Daniel, 3
1. O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, de sessenta côvados de altura e seis de largura, e erigiu-a na planície de Dura, na província da Babilônia.
1. Fez o rei Nabucodonosor uma estátua de ouro, de sessenta côvados de alto e seis de largo, e pô-la na planície de Dura, na província de Babilónia.
2. Depois convidou os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juristas, os juízes e todas as autoridades das províncias, a comparecerem à inauguração da estátua ereta pelo rei Nabucodonosor.
2. Em seguida o rei Nabucodonosor mandou juntar os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os legistas, os juizes e todas as autoridades, das províncias, para que assitissem à dedicação da estátua, que o rei Nabucodonosor tinha levantado.
3. Assim sendo, reuniram-se os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juristas, os juízes e todas as autoridades das províncias para a inauguração da estátua ereta pelo rei, diante da qual todos permaneceram de pé.
3. Juntaram-se, pois, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os legistas, os juizes e todas as autoridades das províncias, para assistirem à dedicação da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado. Estavam em pé diante da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado.
4. Então, foi feita por um arauto a seguinte proclamação: “Povos, nações (gentes de todas as línguas), eis o que se traz a vosso conhecimento:
4. Um pregoeiro clamou com vigor: A vós, povos, nações e (gente de todas as) línguas, se vos ordena;
5. no momento em que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música, vós vos prostrareis em adoração diante da estátua de ouro ereta pelo rei Nabucodonosor.*
5. No momento em que ouvirdes o som da trombeta. da flauta, da citara, da harpa, do saltério, da cornamusa e de todo o géuero de instrumentos músicos; prostrando-vos em terra, adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor levantou.
6. Quem não se prostrar para adorá-la será precipitado sem demora na fornalha ardente!”.
6. Se alguém não a adorar prostrado, será no mesmo, instante lançado numa fornalha incandescente.
7. Assim, logo que as pessoas ouviram o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música, prosternaram-se todos, povos, nações e gentes de todas as línguas, em adoração diante da estátua de ouro ereta pelo rei Nabucodonosor.
7. Portanto, logo que os povos ouviram o som da trombeta, da flauta, da citara, da arpa, do saltério, da cornamusa e de todo o gênero de instrumentos músicos, prostraram-se em terra todos os povos, nações e (gentes de todas as) línguas, adorando a estátua de ouro, que o rei Nabucodonosor tinha levantado.
8. Nesse mesmo momento, alguns caldeus aproximaram-se para caluniar os judeus.*
8. No mesmo momento, aproximando-se uns homens Caldeus, acusaram os Judeus.
9. Dirigiram-se ao rei Nabucodonosor: “Senhor” – disseram –, “longa vida ao rei!
9. Disseram ao rei Nabucodonosor: Ó rei vive eternamente!
10. Tu mesmo, ó rei, proclamaste por edital, que qualquer homem que ouvisse o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música teria de prostrar-se em adoração diante da estátua de ouro,
10. Tu ó rei, decretaste que todo o homem que ouvisse o som da trombeta, da flauta, da citara, da harpa, do saltério, da cornamusa e de todo o gênero de instrumentos músicos, se prostrasse em terra e adorasse a estátua de ouro,
11. e quem se recusasse seria precipitado na fornalha ardente.
11. e que, se alguém não a adorasse, prostrado, seria lançado numa fornalha incandescente.
12. Pois bem, há aí alguns judeus, a quem confiaste a administração da província da Babilônia, Sidrac, Misac e Abdênago, os quais não tomaram conhecimento do teu edito, ó rei: não rendem culto algum a teus deuses e não adoram a estátua que erigiste”.
12. Não obstante isto, há (três) homens Judeus, que constituíste superintendentes dos negócios da província de Babilônia, Sidrac, Jlisac e Abdenago, os quais desprezaram, ó rei, o teu decreto; não honram os teus deuses, nem adoram a estátua de ouro que levantaste. (ver nota)
13. Nabucodonosor, dominado por uma cólera violenta, ordenou o comparecimento de Sidrac, Misac e Abdênago, os quais foram imediatamente trazidos à presença do rei.
