Mosaico decorativo

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  • A metade de seus filhos falava a língua de Azoto e não sabia mais o hebraico. O mesmo sucedia com a língua dos outros povos.* (Neemias 13, 24)

  • Ana, por sua vez, ia todos os dias assentar-se perto do caminho, no cimo de uma colina, de onde podia ver ao longe. (Tobias 11, 5)

  • Eis aí todas as nossas cidades, todas as nossas possessões, todas as nossas montanhas e colinas, nossos campos, nosso gado, nossos rebanhos de cordeiros e de cabras, nossos cavalos e nossos camelos, todos os nossos bens e nossas famílias. (Judite 3, 3)

  • Então, os amonitas e os moabitas foram dizer a Holofernes: “Os israelitas não confiam nem nas lanças nem nas flechas, mas são defendidos pelas montanhas e sua verdadeira força são as colinas escarpadas. (Judite 7, 8)

  • Ela levantou os olhos para o seu rosto e inclinou-se profundamente diante dele até o solo. Os servos de Holofernes levantaram-na por ordem do seu senhor. (Judite 10, 20)

  • cingiu os cabelos com um diadema e vestiu um vestido de linho, para o seduzir. (Judite 16, 8)

  • O rei expediu cartas para todas as províncias reais, a cada uma em sua escrita, e a cada povo em sua língua própria: elas decretavam que todo marido devia ser o senhor em sua casa e fazer-se respeitar por sua mulher. (Ester 1, 22)

  • Amã viu que Mardoqueu não queria nem inclinar-se, nem prostrar-se diante dele e isso o pôs em cólera. (Ester 3, 5)

  • No dia treze do primeiro mês, foram convocados os escribas reais. Foram escritas pontualmente todas as ordens do rei aos sátrapas do rei, aos governadores de cada província e aos príncipes de cada nação, a cada província segundo sua escritura e a cada nação em sua língua própria. O edito estava assinado com o nome de Assuero e levava o anel real. (Ester 3, 12)

  • Foram então chamados os escribas do rei, no vigésimo terceiro dia do terceiro mês, chamado Sivã; e conforme as instruções de Mardoqueu escreveram aos judeus, aos sátrapas, aos governadores e aos senhores das cento e vinte e sete províncias situadas entre a Índia e a Etiópia, a cada província em sua escritura, a cada nação em sua língua e aos judeus na sua própria escritura e língua. (Ester 8, 9)

  • Saiu então Mardoqueu da casa do rei, com uma veste real, azul e branca, com uma grande coroa de ouro e um manto de linho e púrpura. A cidade de Susa alegrou-se com os gritos de júbilo. (Ester 8, 15)

  • Porque o judeu Mardoqueu era o primeiro depois do rei Assuero. Ele gozava de grande consideração entre os judeus e era amado pela multidão de seus irmãos. Procurava o bem de seu povo e falava a favor da felicidade de toda a sua nação. Traduzi com toda a fidelidade o que se acha no texto hebraico. As passagens que seguem encontrei-as apenas na edição “vulgata” (isto é, “divulgada”) em língua e caracteres gregos e as coloquei aqui no fim do livro, marcadas – como é nosso costume – com o óbelo, quero dizer, o sinal distintivo à margem: (Ester 10, 3)


"Comunguemos com santo temor e com grande amor." São Padre Pio de Pietrelcina