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Fez o mal aos olhos do Senhor, como seu pai Manassés. (II Reis 21, 20)
Seguiu todas as pisadas de seu pai e adorou os ídolos que ele tinha adorado, prostrando-se diante deles. (II Reis 21, 21)
Fez o que é bom aos olhos do Senhor, seguindo fielmente o exemplo de Davi, seu antepassado, sem se desviar nem para a direita nem para a esquerda. (II Reis 22, 2)
No décimo oitavo ano do reinado de Josias, o rei enviou ao Templo do Senhor o escriba Safã, filho de Aslias, filho de Mesolam, dizendo-lhe: (II Reis 22, 3)
o qual, depois de tê-lo lido, voltou ao rei e prestou-lhe contas da missão que lhe fora confiada: “Teus servos juntaram o dinheiro que se encontrava no templo e o entregaram aos encarregados do Templo do Senhor”. (II Reis 22, 9)
“Ide e consultai o Senhor de minha parte, da parte do povo e de toda a Judá, acerca do conteúdo deste livro que acaba de ser descoberto. A cólera do Senhor deve ser grande contra nós, porque nossos pais não obedeceram às palavras deste livro, nem puseram em prática tudo o que aí está prescrito”. (II Reis 22, 13)
Por isso, vou reunir-te a teus pais e serás sepultado em paz no teu sepulcro, para que os teus olhos não vejam as calamidades que vou mandar sobre essa terra’.” Eles referiram ao rei o que a profetisa respondera. (II Reis 22, 20)
Despediu os sacerdotes dos ídolos que os reis de Judá tinham estabelecido para oferecer o incenso nos lugares altos, nas cidades de Judá e nos arredores de Jerusalém, assim como os sacerdotes que ofereciam incenso a Baal, ao sol, à luz, aos sinais do zodíaco e a todo o exército dos céus. (II Reis 23, 5)
Mandou tirar do Templo do Senhor o ídolo Asserá e levá-lo para fora de Jerusalém, para o vale do Cedron, onde o queimaram. Depois de tê-lo reduzido a cinzas, mandou-as lançar sobre os sepulcros do povo. (II Reis 23, 6)
Profanou também Tofet, no vale de Ben-Enom, a fim de que ninguém fizesse passar pelo fogo seu filho ou sua filha em honra de Moloc. (II Reis 23, 10)
Fez desaparecer também os cavalos que os reis de Judá tinham dedicado ao sol, à entrada do Templo do Senhor, junto do pavilhão do eunuco Natã-Melec, no recinto e queimou os carros do sol. (II Reis 23, 11)
O rei profanou igualmente os lugares altos situados defronte de Jerusalém, à direita do monte da Perdição. Salomão, rei de Israel, tinha-os levantado em honra de Astarte, ídolo abominável dos sidônios, de Camos, ídolo abominável dos moabitas e de Melcom, ídolo abominável dos amonitas. (II Reis 23, 13)