que diz o Senhor Javé: Ah! cidade que espalhas o sangue em tuas ruas para que chegue a tua hora, que eriges ídolos para te sujares, (Ezequiel 22, 3)