Mosaico decorativo

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  • porque, se eles possuíram luz suficiente para poder perscrutar a ordem do mundo, como não encontraram eles mais facilmente aquele que é seu Senhor? (Sabedoria 13, 9)

  • Um pai aflito por um luto prematuro, tendo mandado fazer a imagem do filho, tão cedo arrebatado, honrou, em seguida, como a um deus aquele que não passava de um morto, e transmitiu aos seus certos ritos secretos e cerimônias. (Sabedoria 14, 15)

  • Este costume ímpio, tendo-se firmado com o tempo, foi depois observado como lei. (Sabedoria 14, 16)

  • Foi também em consequência das ordens dos príncipes que se adoraram imagens esculpidas, porque aqueles que não podiam honrar pessoalmente, porque moravam longe deles, fizeram representar o que se achava distante, e expuseram publicamente a imagem do rei venerado, a fim de lisonjeá-lo de longe com seu zelo, como se estivesse presente. (Sabedoria 14, 17)

  • e a multidão, seduzida pelo encanto da obra, em breve tomou por deus aquele que tinham honrado como homem. (Sabedoria 14, 20)

  • Como se não bastasse terem errado acerca do conhecimento de Deus, embora passando a vida numa longa luta de ignorância, eles dão o nome de paz a um estado tão infeliz. (Sabedoria 14, 22)

  • com efeito, mesmo se pecamos, somos vossos, porque conhecemos vosso poder; mas não pecaremos, cientes de que somos considerados como vossos.* (Sabedoria 15, 2)

  • Do mesmo barro, forma também, como obreiro perverso, uma vã divindade, ele que, ainda há pouco, nasceu da terra, e em breve voltará a ela, de onde foi tirado, quando lhe serão pedidas as contas de sua vida. (Sabedoria 15, 8)

  • Embora fosse como neve e gelo, ela suportava o fogo sem se fundir, para mostrar que era para os inimigos que o fogo destruía as colheitas, quando ardia, apesar da saraiva, e brilhava debaixo de chuvas,* (Sabedoria 16, 22)

  • porque a esperança do ingrato é como a geleira do inverno, que se derramará como água inútil. (Sabedoria 16, 29)

  • Depois de terem imaginado que, com seus secretos pecados, ficariam escondidos sob o sombrio véu do esquecimento, eles se viram dispersados, como presa de um terrível espanto, e amedrontados por alucinações.* (Sabedoria 17, 3)

  • A arte dos mágicos se mostrou ilusória, e esta sabedoria, a que eles pretendiam, evidenciou-se vergonhosamente como falsidade.* (Sabedoria 17, 7)


"O Anjo de Deus não nos abandona jamais." São Padre Pio de Pietrelcina