13. Então Nabucodonosor cheio de furor e de ira, ordenou que trouxessem à sua presença Sidrac, Misac e Abdenago, que foram logo conduzidos à presença do rei.
14. Nabucodonosor disse-lhes: “É verdade, Sidrac, Misac e Abdênago, que recusais o culto a meus deuses e a adoração à estátua de ouro que erigi?
14. E o rei Nabucodonosor, tomando a palavra disse-lhes: É verdade, Sidrac, Misac e Abdenago, que não honrais os meus deuses e não adorais a estátua de ouro que erigi?
15. Pois bem, estais prontos, no momento em que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da cítara, da lira, da harpa, da cornamusa e de toda espécie de instrumentos de música, a vos prostrardes em adoração diante da estátua que eu fiz?... Se não o fizerdes, sereis precipitados de relance na fornalha ardente; e qual é o deus que poderia livrar-vos de minha mão?”.
15. Agora estais prontos (a obedecer-me) no momento em que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da citara, da harpa, do saltério, da cornamusa e de todo o gênero de instrumentos músicos, a prostrar-vos em terra e adorar a estátua que fiz? Se a não adorardes, no mesmo instante sereis lançados numa fornalha incandescente. E qual é o Deus que vos poderá livrar da minha mão?
16. Sidrac, Misac e Abdênago responderam ao rei Nabucodonosor: “De nada vale responder-te a esse respeito.
16. Respondendo, Sidrac, Misac e Abdenago disseram ao rei Nabucodonosor: Não há necessidade alguma de que te respondamos sobre isto,
17. Se assim deve ser, o Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha ardente e mesmo, ó rei, de tua mão.
17. porque o nosso Deus, a quem adoramos, pode tirar-nos da fornalha de fogo ardente e livrar-nos ó rei, das tuas mãos.
18. E mesmo que não o fizesse, saibas, ó rei, que nós não renderemos culto algum a teus deuses e que nós não adoraremos a estátua de ouro que erigiste”.
18. Porém, se ele o não quiser fazer assim, fica sabendo, ó rei, que nós não honraremos os teus deuses, nem adoraremos a estátua de ouro que erigiste.
19. Então, a fúria de Nabucodonosor desencadeou-se contra Sidrac, Misac e Abdênago; os traços de seu rosto alteraram-se e ele elevou a voz para ordenar que se aquecesse a fornalha sete vezes mais que de costume.
19. A estas palavras, encheu-se Nabucodonosor de furor, e mudou-se o seu semblante contra Sidrac, Misac e Abdenago. Mandou que se acendesse a fornalha com um fogo sete vezes mais ardente do que se costumava acender.
20. Depois deu ordem aos soldados mais vigorosos de suas tropas para amarrar Sidrac, Misac e Abdênago, e jogá-los na fornalha ardente.
20. Ordenou (então) a valentes soldados do seu exército que, ligados os pés a Sidrac, Misac, e Abdenago, os lançassem na fornalha incandescente.
21. Esses homens foram então imediatamente amarrados com suas túnicas, vestes, mantos e suas outras roupas, e jogados na fornalha ardente.
21. Imediatamente foram aqueles (três) homens ligados e lançados no meio da fornalha de fogo ardente, com as suas roupas, tiaras, sapatos e vestidos.
22. Mas os homens que, por ordem urgente do rei, tinham superaquecido a fornalha e lá jogado Sidrac, Misac e Abdênago, foram mortos pelas chamas,
22. Porque o mandado do rei era urgente e a fornalha estava extraordinariamente aquecida, as chamas do fogo mataram aqueles homens que tinham lançado nelas a Sidrac, Misac e Abdenago.
23. no momento em que eram precipitados na fornalha os três jovens amarrados.
