Mosaico decorativo

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  • Mobilizaram os filisteus as suas tropas para a guerra e concentraram-se em Soco, de Judá. Acamparam entre Soco e Azeca, em Afes-Domin. (I Samuel 17, 1)

  • Saul e os israelitas mobilizaram-se de seu lado e acamparam no vale do Terebinto, pondo-se em linha de combate contra os filisteus. (I Samuel 17, 2)

  • Saul e todo o Israel ouviram essas palavras do filisteu e ficaram consternados, cheios de medo. (I Samuel 17, 11)

  • Israel e os filisteus puseram-se em linha de combate, tropa contra tropa. (I Samuel 17, 21)

  • E deram-lhe a mesma resposta: “Isto será feito a quem o ferir”. (I Samuel 17, 27)

  • As palavras de Davi foram ouvidas e comunicadas a Saul, que o mandou vir à sua presença. (I Samuel 17, 31)

  • correu ao filisteu, subiu-lhe em cima, arrancou-lhe a espada da bainha e acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça. Vendo morto o seu campeão, os filisteus fugiram. (I Samuel 17, 51)

  • Os homens de Israel e de Judá levantaram-se então, soltando gritos de guerra e perseguiram os inimigos até a entrada de Gat e até as portas de Acaron. Os cadáveres dos filisteus juncavam o caminho desde Saraim até Gat e até Acaron. (I Samuel 17, 52)

  • Voltando da perseguição, os israelitas saquearam o acampamento dos inimigos. (I Samuel 17, 53)

  • Saul incumbiu Davi de diversas missões e todas foram muito frutuosas. Colocou-o à frente dos seus guerreiros e ele ganhou a simpatia de todo o povo, inclusive dos servos do rei. (I Samuel 18, 5)

  • Ora, tendo chegado o tempo em que Merob, filha de Saul, devia ser dada a Davi, deram-na em casamento a Adriel, o molatita. (I Samuel 18, 19)

  • Ora, Micol, filha de Saul, amava Davi. E contaram-no a Saul, que se alegrou com isso. (I Samuel 18, 20)


"Deus não opera prodígios onde não há fé." São Padre Pio de Pietrelcina