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Agripa ainda disse a Festo: “Ele poderia ser solto, se não tivesse apelado para César”. (Atos dos Apóstolos 26, 32)
Dali, fazendo-nos ao mar, fomos navegando perto das costas de Chipre, por nos serem contrários os ventos. (Atos dos Apóstolos 27, 4)
Por muitos dias navegamos lentamente e com dificuldade até diante de Cnido, onde o vento não nos permitiu aportar. (Atos dos Apóstolos 27, 7)
Fomos então costeando ao sul da ilha de Creta, junto ao cabo Salmona. Navegando com dificuldade ao longo da costa, chegamos afinal a um lugar, a que chamam Bons Portos, perto do qual está a cidade de Lasaia. (Atos dos Apóstolos 27, 8)
Passara o tempo – já havia passado a época do jejum – e a navegação se tornava perigosa. Paulo advertiu-os:* (Atos dos Apóstolos 27, 9)
O centurião, porém, dava mais crédito ao piloto e ao mestre do que ao que Paulo dizia. (Atos dos Apóstolos 27, 11)
O porto era impróprio para passar o inverno, pelo que a maior parte deles foi de parecer que se retornasse ao mar, na esperança de chegar a Fenice, para passar ali o inverno, por ser esse um porto de Creta, abrigado dos ventos do Sudeste e do Nordeste. (Atos dos Apóstolos 27, 12)
Soprava então brandamente o vento sul. Julgavam poder executar os seus planos. Levantaram a âncora e foram costeando de perto a ilha de Creta. (Atos dos Apóstolos 27, 13)
Mas, não muito depois, veio do lado da ilha um tufão chamado Euroaquilão. (Atos dos Apóstolos 27, 14)
Sem poder resistir à ventania, o navio foi arrebatado e deixamo-nos arrastar. (Atos dos Apóstolos 27, 15)
Içaram-no e, depois, como meio de segurança, cingiram o navio com cabos. Então, temendo encalhar em Sirte, arriaram as velas e entregaram-se à mercê dos ventos.* (Atos dos Apóstolos 27, 17)
Ora, não aparecendo por muitos dias nem sol nem estrelas e sendo batidos por forte tempestade, tínhamos por fim perdido toda a esperança de sermos salvos. (Atos dos Apóstolos 27, 20)