23. Entretanto estes três homens, Sidrac. Misac e Abdenago caíram ligados no meio da fornalha de fogo ardente.
24. Ora, estes passeavam dentro das chamas, louvando a Deus e bendizendo o Senhor.*
24. Ora eles passeavam pelo meio das chamas, louvando a Deus e bem-dizendo ao Senhor. (ver nota)
25. Azarias, em pé bem no meio do fogo, fez a seguinte oração:
25. Azarias de pé, abrindo a sua boca no meio do fogo, orou, dizendo assim:
26. “Sede bendito e louvado, Senhor, Deus de nossos pais! Que vosso nome seja glorioso pelos séculos!
26. Bem-dito sejas Senhor Deus de nossos pais! Seja o teu nome louvado e glorificado por todos os séculos
27. Vós sois justo em todo o vosso proceder; vossas obras são justas, vossos caminhos são retos, vossos julgamentos são equitativos.
27. Porque tu és justo em todas as coisas que fizeste, e todas as tuas obras são verdadeiras, e os teus caminhos rectos, e todos os teus juízos a verdade.
28. Exercestes um julgamento equitativo em tudo aquilo que nos infligistes e em tudo aquilo que infligistes à cidade santa de nossos pais, Jerusalém; foi em consequência de um julgamento equitativo que vós nos infligistes tudo isso por causa de nossos pecados.
28. Porque exerceste justos juízos em todas as coisas (más) que fizeste vir sobre nós e sobre Jerusalém, cidade santa de nossos pais; mandaste-nos todos estes castigos em verdade e justiça, por causa dos nossos pecados.
29. Pecamos, erramos afastando-nos de vós; em tudo agimos mal.
29. Pecámos e procedemos iniquamente, retirando-nos de ti, em todas as coisas temos delinquido;
30. Não obedecemos a vossos preceitos, não os pusemos em prática, não observamos as leis que nos destes para nossa felicidade.
30. não atendemos aos teus preceitos, não os observámos, não os praticámos, como nos tinhas ordenado, para que fôssemos, felizes.
31. Em todos os males que enviastes sobre nós, em tudo que nos infligistes, foi um justo julgamento que exercestes,
31. Todos os castigos pois, que fizeste vir sobre nos, todos os males que nos tens feito padecer, tudo com verdadeira justiça o tens feito.
32. mesmo entregando-nos nas mãos de inimigos injustos, de ímpios enfurecidos, às mãos de um rei, o mais iníquo e o mais perverso de toda a terra.
32. Entregaste-nos nas mãos de nossos inimigos iníquos, de ímpios odiosos, e a um rei injusto, o pior que há em toda a terra.
33. Agora não ousamos nem mesmo abrir a boca: vergonha e ignomínia para vossos servos e a nós que vos adoramos.
33. Agora nem sequer ousamos abrir a boca; a confusão e o opróbrio acabrunham teus servos e todos os que te adoram.
34. Pelo amor de vosso nome, não nos abandoneis para sempre; não destruais de modo algum vossa aliança.
34. Não nos abandones para sempre, por amor do teu nome, não destruas a tua aliança (com Israel);
35. Não nos retireis vossa misericórdia em consideração a Abraão, vosso amigo, Isaac, vosso servo, Israel, vosso santo,
35. não retires de nós a tua misericórdia, por amor de Abraão, teu amado, de Isaac, teu servo, de Israel, teu santo,
36. aos quais prometestes multiplicar sua descendência como as estrelas do céu e a areia que se encontra à beira do mar.
36. aos quais prometeste multiplicar a sua descendência como as estrelas do céu e como a areia que está nas praias do mar.
37. Senhor, fomos reduzidos a nada diante das nações, fomos humilhados diante de toda a terra: tudo, devido a nossos pecados!
37. Senhor, estamos reduzidos a um número mais pequeno que todas as outras nações, encontramo-nos hoje humilhados em toda a terra, por causa dos nossos pecados.
38. Hoje, já não há príncipe, nem profeta, nem chefe, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem mesmo um lugar para vos oferecer nossas primícias e encontrar misericórdia.
