Mosaico decorativo

Talált 10089 Eredmények: Um

  • porque há ainda uma visão para um termo fixado, ela se aproxima rapidamente de seu termo e não falhará. Mas, se tardar, espera-a, porque ela se realizará com toda a certeza e não falhará. (Habacuc 2, 3)

  • Eis que sucumbe o que não tem a alma íntegra, mas o justo vive por sua fidelidade.* (Habacuc 2, 4)

  • Porventura não se entregarão todos esses a compor sátiras sobre ele, a causticá-lo com zombarias e alusões picantes e a dizer: Ai daquele que amontoa o bem alheio! – Até quando? – E do que acumula sobre si o peso da dívida!* (Habacuc 2, 6)

  • Visto que despojaste numerosas nações, te despojarão os outros povos que restam, por causa do sangue humano derramado e das violências praticadas contra a terra, as cidades e as populações. (Habacuc 2, 8)

  • Ai daquele que constrói uma cidade a preço de sangue, que funda uma cidade na iniquidade! (Habacuc 2, 12)

  • Não é esta uma ordem do Senhor dos exércitos: Que os povos trabalhem para o fogo, e as nações se fatiguem para o nada? (Habacuc 2, 13)

  • Ai daquele que dá de beber aos outros, misturando à bebida um veneno que os embriague, para ver a sua nudez! (Habacuc 2, 15)

  • porque a violência praticada contra o Líbano pesará sobre ti, e os estragos dos animais te farão tremer, por causa do sangue humano derramado e das violências praticadas contra a terra, as cidades e as populações. (Habacuc 2, 17)

  • Ai daquele que diz à madeira: “Desperta!”. E à pedra: “Levanta-te!”. Não se ouvirá mais que silêncio. Ei-lo coberto de ouro e de prata, mas não há nele sopro algum de vida.* (Habacuc 2, 19)

  • Seu esplendor é deslumbrante como a luz, de suas mãos brotam raios; ali está o véu de seu poder. (Habacuc 3, 4)

  • À vossa vista tremem os montes, cai uma tromba-d’água, o abismo faz ouvir a sua voz, e levanta as mãos para o alto. (Habacuc 3, 10)

  • Ao ouvir esse tumulto, minhas entranhas comoveram-se; ao seu ruído meus lábios tremeram; a cárie penetra nos meus ossos, e meus passos vacilam debaixo de mim. Esperarei em silêncio o dia da aflição, que se há de levantar sobre o povo que nos oprime,* (Habacuc 3, 16)


"Não queremos aceitar o fato de que o sofrimento é necessário para nossa alma." São Padre Pio de Pietrelcina