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Os enviados de Absalão entraram na casa dessa mulher e disseram: “Onde estão Aquimaás e Jônatas?”. Ela respondeu: “Atravessaram o regato”. Puseram-se a procurar, mas não encontrando ninguém, voltaram para Jerusalém. (II Samuel 17, 20)
mel, manteiga, ovelhas e queijos de leite de vaca. Trouxeram tudo isso a Davi e às suas tropas, para que se alimentassem, dizendo: “Estes homens sofreram certamente fome, fadiga e sede no deserto”. (II Samuel 17, 29)
Davi passou em revista as tropas que estavam com ele e pôs à sua frente chefes de milhares e de centenas. (II Samuel 18, 1)
“Farei – disse o rei – o que bem vos parecer.” Colocou-se então junto da porta, enquanto todo o exército saía formado em esquadrões de cem e de mil. 5 O rei deu esta ordem a Joab, a Abisaí e a Etai: “Por favor, poupai-me o jovem Absalão!”. Todo o povo ouviu a ordem que o rei deu aos chefes a respeito de Absalão. (II Samuel 18, 4)
Saiu o exército à campanha contra Israel e travou-se o combate na floresta de Efraim. (II Samuel 18, 6)
O combate estendeu-se por toda a região, devorando a floresta naquele dia mais homens do que a espada.* (II Samuel 18, 8)
Absalão encontrou-se de repente em presença dos homens de Davi. Montava uma mula e esta enfiou-se sob a folhagem espessa de um grande carvalho. A cabeça de Absalão prendeu-se nos galhos da árvore e ele ficou suspenso entre o céu e a terra, enquanto a mula em que montava passava adiante.* (II Samuel 18, 9)
“Se o viste – respondeu Joab ao mensageiro –, por que não o abateste no mesmo lugar? Eu me sentiria no dever de dar-te dez siclos de prata e um cinturão.”* (II Samuel 18, 11)
Joab disse: “Não tenho tempo a perder contigo”. Tomou, então, três dardos na mão e plantou-os no coração de Absalão. E estando ele ainda vivo no carvalho, (II Samuel 18, 14)
Tomaram Absalão e jogaram-no numa grande fossa no interior da floresta, erguendo em seguida sobre ele um enorme monte de pedras. Entrementes, todo o Israel fugira, indo cada qual para a sua casa. (II Samuel 18, 17)
Davi estava sentado entre as duas portas. A sentinela que tinha subido ao terraço da porta, sobre a muralha, levantou os olhos e viu um homem que vinha correndo sozinho.* (II Samuel 18, 24)
Então, o rei comoveu-se, subiu ao quarto que estava por cima da porta e pôs-se a chorar. E enquanto ia, dizia assim: “Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri em teu lugar? Absalão, meu filho, meu filho!”. (II Samuel 19, 1)