38. Já não há príncipe, nem chefe, nem profeta, nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem lugar em que te possamos oferecer as nossas primícias
39. Entretanto, que a contrição de nosso coração e a humilhação de nosso espírito nos permita achar bom acolhimento junto a vós, Senhor,
39. e obter a tua misericórdia. Porém, de coração contrito e espírito humilhado, sejamos recebidos por ti,
40. como se nós nos apresentássemos com um holocausto de carneiros, de touros e milhares de gordos cordeiros! Que assim possa ser hoje o nosso sacrifício em vossa presença! Que possa reconciliar-nos convosco, porque nenhuma confusão existe para aqueles que põem em vós sua confiança.
40. como se trouxéssemos holocaustos de carneiros e de touros, como se te oferecêssemos milhares de cordeiros gordos; seja assim (aceite) o nosso sacrifício, hoje, diante de ti, seja (considerado) perfeito, porque jamais são confundidos aqueles que em ti confiam.
41. É de todo nosso coração que nós vos seguimos agora, que nós vos reverenciamos, que buscamos vossa face.
41. Agora seguimos-te de todo o coração, tememos-te e buscamos a tua face.
42. Não nos confundais; tratai-nos com vossa habitual doçura e com todas as riquezas de vossa misericórdia.
42. Não nos confundas, mas trata-nos segundo a tua mansidão, segundo a abundância das tuas misericórdias.
43. Ponde em execução vossos prodígios para nos salvar, Senhor, e cobri vosso nome de glória.
43. Livra-nos, por meio das maravilhas do teu poder, e glorifica, Senhor, o teu nome.
44. Que sejam então confundidos aqueles que maltratam vossos servos, que eles sofram a vergonha de ver a ruína de seu poderio e o aniquilamento de sua força.
44. Sejam confundidos todos aqueles que fazem sofrer tribulações aos teus servos, sejam confundidos pela perda de todo o seu poder, e seja quebrada a sua força;
45. Assim, saberão que sois o Senhor, o Deus único e glorioso sobre toda a superfície da terra”.
45. saibam que só tu és Deus e Senhor, que enches de glória toda a terra.
46. Enquanto isso, os homens do rei, que os haviam lá jogado, não cessavam de alimentar a fornalha com nafta, estopa, resina e lenha seca.
46. Entretanto os servos do rei, que os tinham lançado no fogo, não cessavam de alimentar a fornalha com nafta, estopa, pez e sarmentos.
47. Então, as chamas, subindo a quarenta e nove côvados acima da fornalha,
47. A labareda, que se levantava quarenta e nove côvados acima da fornalha,
48. ultrapassaram a grade e queimaram os caldeus que se achavam perto.
48. inclinando-se abrasou os Caldeus que encontrou próximo da fornalha.
49. Mas o anjo do Senhor havia descido com Azarias e seus companheiros à fornalha e afastava o fogo.
49. Mas o anjo do Senhor desceu para junto de Azarias e seus companheiros, à fornalha, e desviou da fornalha a chama do fogo,
50. Fez do centro da fogueira como um lugar onde soprasse uma brisa matinal: o fogo nem mesmo os tocava, nem lhes fazia mal algum, nem lhes causava a menor dor.
50. fez que soprasse no meio da fornalha uma espécie de fresca viração acompánhada de orvalho, de forma que o fogo não os tocou de modo algum, não os atormentou, nem lhes causou moléstia.
51. Então, os três jovens elevaram suas vozes em uníssono para louvar, glorificar e bendizer a Deus dentro da fornalha, neste cântico:
51. Então aqueles três (jovens), como por uma só boca, louvavam a Deus na fornalha, glorificavam-no nestes termos;
52. Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais, digno de louvor e de eterna glória! Que seja bendito o vosso santo nome glorioso, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!*
52. Tu és bem-dito, Senhor Deus de nossos pais, digno de ser louvado e exaltado para sempre. Bem-dito é o teu nome santo e glorioso, digno de todo o louvor e exaltação para sempre.
53. Sede bendito no templo de vossa glória santa, digno do mais alto louvor e de eterna glória!
53. Tu és bem-dito no templo da tua sauta glória, digno do máximo louvor e exaltação, por todos os séculos.
54. Sede bendito por penetrardes com o olhar os abismos, e por estardes sentado sobre os querubins, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!
