Fondare 539 Risultati per: Segunda Morte
Deste prova de alma viril e coração valente. Amaste a castidade e não quiseste, depois da morte do teu marido, conhecer outro homem. Então, o Senhor te fortaleceu e por isso serás eternamente bendita”. (Judite 15, 11)
Em todos os dias de sua vida e muitos anos depois de sua morte, não houve quem perturbasse a paz de Israel. (Judite 16, 26)
Era o tutor de Edissa – isto é, Ester –, filha de seu tio, órfã de pai e mãe. A moça era de belo porte e agradável de aspecto; na morte de seus pais, Mardoqueu a tinha adotado por filha.* (Ester 2, 7)
Na segunda vez que reuniram as jovens, Mardoqueu se achava sentado à porta do rei. (Ester 2, 19)
“Todos os servos do rei e o povo de suas províncias sabem bem que, para quem quer que seja, homem ou mulher, que penetrar sem ser chamado na câmara interior do palácio, há uma lei real condenando-o à morte, exceção feita somente àquele para o qual o rei estender seu cetro de ouro, conservando-lhe a vida. E eis que são já trinta dias que não sou chamada à presença do rei”. (Ester 4, 11)
Fomos votados eu e meu povo, ao extermínio, à morte, ao aniquilamento. Se tivéssemos sido vendidos como escravos eu me calaria, mas eis que agora o opressor não poderia compensar o prejuízo que causa ao mesmo rei”.* (Ester 7, 4)
A rainha Ester, filha de Abigail, e o judeu Mardoqueu escreveram uma segunda vez com insistência para confirmar a carta sobre os Purim. (Ester 9, 29)
Mas Amã, filho de Amadates, o agagita, que gozava da consideração do rei, odiava Mardoqueu e seu povo por causa dos dois eunucos reais que tinham sido condenados à morte. (Ester 12, 6)
Todo o Israel clamava também ao Senhor, com todas as forças, porque tinham a morte diante dos olhos. (Ester 13, 18)
Roga, pois, ao Senhor e fala ao rei por nós; livra-nos da morte!” (Ester 15, 3)
Muitas vezes, as insinuações dos encarregados de administrar os interesses de seus amigos arrastaram a calamidades irremediáveis os que detêm o poder e os tornaram cúmplices da morte de inocentes, (Ester 16, 5)
fosse favorecido de nossa universal benevolência, a ponto de ser chamado nosso pai e de ver todos se curvarem diante dele até a terra, como quem ocupa o lugar da segunda pessoa depois do trono real – (Ester 16, 11)