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Então, ratificarei o juramento que fiz a vossos pais de lhes dar uma terra onde mana leite e mel, qual hoje é a vossa”. “Assim seja, Senhor” – respondi-lhe. (Jeremias 11, 5)
E eu, qual manso cordeiro conduzido à matança, ignorava as maquinações tramadas contra mim: “Destruamos a árvore em seu vigor. Arranquemo-la da terra dos vivos, e que seu nome caia no esquecimento”. (Jeremias 11, 19)
Até quando permanecerá a terra em luto, e há de secar a erva dos campos? Por causa da maldade dos homens que nela habitam, animais e pássaros perecem, por haverem dito: “Não verá o Senhor o nosso fim”. (Jeremias 12, 4)
“Se te afadigas em correr com os que andam a pé, como poderás lutar com os que vão a cavalo? Se não te sentes em segurança senão em terra tranquila, que farás na selva do Jordão?* (Jeremias 12, 5)
Tornaram-na uma solidão e apresentaram-na a meus olhos enlutada e devastada. Desolada ficou toda a terra, pois que ninguém mais a toma a peito. (Jeremias 12, 11)
De todos os cantos do deserto surgem os devastadores. A espada do Senhor dizima a terra inteira, e para ninguém haverá salvação. (Jeremias 12, 12)
Quando os houver, porém, arrancado, eu me apiedarei deles novamente e os reconduzirei cada um à sua herança, cada um à sua terra. (Jeremias 12, 15)
Mas tu lhes dirás: Eis o que diz o Senhor: Vou encher de embriaguez todos os habitantes desta terra: os reis que ocupam o trono de Davi, os sacerdotes, os profetas e a população inteira de Jerusalém; (Jeremias 13, 13)
Judá está coberta de luto, e às suas portas enlanguesce o povo, a cabeça pendida para a terra. De Jerusalém se levanta um clamor de angústia. (Jeremias 14, 2)
Fende-se o solo todo, porque a chuva não rega a terra. Decepcionam-se os lavradores e cobrem suas cabeças. (Jeremias 14, 4)
Senhor, esperança de Israel, vós que sois o seu salvador no tempo da desgraça, por que sois qual estrangeiro nessa terra, viajante de uma noite apenas? (Jeremias 14, 8)
Por isso, eis o que diz o Senhor: “Acerca dos profetas que em meu nome proferem oráculos, quando missão alguma lhes confiei, e que proclamam não haver espadas, nem fome nesta terra, serão eles que hão de perecer pela espada e pela fome. (Jeremias 14, 15)