54. Tu és bem-dito sobre o trono do teu reino, digno do máximo louvor e exaltação, por todos os séculos.
55. Sede bendito sobre vosso régio trono, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!
55. Tu és bem-dito, tu que penetras o fundo dos abismos e estás assentado sobre os Querubins, digno do máximo louvor e glória, por todos os séculos.
56. Sede bendito no firmamento dos céus, digno do mais alto louvor e de eterna glória!
56. Tu és bem-dito no firmamento do céu.e digno de louvor e de glória, por todos os séculos.
57. Obras do Senhor, bendizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
57. Obras do Senhor, bem-dizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
58. Céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
58. Anjos do Senhor, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
59. Anjos do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
59. Céus, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
60. Águas e tudo o que está sobre os céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
60. Águas que estais por cima dos céus, bem-dizei todas o Senhor. louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
61. Todos os poderes do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
61. Forças do Senhor, bem-dizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
62. Sol e lua, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
62. Sol e lua, bem-dizei o Senhor.louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
63. Estrelas dos céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
63. Astros do céu, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
64. Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
64. Chuvas e orvalhos- bem-dizei todos o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
65. Ó vós, todos os ventos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
65. Ventos, bem-dizei todos o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
66. Fogo e calor, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
66. Fogos e calores, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
67. Frio e geada, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
67. Frios e ardor, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
68. Orvalhos e gelos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
68. Orvalhos e geadas, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
69. Frios e aragens, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
69. Gelos e frialdade, bem:dizei o Senhor. louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
70. Gelos e neves, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
70. Gelos e neves, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
71. Noites e dias, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
71. Noites e dias, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
72. Luz e trevas, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
72. Luz e trevas, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
73. Raios e nuvens, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
73. Relâmpagos e nuvens, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
74. Que a terra bendiga o Senhor, e o louve e o exalte eternamente!
74. Que a terra bem-diga o Senhor que o louve e exalte por todos os séculos.
75. Montes e colinas, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
75. Montanhas e colinas, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
76. Tudo o que germina na terra, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
76. Plantas que brotais da terra, bem-dizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
77. Mares e rios, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
77. Pontes, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
78. Fontes, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
78. Mares e rios, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
79. Monstros e animais que vivem nas águas, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
79. Monstros e tudo o que se move nas águas, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
80. Pássaros todos do céu, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
80. Aves do céu, bem-dizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
81. Animais e rebanhos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
81. Animais selvagens e rebanhos, bem-dizei o Senhor.louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
82. E vós, homens, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
82. Filhos dos homens, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
83. Que Israel bendiga o Senhor, e o louve e o exalte eternamente!
83. Bem-diga Israel o Senhor, louve-o e exalte-o por todos os séculos.
84. Sacerdotes, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
84. Sacerdotes do Senhor, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltaí-o por todos os séculos.
85. Vós que estais a serviço do templo, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
85. Servos do Senhor, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
86. Espíritos e almas dos justos, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
86. Espíritos e almas dos justos, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
87. Santos e humildes de coração, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
87. Santos e humildes do coração bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos.
88. Hananias, Azarias e Misael, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente, porque ele nos livrou da permanência nas trevas, salvou-nos da mão da morte; tirou-nos da fornalha ardente, e arrancou-nos do meio das chamas.
88. Ananias, Azarias e Misael, bem-dizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o por todos os séculos; porque ele nos tirou da morada dos mortos, salvou-nos da mão da morte, livrou-nos do meio das chamas ardentes, tirou-nos do meio do fogo.
89. Glorificai o Senhor porque ele é bom, porque eterna é a sua misericórdia.
89. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia é eterna.
90. Homens piedosos, bendizei o Senhor, Deus dos deuses, louvai-o, glorificai-o, porque é eterna a sua misericórdia!
90. Vós todos que adorais o Senhor, bem-dizei o Deus dos deuses, louvai-o e rendei-lhe acções de graças.porque a sua misericórdia permanece por todos os séculos.
91. Então Nabucodonosor, admirado, levantou-se precipitadamente, dizendo a seus conselheiros: “Não foram três homens amarrados que jogamos no fogo?”. “Certamente, majestade” – responderam –.
