Mosaico decorativo

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  • Sabem eles, desde longa data, e se quiserem poderão testemunhá-lo, que vivi segundo a seita mais rigorosa da nossa religião, isto é, como fariseu. (Atos dos Apóstolos 26, 5)

  • Muitas vezes, perseguindo-os por todas as sinagogas, eu os maltratava para obrigá-los a blasfemar. Enfurecendo-me mais e mais contra eles, eu os perseguia até no estrangeiro. (Atos dos Apóstolos 26, 11)

  • Era meio-dia, ó rei. Eu estava a caminho quando uma luz do céu, mais fulgurante que o sol, brilhou em torno de mim e dos meus companheiros. (Atos dos Apóstolos 26, 13)

  • Mas levanta-te e põe-te em pé, pois eu te apareci para te fazer ministro e testemunha das coisas que viste e de outras para as quais hei de manifes­tar-me a ti. (Atos dos Apóstolos 26, 16)

  • Desde então, ó rei, não fui desobediente à visão celestial. (Atos dos Apóstolos 26, 19)

  • Mas, assistido do socorro de Deus, permaneço vivo até o dia de hoje. Dou testemunho a pequenos e a grandes, nada dizendo senão o que os profetas e Moisés disseram que havia de acontecer, (Atos dos Apóstolos 26, 22)

  • Dizendo ele essas coisas em sua defesa, Festo exclamou em alta voz: “Estás louco, Paulo! O teu muito saber tira-te o juízo”. (Atos dos Apóstolos 26, 24)

  • Paulo, então, respondeu: “Não estou louco, excelentíssimo Festo, mas digo palavras de verdade e de prudência. (Atos dos Apóstolos 26, 25)

  • Respondeu Paulo: “Prouvera a Deus que, por pouco e por muito, não somente tu, senão também quantos me ouvem, se fizessem hoje tal qual eu sou... menos estas algemas!”. (Atos dos Apóstolos 26, 29)

  • Então o rei, o governador, Berenice e os que estavam sentados com eles se levantaram. (Atos dos Apóstolos 26, 30)

  • Agripa ainda disse a Festo: “Ele poderia ser solto, se não tivesse apelado para César”. (Atos dos Apóstolos 26, 32)

  • Embarcamos num navio de Adra­mito que devia costear as terras da Ásia, e levantamos âncora. Em nossa companhia estava Aristarco, macedônio de Tessa­lônica. (Atos dos Apóstolos 27, 2)


"O temor e a confiança devem dar as mãos e proceder como irmãos. Se nos damos conta de que temos muito temor devemos recorrer à confiança. Se confiamos excessivamente devemos ter um pouco de temor". São Padre Pio de Pietrelcina