91. Então o rei Nabucodonosor ficou estupefacto: levantou-se de repente e disse para os seus conselheiros: Não lançámos nós no meio do fogo três homens atados? Eles, respondendo ao rei, disseram: Assim é, ó rei. (ver nota)
92. “Pois bem” – replicou o rei – “eu vejo quatro homens soltos, que passeiam impunemente no meio do fogo; o quarto tem a aparência de um filho dos deuses”.
92. Ao que ele replicou: Contudo eu vejo quatro homens soltos, passeando no meio do fogo, sem sofrer mal algum; o aspecto do quarto é semelhante ao dum filho dos deuses.
93. Dito isso, Nabucodonosor, aproximando-se da porta da fornalha, exclamou: “Sidrac, Misac, Abdênago, servos do Deus Altíssimo, saí, vinde!”. Então Sidrac, Misac e Abdênago saíram do meio do fogo.
93. Então Nabucodonosor aproximou-se da porta da fornalha incandescente e disse; Sidrac, Misac e Abdenago, servos do Deus Altíssimo, saí e vinde. E logo Sidrac, Misac e Abdenago saíram do meio do fogo.
94. Os sátrapas, os prefeitos, os governadores e os conselheiros do rei, em grupos à volta, verificaram que o fogo não tinha tocado nos corpos desses homens, que nenhum cabelo de suas cabeças tinha sido queimado, que suas vestes não tinham sido estragadas e que eles não traziam nem indício do odor de fogo!
94. Reunidos os sátrapas, os prefeitos, os governadores e os conselheiros do rei, olharam para aqueles homens e viram que o fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos, que nem um só cabelo da sua cabeça se tinha queimado, que as suas roupas estavam intactas e que nem sequer cheiravam a chamusco.
95. Nabucodonosor tomou a palavra: “Bendito seja” – disse – “o Deus de Sidrac, de Misac e de Abdênago! Ele enviou seu anjo para salvar seus servos, os quais, depositando nele toda a sua confiança, e transgredindo as ordens do rei, preferiram expor suas vidas a se prostrarem em adoração diante de um deus que não era o seu.
95. Então Nabucodonosor exclamou: Bem-dito seja o Deus de Sidrac, Misac e Abdenago, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que creram nele e que resistindo ao mandamento do rei, entregaram os seus corpos para não servirem e não adorarem a nenhum outro deus, além do seu Deus.
96. Em consequência dou ordem, que todo homem, pertencente a qualquer povo, nação ou língua, que ousar falar mal, seja o que for, contra o Deus de Sidrac, Misac e Abdênago, seja despedaçado e sua casa reduzida a um montão de imundícies; porque não há outro deus capaz de realizar uma libertação assim!”.
96. Decreto, pois, o seguinte: Todo o homem de qualquer povo, nação ou língua, que disser algum mal contra o Deus de Sidrac de Misac e de Abdenago, será feito em pedaços, e a sua casa destruída, porque não há outro Deus, que assim possa salvar, senão este.
97. Depois, o rei ainda melhorou a situação de Sidrac, Misac e Abdênago na província da Babilônia.
97. Então o rei elevou em dignidade a Sidrac, Misac e Abdenago, na província de Babilónia.
98. Do rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e pessoas de todas as línguas que habitam a terra, felicidade e prosperidade!*
98. O rei Nabucodonosor a todos os povos, nações e línguas que habitam sobre toda a terra: A paz seja em vós abundante.
99. Pareceu-me bom fazer-vos conhecer os milagres e prodígios que o Deus Altíssimo operou em mim.
99. Aprouve-me dar a conhecer os sinais e maravilhas que o Deus Altíssimo operou em meu favor.
100. Oh! como são grandes seus milagres e Como são poderosos seus prodígios! Seu reinado é um reinado eterno, e sua dominação perdura de geração em geração.
100. Quão grandes os seus sinais, quão poderosas as suas maravilhas. O seu reino é um reino eterno, e o seu império estende-se de geração em geração.
Bíblia Ave Maria - Tutti i diritti riservati.
